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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.42.2018.tde-14062018-150526
Documento
Autor
Nome completo
Anderson Romério Azevedo Cerqueira
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Costa, Soraia Kátia Pereira (Presidente)
Hyslop, Stephen
Reboucas, Nancy Amaral
Vessoni, Sandra Coccuzzo Sampaio
Título em português
Avaliação farmacológica do extrato da glândula salivar de mosquito Aedes aegypti no prurido agudo e inflamação cutânea.
Palavras-chave em português
Aedes aegypti
Inflamação
Prurido
Resumo em português
O prurido (agudo e crônico) é uma sensação desagradável, que provoca o desejo ou o reflexo de coçar-se. Estima-se que 23 a 44 milhões de norte americanos sofrem com prurido, mas os dados epidemiológicos da frequência e as causas do prurido são escassos em vários países, incluindo Brasil. Os anti-histamínicos constituem os principais fármacos para tratar alergias e prurido provocado por picadas de insetos, mas são ineficazes conta o prurido idiopático, crônico e generalizado. Curiosamente, a exposição primária de humanos e animais à picada do mosquito fêmea Aedes aegypti (A. aegypti) não induz prurido, e pouco se sabe sobre este efeito. Neste contexto, este estudo caracterizou, via emprego de abordagens farmacológicas, o efeito do extrato da glândula salivar (EGS) do mosquito A. aegypti sobre o prurido (e inflamação cutânea relacionada) induzido por vias histaminérgicas (ou não) em pele dorsal de camundongos. A indução do prurido agudo (inflamação cutânea) foi feita pela injeção intradérmica (i.d) do composto 48/80 (C48/80), agonistas de Receptores Ativados por Protease -2 (PAR-2 (SLIGRL), receptores acoplados a proteína G do tipo mas (Mrgrp (cloroquina) e de potencial transitório TRPA1 e TRPV1 (allyl isothiocyanate e capsaicina, respectivamente) em Tyrode. O EGS do A. aegypti, (0,3 a 3 mg/sitio, i.d.) inibiu o prurido, edema e influxo de células frente ao C48/80 em pele murina, mas não protegeu da desgranulação do mastócito in vitro, indicando que componentes bioativos no EGS inibem o prurido e a inflamação dependentes de vias histaminérgicas. O EGS reduziu parcialmente o prurido (ou inflamação neurogênica) induzido por SLIGRL, cloroquina, AITC ou capsaicina na pele murina, sugerindo que outros componentes bioativos afetam disparos nervosos pruriceptivos de vias não histaminérgicas. O estudo in vitro veio igualmente esclarecer que moléculas conservadas no EGS inibem respostas nervosas aos agonistas TRPV1 e TRPA1 em cultura de células de neurônios ou linhagem HEK293t transfectada (hTRPV1 e hTRPA1). Este estudo mostrou, pela primeira vez, a caracterização farmacológica anti-pruriceptiva (e anti-inflamatória) do EGS do mosquito fêmea A. aegypti, cujo mecanismo inclui vias sensível e resistente a histamina, podendo o EGS representar um nova ferramenta farmacológica com potencial para o controle do prurido.
Título em inglês
Pharmacologic evaluation of salivar gand extract from female Aedes aegypti mosquito in acute pruritus and skin inflammation.
Palavras-chave em inglês
Aedes aegypti
Inflammation
Pruritus
Resumo em inglês
Pruritus (acute and chronic) is an unpleasant sensation, which causes the desire or the reflex of scratching. It is estimated that 23 to 44 million Americans suffer from pruritus, but epidemiological data on pruritus frequency and its causes are scarce in several countries, including Brazil. Antihistamines are the main drugs to treat allergies and pruritus caused by insect bites, but they are ineffective to treat idiopathic, chronic and generalized pruritus. Interestingly, a primary exposure of humans and animals to the bite of the female mosquito Aedes aegypti (A. aegypti) does not induce pruritus, and little is known about this effect. In this context, this study characterized, through the use of pharmacological approaches, the effect of the salivary gland extract (EGS) of the A. aegypti mosquito on pruritus (and related cutaneous inflammation) induced by histaminergic or non histaminergic pathways in the dorsal skin of mice. The induction of acute pruritus (and or cutaneous inflammation) was produced by the intradermal (i.d.) injection of compound 48/80 (C48/80), agonists Protease Activated Receptor -2 (PAR-2 (SLIGRL), mas-related G protein-coupled receptor (Mrgrp (chloroquine) and transient receptor potential TRPA1 and TRPV1 (allyl isothiocyanate and capsaicin, respectively) diluted in Tyrode. The A. aegypti SGE, (0.3 to 3 mg/site, id) significantly inhibited pruritus, edema and neutrophil influx evoked by C48/80 in murine skin, but it did not protect against mast cell degranulation in vivo and in vitro. This suggests that EGS bioactive components inhibit pruritus and inflammation via mechanism dependent on histaminergic pathways. SGE partially reduced SLIGRL, chloroquine, AITC-induced pruritus, or capsaicin-induced neurogenic inflammation in murine skin, suggesting that SGE bioactive components affect pruriceptive nerve firing independently of histaminergic pathways. The in vitro study also clarified that conserved SGE molecules inhibit nerve responses to TRPV1 and TRPA1 agonists in cultured neurons of dorsal root ganglia or transfected HEK293t lineage (hTRPV1 and hTRPA1). This study showed, for the first time, the anti-pruriceptive (and anti-inflammatory) pharmacological characterization of the EGS from the A. aegypti female mosquito, whose mechanism includes sensitive and histamine-resistant pathways. EGS may represents a new pharmacological tool with potential to treat pruritus.
 
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Data de Liberação
2020-06-14
Data de Publicação
2018-06-15
 
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