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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.42.2007.tde-30012008-130713
Documento
Autor
Nome completo
Camila Bruder
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2007
Orientador
Banca examinadora
Valle, Luiz Eduardo Ribeiro do (Presidente)
Baldo, Marcus Vinicius Chrysostomo
Carreiro, Luiz Renato Rodrigues
Título em português
Discriminabilidade de estímulos visuais em tarefas de tempo de reação e de acurácia.
Palavras-chave em português
Acurácia
Critério
Discriminabilidade
Tempo de reação
Visão.
Resumo em português
Em experimentos anteriores utilizando tarefa de tempo de reação (TR) vai/não-vai com diferentes estímulos-alvo aparecendo após um estímulo precedente, observamos efeito positivo do estímulo precedente quando o estímulo-alvo era uma linha dentro de um anel, mas não quando era uma cruz dentro de um anel. Este resultado foi atribuído a uma diferença nas discriminabilidades dos dois estímulos em relação ao estímulo negativo, um anel pequeno dentro do anel. A discriminação da cruz seria mais fácil, o que levaria os indivíduos a ignorar o estímulo precedente, resultando em ausência do efeito positivo. O objetivo deste trabalho foi comparar as discriminabilidades da linha e da cruz em relação ao estímulo negativo, o anel, para dar suporte à hipótese considerada, e a partir deste resultado discutir os processos responsáveis pela manifestação ou não de eventuais diferenças de discriminabilidade no comportamento. Nos experimentos 1, 2 e 3 utilizamos tarefas de tempo de reação vai/não-vai sem estímulo precedente, e nos experimentos 4 e 5 utilizamos tarefas com ênfase na acurácia das respostas. No primeiro experimento linha e cruz foram apresentadas em blocos de tentativas diferentes. Nestas condições, os TR à linha e à cruz se igualaram na segunda sessão, mas na primeira sessão o grupo que respondeu primeiro à linha e depois à cruz teve TR menores para a cruz. No segundo experimento, linha e cruz foram apresentadas aleatoriamente nos mesmos blocos de tentativas, para induzir a adoção de estratégia de resposta comum aos dois estímulos. Desta forma evidenciamos uma diferença nos TR, sendo que estes foram menores para a cruz, indicando que esta é mais discriminável que a linha. No terceiro experimento grupos diferentes de voluntários responderam à linha e à cruz. Os TR assim obtidos, iguais para linha e para cruz, indicam que as igualdades nos TR aos dois estímulos-alvo encontradas no primeiro experimento independem da exposição prévia a outro estímulo-alvo. O conjunto destes resultados sugere que linha e cruz têm discriminabilidades diferentes, sendo a cruz mais discriminável que a linha. Esta diferença, no entanto, é evidenciada apenas quando uma mesma estratégia de resposta é adotada para lidar com os dois estímulos. No quarto experimento construímos curvas psicométricas e observamos valores iguais de sensibilidade para a linha e para a cruz. No quinto experimento utilizamos uma tarefa de escolha. Uma análise por meio da Teoria de Detecção de Sinais forneceu medidas do parâmetro sensorial d´ maiores para a linha que para a cruz, indicando que a linha é mais discriminável que a cruz, além de medidas do parâmetro decisional critério iguais para os dois estímulos. Este padrão de resultados, contrário aos obtidos nos experimentos 1 a 3, foi atribuído às diferentes condições de estimulação com cada metodologia: em condições de estimulação supra-limiar como as utilizadas nas tarefas de TR a cruz é mais discriminável (em relação ao anel) que a linha, mas em condições de estimulação próximas do limiar a linha passa a ser mais discriminável.
Título em inglês
Discriminability of visual stimuli in reaction time and accuracy tasks.
Palavras-chave em inglês
Accuracy
Criterion
Discriminability
Reaction time
Vision.
Resumo em inglês
In a former study in a go/no-go task, we found a reduction in reaction times (RT) at a cued position when the target stimulus was a line inside a ring but not when the target stimulus was a cross inside a ring. We hypothesized that this was due to a difference in the discriminabilities of the target stimuli from the no/go stimulus, a small ring inside a ring. The cross would be more easily discriminated from the no/go stimulus, causing the cue to lose its relevance and to be ignored. The goal of the present study was to compare the discriminabilities of the line and of the cross to support that hypothesis, and to determine the relative contributions of the attentional strategy and of the criterion to prevent such an existing difference from manifesting itself behaviorally. We ran three experiments with a go/no-go RT task with no cue and two experiments in which the accuracy of the responses was the dependent variable. In the first experiment the line and cross were presented in different blocks of trials. RT to both stimuli were equal in the second session of trials, but in the first session the group that responded first to the line (and later to the cross) had smaller RT to the cross. In the second experiment, line and cross were randomized in the same blocks of trials to force participants to respond to both stimuli with the same attentional strategy and/or criterion. This led to faster RT to the cross, indicating that it is easier to discriminate it than the line. In the third experiment the line and the cross were presented to different participants. This led to equal RT to both stimuli, indicating that the equality of RT found in Experiment 1 was not dependent on former experience with a different target stimulus. The results from these three experiments suggest that the cross is in fact easier to discriminate than the line, but this difference can only be expressed behaviorally if participants use the same attentional strategy and/or criterion to handle both stimuli. In the fourth experiment we used the accuracy data to build psychometric functions and we found no difference between responses to the line and to the cross on the slope of the curves or on the points of subjective equality. In the fifth experiment we used a Signal Detection Theory analysis to compare the sensitivity parameter d` and the bias parameter criterion and found bigger d` values to the line and no bias difference. These results are opposite to the RT results, probably because of differing stimulatory conditions. In high intensities such as the ones used in experiments 1, 2 and 3 the cross is more easily discriminated from the negative stimulus than the line, but in near-threshold intensities the line is more easily discriminated.
 
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Data de Publicação
2008-02-07
 
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