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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.39.2010.tde-02022011-105134
Documento
Autor
Nome completo
Flavio Henrique Bastos
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2010
Orientador
Banca examinadora
Tani, Go (Presidente)
Clark, Suzete Chiviacowsky
Freudenheim, Andrea Michele
Gobbi, Lilian Teresa Bucken
Mochizuki, Luis
Título em português
Efeito da meta de aprendizagem na aprendizagem motora autocontrolada
Palavras-chave em português
Aprendizagem motora
Estratégia de aprendizagem
Meta de aprendizagem
Prática autocontrolada
Resumo em português
A meta de aprendizagem, essencial ao processo de aprendizagem autocontrolada, tem sido negligenciada na literatura sobre aprendizagem motora. A questão que fundamentou o presente estudo foi se o fato de dizer aos aprendizes o que os espera após um período de prática, leva-os a elaborar estratégias de aprendizagem que beneficiam a aprendizagem de habilidades motoras. Os participantes receberam instrução para que se preparassem para um teste, no qual os parâmetros controlados por eles seriam aleatórios, e isto se constituiu a meta de aprendizagem. Nos experimentos 1 e 2 a tarefa utilizada consistiu em pressionar a barra de espaço de um teclado de computador simultaneamente à chegada de um objeto a um ponto de contato. A cada tentativa, a velocidade com que o objeto iria atravessar a tela de um monitor de 17 polegadas pôde ser escolhida, dentre três possibilidades, pelos participantes dos grupos com controle da prática. Ambos os experimentos foram desenvolvidos em três etapas: fase de aquisição (90 tentativas), teste de transferência imediato e teste de transferência atrasado (igual ao anterior, porém, realizado após 15 minutos). Os testes de transferência consistiram em quatro tentativas em cada velocidade (24 tentativas), organizadas em uma ordem pseudo-aleatória (sem velocidades consecutivas) e sem feedback aumentado. No Experimento 1, todos os participantes (n = 16) puderam controlar a prática, mas somente alguns deles receberam a meta de aprendizagem antes do início da fase de aquisição (grupo TES, n = 8). Os resultados confirmaram que os aprendizes usaram a meta de aprendizagem para guiar sua prática e que houve, em decorrência disso, um efeito benéfico na aprendizagem motora. No Experimento 2, foram introduzidos dois grupos yoked (YOK, n = 8; YTA, n = 8) pareados aos grupos do Experimento 1. Os resultados indicaram que o efeito benéfico obtido no Experimento 1 pode ser atribuído à organização da prática. Nos experimentos 3 e 4 a tarefa utilizada consistiu em pressionar o botão esquerdo de um mouse de computador para que um cursor, fixo na tela, disparasse um projétil num alvo móvel. Os participantes que controlaram a própria prática puderam escolher, dentre três possibilidades, a distância em que o alvo se deslocaria em relação ao cursor. Esses experimentos incluíram não somente os testes realizados nos experimentos 1 e 2, como também um teste de retenção (24 horas) e testes com a velocidade do alvo aumentada. As condições de prática do Experimento 3 foram as mesmas do Experimento 1 (TES, n = 8; TAR, n = 8). Os resultados revelaram que o efeito obtido no Experimento 1 é generalizável para uma tarefa com maior demanda de antecipação, bem como para parâmetros não praticados pelos participantes. No Experimento 4, um grupo de prática aleatória foi incluído (VAR, n = 8). Os resultados sugerem que a variabilidade de prática não é suficiente para explicar o efeito benéfico na aprendizagem observado nos grupos TES. Os resultados do estudo foram discutidos considerando idéias como a hipótese da variabilidade de prática, o efeito da superioridade da intenção, esforço cognitivo e efeitos motivacionais de condições de prática autocontrolada. Em conjunto, os resultados evidenciam que a meta de aprendizagem é um elemento essencial na prática autocontrolada, tendo em vista que afeta a forma como os aprendizes organizam sua prática e leva a efeitos benéficos para a aprendizagem motora. Entretanto, as limitações relacionadas à permanência do efeito deverão ser alvo de próximos estudos
Título em inglês
Effect of the learning goal on self-controlled motor learning
Palavras-chave em inglês
Learning goal
Learning strategy
Motor learning
Self-controlled practice
Resumo em inglês
The learning goal, essential to the self-controlled learning process, has been neglected in the motor learning research. The main question that guided the study was whether telling learners what is expecting them after a period of practice leads them to create learning strategies that benefits motor learning. In the present study, participants were provided an instruction to prepare for a test, in which the parameters controlled by them would be randomized, and this constituted the learning goal. In experiments 1 and 2 the motor task consisted of hitting the space bar of a computer keyboard in synchrony with the arrival of an object at a contact point. Participants controlling their practice were allowed to choose the velocity in which the object would travel the 17-inch monitor screen, before each trial, among three possibilities. Both experiments were carried out in three stages: acquisition phase (90 trials), immediate transfer test and delayed transfer test (same as immediate transfer, after 15 minutes). Transfer tests consisted of four trials of each practiced velocity (24 trials), in a pseudo-random organization (without consecutive velocities) and no augmented feedback. In Experiment 1, all participants (n = 16) were given the control over practice, but just some of them received the learning goal before the acquisition phase (group TES, n = 8). Results confirmed that learners used the learning goal to guide their practice and that it had a beneficial effect on motor learning. In Experiment 2, two yoked groups (YOK, n = 8; YTA, n = 8), matching the ones in Experiment 1, were employed. Results indicated that the beneficial effect observed in Experiment 1 was due to practice organization. In experiments 3 and 4 the motor task consisted of pressing the left button of a computer mouse in order to make a fixed cursor in the screen to shoot a moving target. Participants controlling their practice were allowed to choose, among three possibilities, the distance in which the target would pass above the cursor. These experiments included not only tests comprised in experiments 1 and 2, but a retention test (24 hours) and tests with a faster moving target. Practice conditions in Experiment 3 were the same employed in Experiment 1 (TES, n = 8; TAR, n = 8). Results revealed that the effect obtained in Experiment 1 can be generalized to a task with higher anticipatory demands as well as to a task parameter that was not practiced by the participants. Experiment 4 included a random practice group (VAR, n = 8). Results suggested that variability of practice cannot account alone for the beneficial effect observed in TES groups. Results were discussed considering ideas such as variability of practice hypothesis, intention superiority effect, cognitive effort and motivational effects of self-controlled practice conditions. Altogether, results showed that the learning goal is an essential element in self-controlled practice, since it affects the way learners organize their practice and leads to beneficial effects on motor learning. Nevertheless, limitations regarding the permanence of the effect remain to be further investigated
 
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Data de Publicação
2011-05-19
 
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