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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.42.2015.tde-25082015-185703
Documento
Autor
Nome completo
Tânia Cristina Lima Portela
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Silva, Jose Roberto Machado Cunha da (Presidente)
Cogliati, Bruno
Freitas, Vanessa Morais
Moreno, Fernando Salvador
Seelaender, Marilia Cerqueira Leite
Título em português
Aspectos morfológicos e moleculares do modelo experimental da tioacetamida no estudo da hepatocarcinogênese.
Palavras-chave em português
Cirrose hepática
Hepatocarcinogênese
Lesões pré-neoplásicas
Modelo experimental
Ratos
Tiocetamida
Resumo em português
O carcinoma hepatocelular (CHC) é a principal causa de morte em pacientes com cirrose hepática. O prognóstico para o CHC é muito pobre; trata-se de um tumor agressivo que progride rapidamente e, portanto, o diagnóstico precoce é o único meio de aumentar a sobrevida dos pacientes. O presente estudo sugere a tioacetamida (TAA) como modelo experimental de carcinogênese no microambiente cirrótico e busca identificar os mecanismos iniciais do desenvolvimento tumoral durante a cirrose. Neste trabalho, ratos Wistar machos foram injetados com TAA i.p. 3 vezes/semana por 14, 21 e 35 semanas. Foram examinados os efeitos sobre a função hepática, morfologia, desenvolvimento e características de lesões pré-neoplásicas (LPNs), bem como expressão tecidual e gênica dos marcadores tumorais mais comuns no CHC. O tratamento com TAA promoveu alterações que compreenderam a deposição de tecido cicatricial com desenvolvimento de cirrose hepática, inflamação, aumento da proliferação celular e da apoptose, desenvolvimento de LPNs e modificações na expressão dos marcadores tumorais. As alterações celulares e estruturais do tecido hepático resultaram em redução do ganho de peso dos animais e aumento do peso e do volume do fígado, proporcional ao tempo de tratamento. O índice de atividade histológica foi maior no fígado cirrótico e alcançou maior valor após 35 semanas de tratamento. Marcadores sanguíneos de lesão hepática aumentaram nos animais tratados ao passo que os marcadores de função mostraram melhora com o passar do tempo. Os níveis de alfa-fetoproteína foram maiores após 14 semanas de tratamento. A administração de TAA por 21 semanas resultou em maior número de LPNs, com predomínio de lesões persistentes sobre remodelantes em número e tamanho. A proliferação celular foi exacerbada nos fígados cirróticos sendo mais elevada em 14 semanas e apresentando redução significativa após 35 semanas. O número de corpúsculos apoptóticos foi maior no tecido cirrótico e a apoptose foi mais pronunciada em 21 semanas. O painel imuno-histoquímico composto por GPC3, HSP70 e GS demonstrou maior positividade para a combinação HSP70+GS, uma vez que a expressão de GPC3 foi baixa em todos os grupos. A análise dos marcadores moleculares GPC3, survivina e LYVE1 concordou com os resultados das LPNs. A expressão gênica de survivina foi maior em 14 semanas, quando foi observada também maior proliferação, e diminuiu ao longo do tratamento. A expressão de LYVE1 diminuiu nos grupos de 14 e 21 semanas, porém, foi significativamente elevada em 35 semanas. A partir desses resultados, concluímos que o modelo da TAA foi adequado para a indução de cirrose e para o desencadeamento da hepatocarcinogênese. As fases de iniciação e promoção foram identificadas em todos os períodos avaliados, entretanto, a TAA mostrou-se uma importante ferramenta para a fase de promoção aumentando a proliferação celular e o tamanho das LPNs. O tratamento por 21 semanas foi o mais eficaz em aliar a iniciação e promoção da hepatocarcinogênese, como mostrado pelo número e pelo tamanho das lesões. Contudo, nenhum grupo desenvolveu CHC indicando que a TAA, provavelmente, necessita ser associada com outras substâncias tendo em vista seu principal efeito como agente promotor.
Título em inglês
Morphological and molecular aspects of the experimental model of thioacetamide in the study of hepatocarcinogenesis.
Palavras-chave em inglês
Experimental model
Hepatocarcinogenesis
Liver cirrhosis
Preneoplastic lesions
Rats
Thioacetamide
Resumo em inglês
Hepatocellular carcinoma (HCC) is the main cause of death in patients with liver cirrhosis. The prognosis for HCC is very poor; it is an aggressive tumor that progresses rapidly and therefore early diagnosis is the only way to increase the survival of these patients. This study suggests the thioacetamide (TAA) as experimental model of carcinogenesis in cirrhotic microenvironment and seeks to identify the initial mechanisms of tumor development during cirrhosis. In this study, male Wistar rats were injected ip with TAA 3 times / week for 14, 21 to 35 weeks. We examined the effects on liver function, morphology, characteristics and development of preneoplastic lesions (PNLs), as well as tissue gene expression and the most common tumor markers in HCC. Treatment with TAA made changes that comprised the deposition of scar tissue in the liver cirrhosis, inflammation, increased cell proliferation and apoptosis, PNLs development and changes in the expression of tumor markers. The cellular and structural changes of the liver tissue resulted in reduced weight gain of the animals and an increase in liver weight and volume proportional to the treatment time. The histological activity index was higher in cirrhotic liver and achieved greater value after 35 weeks of treatment. Blood markers of liver damage in the treated animals increased while the function markers showed improvement over time. The alpha-fetoprotein levels were higher after 14 weeks of treatment. The administration of TAA for 21 weeks resulted in a greater number of PNLs, with a predominance of persistent lesions over remodeling lesions in number and size. Cell proliferation was exacerbated in cirrhotic livers and was higher in 14 weeks with a significant reduction after 35 weeks. The number of apoptotic corpuscles was higher in cirrhotic tissue and apoptosis was more pronounced in 21 weeks. Immunohistochemical panel of GPC3, HSP70 and GS showed higher rates of HSP70 + GS combination, since GPC3 expression was low in all groups. The analysis of molecular markers GPC3, surviving, and LYVE1 agreeded with the results obtained in the PNLs. Survivin gene expression was higher in 14 weeks, when it was observed also increased proliferation and decreased during treatment. The expression of LYVE1 decreased in groups of 14 and 21 weeks, however, was significantly higher in 35 weeks. From the results obtained, we conclude that the TAA model was suitable for induction of cirrhosis and the onset of hepatocarcinogenesis. The stages of initiation and promotion were identified in all periods, however, the TAA proved to be an important tool for the promotion phase increasing cell proliferation and size of PNLs. Treatment for 21 weeks was more effective in combining the initiation and promotion of hepatocarcinogenesis, as shown by the number and size of the lesions. However, no group has developed HCC indicating that the TAA probably needs to be associated with other substances because its primary effect is like promoting agent.
 
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Data de Publicação
2015-08-28
 
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