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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.41.2018.tde-20092018-110212
Documento
Autor
Nome completo
Lucas Manuel Cabral Teixeira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Pardini, Renata (Presidente)
Morato, Ronaldo Gonçalves
Morsello, Carla
Rocha, Pedro Luis Bernardo da
Título em inglês
Tolerance towards wildlife in the Atlantic forest: an empirical test across ecological contexts and mammal specie
Palavras-chave em inglês
Biodiversity conservation
Ecosystem disservices
Human-wildlife interactions
Leverage points
Socioecological systems
Wildlife management
Resumo em inglês
Human-wildlife conflicts (HWC) emerge as complex conservation challenges impairing human livelihood and wildlife populations. Research on HWC, however, has traditionally approached these components apart and focused on single/ similar species, hampering a broader understanding of the connections between ecological drivers and human dimensions of conflicts. We here develop and test a model integrating ecological and human components of HWC, focusing on three species - opossum, crab-eating fox and puma. We investigated the pathways through which the ecological context (forest cover) affects experiences with wildlife (contact and damage), and how such experiences influence tolerance via beliefs, emotions and attitude. We interviewed 114 landowners across 13 landscapes varying in forest cover in a region of the Brazilian Atlantic forest and tested our model using Piecewise Structural Equation Modeling. We found that: i. forest cover negatively affected tolerance, but just towards the largest species; ii. relevance and effects of distinct experiences with wildlife on beliefs and emotions varied across species; iii. beliefs and emotions influenced tolerance, but negative emotions were relevant only for the largest species. Conflicts with larger species can then be understood as disservices provided by forests, indicating the relevance of framing HWC within a broader perspective that consider the trade-offs with ecosystems services. For some species, positive experiences with wildlife may counteract the negative effects of damages to livestock in shaping human behavior. Models such as ours - that structure relationships between ecological and human components - can help identifying deeper, more effective leverage points to improve interventions to mitigate HWC
Título em português
Tolerância à fauna silvestre na Mata Atlântica: um teste empí­rico em diferentes contextos ecológicos e espécies de mamíferos
Palavras-chave em português
Conservação da biodiversidade
Desserviços ecossistêmicos
Interações seres humanos-fauna silvestre
Manejo de fauna
Pontos de alavancagem
Sistemas socioecológicos
Resumo em português
Conflitos entre seres humanos e fauna silvestre emergem como desafios complexos, ameaçando o sustento de populações humanas e a conservação de populações de animais silvestres. Contudo, pesquisas sobre conflitos tradicionalmente abordam esses componentes separadamente e focam em espécies individuais ou similares, dificultando o entendimento mais amplo das conexões entre determinantes ecológicos e dimensões humanas dos conflitos. Neste estudo, desenvolvemos e testamos um modelo conceitual integrando componentes ecológicos e humanos dos conflitos, focando em três espécies - gambá, cachorro-do-mato e onça-parda. Investigamos os caminhos através dos quais o contexto ecológico (cobertura florestal) afeta experiências (contato e dano), e como tais experiências influenciam a tolerância à fauna por meio de crenças, emoções e atitude. Entrevistamos 114 proprietários rurais em 13 paisagens com diferentes proporções de cobertura florestal em uma região da Mata Atlântica e testamos nosso modelo usando equações estruturais do tipo Piecewise. Encontramos que: i. a cobertura florestal afetou negativamente a tolerância, mas apenas para a maior espécie; ii. a importância e os efeitos de diferentes experiências com a fauna sobre crenças e emoções variaram entre as espécies; iii. crenças e emoções influenciaram a tolerância, mas emoções negativas foram relevantes apenas para a maior espécie. Conflitos com espécies maiores podem então ser entendidos como desserviços providos por florestas, indicando a relevância de inserir os conflitos humano-fauna em perspectiva mais ampla, que considere as relações com serviços ecossistêmicos. Para algumas espécies, experiências positivas podem compensar os efeitos negativos dos danos a criações na formação do comportamento humano. Modelos como o nosso - que estruturem as relações entre os componentes ecológicos e humanos - podem ajudar a identificar pontos de alavancagem mais profundos e efetivos para melhorar intervenções visando a mitigação dos conflitos com a fauna
 
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Data de Publicação
2018-10-05
 
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