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Doctoral Thesis
DOI
10.11606/T.39.2009.tde-26092012-150749
Document
Author
Full name
Katia Brandina
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2009
Supervisor
Committee
Serrão, Julio Cerca (President)
Amadio, Alberto Carlos
Mochizuki, Luis
Sacco, Isabel de Camargo Neves
Vaz, Marco Aurélio
Title in Portuguese
Correlação entre os parâmetros subjetivos, cinéticos e eletromiográficos na locomoção
Keywords in Portuguese
Biomecânica
Corrida
Forças externas
Marcha
Percepção
Abstract in Portuguese
A percepção sobre as cargas externas permite a criação de estratégias eficientes para o controle do estresse mecânico aplicado ao aparelho locomotor. As poucas referências disponíveis na literatura especializada estudaram a questão, a partir da associação das respostas dinâmicas (força de reação do solo e pressão plantar) e subjetivas na locomoção. Entretanto, não há trabalhos que associem o comportamento da percepção de carga ao das respostas eletromiográficas e não há na literatura o estudo das relações entre as respostas subjetivas, dinâmicas e eletromiográficas na locomoção (corrida e marcha) entre os grupos com e sem comprometimento das sensações somatosensoriais na região plantar. O presente estudo objetivou verificar as correlações entre os valores dinâmicos, eletromiográficos e subjetivos: a) Na corrida de atletas (corredores e jogadores de handebol) em função do uso da palmilha (calçado com palmilha x calçado sem palmilha) e b) Na marcha de diabéticos neuropatas, de idosos saudáveis e de adultos. Para tanto, os registros dinâmicos (FRS), eletromiográficos e subjetivos (escala Ratings of Perceived Exertion de Borg) foram mensurados. Os voluntários se locomoveram na esteira por um período de 50 minutos em velocidade constante e a cada 10 minutos as variáveis dinâmicas (sistema GAITWAY - duas plataformas de força piezoelétricas dispostas em série, montadas na superfície de uma esteira rolante), eletromiográficas (EMG 1000 com eletrodos de superfície ativos, préamplificados, conectados aos canais ativos do equipamento) dos músculos tibial anterior (TA), gastrocnêmio lateral (GL), reto femoral (RF), vasto lateral (VL) e bíceps femoral cabeça longa (BF) e subjetivas foram adquiridas. Os grupos de corredores (C) e atletas de handebol (AH) efetuaram a corrida e o uso da palmilha do calçado foi manipulado; enquanto, o grupo de diabéticos neuropatas (DN), idosos (I) e adultos (A) caminharam. Para todos os grupos estudados, não foram verificadas variações na intensidade das cargas aplicadas ao aparelho locomotor nos seis instantes de coleta e as respostas subjetivas apresentaram valores crescentes e significativos (p<0,05) entre a maioria dos instantes de coleta. Somente para I, os resultados de correlação obtidos entre as variáveis dinâmicas (GC: r=0,73; Imp50: r=0,64; Fy1: r=0,50) e a percepção de carga na marcha foram fortes e significativos (p<0,01). Sabendo que, os I eram sedentários, possivelmente as maiores correlações de respostas subjetivas com objetivas deste grupo podem estar pautadas na percepção de cargas mais intensas do que as experimentadas no cotidiano. Esta situação corrobora com os resultados de estudos relacionados ao tema, que sugerem que as respostas subjetivas são baseadas nas informações mecânicas de movimentos que geram cargas de intensidades distintas em relação a que o sujeito está mais exposto no cotidiano. As variáveis eletromiográficas sofreram variações discretas entre os períodos de coleta para todos os grupos analisados, decorrentes de artefatos no sistema de aquisição de dados; e os valores atribuídos por todos voluntários para as variáveis subjetivas indicaram comportamento crescente e significativo (p<0,05). Ainda assim, as correlações obtidas entre as variáveis eletromiográficas e subjetivas para todos os grupos foram fracas. Concluise que, valores eletromiográficos e dinâmicos não se relacionam de forma consistente com a percepção de cargas mecânicas, demonstrando que a resposta subjetiva não pode ser utilizada como parâmetro de controle de estresse mecânico em movimentos cuja intensidade de cargas não varia
Title in English
Correlation among subjective, kinetic and electromyographic parameters in human locomotion
Keywords in English
Biomechanics
External loads
Perception
Running
Walking.
Abstract in English
The perception of external loads allows the use of efficient strategies to control the mechanical stress applied to the locomotor structures. The few available references in the specialized literature studied this subject starting from the association of dynamic (ground reaction force and plantar pressure) and subjective responses during locomotion. However, there isnt any study associating load perception behavior to electromyographic responses and, also, there isnt any study in the literature about the relationship among subjective, dynamic and electromyographic responses during locomotion (running and walking) in groups with and without somatosensory compromisings in the plantar area of the foot. Therefore, the aim of this study was to verify the correlation among dynamic, electromyographic and subjective data: a) During athletes running (runners and handball players), manipulating the use of inner soles (shoe with inner sole x shoe without inner sole); and b) During the walking of diabetic neuropathic people, healthy elderly people and adults. To meet this purpose, dynamic (GRF), electromyographic and subjective (Borgs Ratings of Perceived Exertion) data were measured. The volunteers walked or ran in a treadmill for 50 minutes in a constant speed, and every 10 minutes were acquired the dynamic data (GAITWAY System - two piezoelectric force plates placed on the treadmill surface), electromyographic data (EMG 1000 System active and pre-amplified surface electrodes, connected to the active channels of the equipment) of the muscles Tibialis Anterior (TA), Gastrocnemius Lateralis (GL), Rectus Femoris (RF), Vastus Lateralis (VL) and Biceps Femoris - long head (BF), and subjective data. The groups of runners (C) and handball athletes (AH) performed the running condition and had the use of the inner sole of the shoe manipulated; while, the groups of diabetic neuropathic people (DN), elderly (I) and adults (A) walked. For all of the studied groups, was not verified variations in the intensity of the loads applied to the human body in the six acquisition instants, while the subjective responses presented growing and significant values (p <0,05) among most of the acquisition instants. The correlation between the dynamic variables (GC: r=0,73; Imp50: r=0,64; Fy1: r=0,50) and the load perception during walking was strong and significant (p <0,01) only for I. Knowing that the I was sedentary, its possible that the great subjective and objective response correlations about this group may be based in the perception of intense charges than the experienced in the common day. This situation mach with the results of the articles related with the objective of the work and suggest that subjective responses are based on the mechanical information generate of loads of different intensities. The electromyographic variables suffered small variations among the periods of data acquisition for all of the analyzed groups, probably because of movement variability and the values attributed by all volunteers for the subjective variables indicated growing and significant behavior (p <0,05). Nevertheless, the correlations obtained between the electromyographic and subjective variables for all groups were weak. It is possible to conclude that the values of dynamic and electromyographic dont have relation in a consistent way with the perception of mechanical charges, showing that the subjective response cant be used as parameter of control of the mechanical stress in movements were the intensity of the charges didnt change
 
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tese_final.pdf (810.75 Kbytes)
Publishing Date
2012-09-27
 
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