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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.39.2011.tde-19092011-150742
Documento
Autor
Nome completo
Nilo Massaru Okuno
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2011
Orientador
Banca examinadora
Kiss, Maria Augusta Peduti Dal Molin (Presidente)
Bertuzzi, Rômulo Cássio de Moraes
Lima, Jorge Roberto Perrout de
Silva, Adriano Eduardo Lima da
Tricoli, Valmor Alberto Augusto
Título em português
Capacidade de sprints repetidos: efeito do treinamento de força com e sem plataforma vibratória e potencialização pós-ativação
Palavras-chave em português
Desempenho
Força muscular
Sprint
Vibração
Resumo em português
O objetivo do estudo foi verificar a ocorrência da potencialização pós-ativação (PPA) e o efeito do treinamento de força (TF) sem e com a plataforma vibratória na capacidade de sprints repetidos (CSR). O estudo foi divido em duas partes: a primeira analisou o efeito do TF associado à plataforma vibratória na CSR; e a segunda verificou a ocorrência da PPA na CSR. No primeiro estudo participaram 29 sujeitos, os quais foram divididos em 3 grupos: TF, TF+vibração a 30 Hz e amplitude de 2-4 mm (TF+V30) e TF+vibração a 50 Hz e amplitude de 4-6 mm (TF+V50). Os sujeitos realizaram inicialmente análise da área de secção transversa do quadríceps (ASTQ), teste de uma repetição máxima (1RM) no exercício agachamento e o teste de CSR. Após isso, os sujeitos foram submetidos a 10 semanas de treinamento de força, de acordo com o seu respectivo grupo e, ao final da intervenção, realizaram as mesmas avaliações aplicadas antes das sessões de treinamento. No segundo estudo, 12 jogadores de handebol realizaram teste de 1RM, e em sequência, de maneira aleatória o teste de CSR sem e com a atividade condicionante. A atividade condicionante foi realizada no exercício agachamento e consistiu de cinco séries de uma repetição a 90% de 1RM. O treinamento de força sem e com a vibração aumentou na mesma magnitude a força muscular e a ASTQ. Para o grupo TF+V30, o tempo do melhor sprint (CSRmelhor) melhorou significantemente após as 10 semanas de treinamento, no entanto, sem diferença em relação aos outros grupos. O tempo médio dos sprints (CSRmédio) diminuiu significantemente em todos os grupos. Contudo, para o percentual de decréscimo nos sprints (CSR%dec) apenas foi verificado melhoria no grupo TF em relação à situação pré-treinamento e ao grupo TF+V30 na mesma situação experimental. No segundo estudo foi verificado que o protocolo de PPA melhorou significantemente o CSRmelhor e o CSRmédio, sem alterar o CSR%dec. Dessa forma, conclui-se que o treinamento de força sem e com a plataforma vibratória aumenta a força muscular, a ASTQ e o desempenho na CSR. No entanto, o treinamento de força com a plataforma vibratória não aumentou o desempenho em maior magnitude quando comparado a situação sem este tipo de equipamento. Além disso, o protocolo de PPA melhorou também o desempenho de CSR (CSRmelhor e CSRmédio) em jogadores de handebol. Assim, estratégias para melhorar a força muscular de maneira aguda (PPA) e crônica (TF) aumentam também o desempenho no teste de CSR.
Título em inglês
Repeated sprint ability: effect of strength training with and without vibration platform e postactivation potentiation
Palavras-chave em inglês
Muscular strength
Performance
Sprint
Vibration
Resumo em inglês
The purpose of this study was to verify the occurrence postactivation potentiation (PAP) and the effect of strength training (ST) with and without vibration platform on repeated sprint ability (RSA). The study was divided in two parts: in the first part, it was analyzed the effect of ST with vibration platform on RSA; and in the second part, it was verified the occurrence of PAP on RSA. Twenty nine subjects participated in the first study, which were divided into 3 groups: ST, ST+vibration at 30 Hz and amplitude of 2-4 mm (ST+V30) and ST+vibration at 50 Hz and amplitude of 4-6 mm (ST+V50). Initially, the quadriceps cross sectional area measurement (QCSA), one repetition maximum (1RM) test on squat exercise and the RSA test were performed. After this, the subjects performed 10 weeks of strength training according to their groups and, at the end of intervention, they were undertook the same evaluations applied before training sessions. In the second study, 12 handball players performed the 1RM test and subsequently they were submitted at random, to the RSA test with and without conditioning activity. The conditioning activity was performed in squat exercise with five sets of one repetition at 90% of 1RM. The strength training with and without vibration platform increased in the same magnitude the muscular strength and QCSA. For ST+V30 group, the best sprint time (RSAbest) was significantly improved after 10 weeks of training, but without difference when compared with other groups. Mean sprint time (RSAmean) was significantly reduced in all groups. However, the percentage of sprint decrement (RSA%dec) only decreased in ST group when compared with the situation before training and the ST+V30 group in the same experimental situation. In the second study, the PAP protocol significantly improved the RSAbest and RSAmean, without change the RSA%dec. From the results, we conclude that the strength training with and without vibration platform improves the strength, QCSA and performance on RSA. However, the strength training with vibration platform did not increase the performance in higher magnitude when compared to the situation without this equipment. Furthermore, PAP protocol improved the RSA performance (RSAbest e RSAmean) in handball players. Thus, strategies to improve muscle strength in acute (PAP) and chronic manner (ST) also increase the performance on RSA test
 
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TeseDocNilo.pdf (1.46 Mbytes)
Data de Publicação
2011-10-10
 
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