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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.3.2019.tde-31012019-073206
Documento
Autor
Nome completo
Camila Thiemy Dias Numazawa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
John, Vanderley Moacyr (Presidente)
Ferreira, Leandro Valle
Higuchi, Niro
Ometto, Jean Pierre Henry Balbaud
Silva, Edson José Vidal da
Título em inglês
Material flow analysis and CO2 footprint in lumber from managed Brazilian Amazon rainforests.
Palavras-chave em inglês
Amazonian forest management Resource efficiency
Lumber
Material flow analysis. CO2 footprint
Resumo em inglês
Using wood produced under forest management in the Amazon has been proposed as a way of preserving the ecosystem, generating jobs and to aid in climate change mitigation by using wood products as carbon stock and through CO2 uptake from the atmosphere during forest regrowth. However, the scarcity of research based on primary data of Amazonian lumber incorporated into construction can unknowingly lead to incorrect forest management and consequently forest destruction. Besides, it is necessary to verify the real environmental impacts. Two approaches were applied in this research to evaluate the wood product chain: material flow analysis and CO2 footprint calculation of managed Amazonian lumber. The research quantified the resource efficiency and CO2 footprint based on residue generation during the raw extraction in 5 forest plots in State of Pará, followed by the lumber production and the end-of-life phases, giving the CO2 balance between the emissions from residue decomposition and the CO2 uptake during forest regrowth, disregarding the energy consumption. Results indicated that the large quantities of logging residues are the main source of CO2 emissions in the material flow from selective logging, ranging from 9% to 36% of the initial forest biomass, while timber logs represented between 4% and 11%. Logging residues ranged from 2.9 t t-1 to 3.1 t t-1 per tonne of log. Combined with an average sawmill lumber yield of 54%, wastage rate values increased to between 5.7 t t-1 and 6.6 t t-1, resulting in a CO2 footprint of managed Amazonian lumber ranging between -6.6 tCO2 t-1 for reduced impact logging as carbon stock, to emissions of 6.1 tCO2 t-1 from cradle-to-gate for conventional logging. From cradle-to-grave the total CO2 footprint of lumber is estimated to range from neutral to 7.5 tCO2 t-1. Resource efficiency ranged from 13% to 15%. In this study, only the forest under reduced impact logging was able to fully recover its initial aboveground biomass, showing that in most cases regulations in the New Forest Code for Amazon forest management may not ensure sustainable logging, leading to forest destruction. Policies need to be improved and integrated with results from empirical research based on primary data to achieve sustainable exploitation of the Amazon forest.
Título em português
Análise de fluxo de massa e pegada de CO2 em madeira serrada de florestas manejadas na Amazônia brasileira.
Palavras-chave em português
Absorção
Dióxido de carbono
Madeira
Manejo florestal
Resumo em português
O processo seletivo de utilização da madeira de manejo florestal na Amazônia tem sido proposto como forma de conservação e preservação do ecossistema, associada a geração de empregos e à mitigação de mudanças climáticas, pelo estoque de carbono dada a absorção de CO2 da atmosfera durante o crescimento da floresta. No entanto, a limitação de pesquisas baseadas em dados primários sobre madeiras amazônicas incorporadas na construção civil pode levar, inconscientemente, ao manejo florestal incorreto e, consequentemente, à destruição da floresta no contexto original e de reais impactos ambientais provocadas por ações inadequadas. Duas abordagens foram aplicadas nesta pesquisa para avaliar a cadeia de produtos de madeira: análise de fluxo de material e cálculo da pegada de CO2 da madeira manejada na Amazônia. A pesquisa analisou a eficiência dos recursos e a pegada de CO2 com base na geração de resíduos durante a extração em 5 florestas no Estado do Pará, produção madeireira e o fim de vida, proporcionando o balanço de CO2 entre as emissões da decomposição de resíduos e a absorção do CO2 durante a recomposição florestal, desconsiderando a energia consumida. Os resultados indicaram que o expressivo volume de resíduos florestais é a principal fonte de emissões de CO2 no fluxo de material proveniente da extração seletiva, variando de 9% a 36% da biomassa florestal inicial, enquanto os troncos de madeira representam entre 4% e 11%. Os resíduos de exploração florestal variaram de 2,9 a 3,1 t de resíduos por tonelada de tora. Combinado com um rendimento médio de madeira de serraria de 54%, os valores da taxa de desperdício aumentaram para entre 5,7 t e 6,6 t de resíduos por tonelada de tora e madeira serrada, resultando em uma pegada de CO2 variando entre -6,6 tCO2 t-1 (exploração de impacto reduzido) considerado estoque de carbono e as emissões de 6,1 tCO2 t-1 do berço à porta. No final da vida útil, estima-se que a pegada total de CO2 da madeira entre o berço e o túmulo é de neutra (exploração de impacto reduzido) a 7,5 tCO2 t-1, com uma eficiência de recursos variando de 13% a 15%. Neste estudo, apenas a floresta sob prática de extração de impacto reduzido foi capaz de recuperar totalmente sua biomassa inicial acima do solo, mostrando que as regulamentações do Novo Código Florestal para o manejo da florestal amazônica pode não garantir a sustentabilidade de uso do recurso florestal para aquela exploração que não esteja alicerçada dentro desse contexto de conservação da floresta original. As políticas precisam ser melhoradas, integradas e dinâmicas com base em resultados derivados de pesquisas empíricas baseadas em dados primários garantindo a exploração sustentável na Amazônia.
 
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Data de Publicação
2019-01-31
 
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