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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.27.2018.tde-25072018-163403
Documento
Autor
Nome completo
Sandra Pereira Falcão
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Citelli, Adilson Odair (Presidente)
Cury, Lucilene
Junqueira, Antonio Helio
Peruzzo, Cicília Maria Krohling
Pontuschka, Nidia Nacib
Silva, Wagner Souza e
Título em português
Interfaces colaborativas em comunicação e educação ambiental
Palavras-chave em português
comunicação
comunicação ambiental urbana
educação ambiental
educomunicação socioambiental
trânsitos discursivos multidimensionais
Resumo em português
Análise de trânsitos discursivos multidimensionais (CITELLI, 2012) relacionados à "ecocrise", em busca de encaminhamentos práticos e epistêmicos para promover reflexão e estímulo à proatividade socioambiental cidadã a partir do eixo Comunicação-Educação. Entre os objetivos específicos do estudo, do qual participaram 514 sujeitos de pesquisa (distribuídos em 12 grupos heterogêneos), incluem-se: estudar possibilidades de preenchimento de falhas na comunicação vinculada ao cenário atual de múltiplos agravantes ao meio ambiente e envolver diferentes grupos da sociedade civil na pesquisa acadêmica, verificando oportunidades de contato e estabelecendo pontes participativas entre universidade e coletividade. A abordagem teórica multirreferencial associada a um conjunto de expedientes variados para captação de dados de campo configuram o método estabelecido para a investigação, de natureza quali/quantitativa. Assim, a observação e análise de aportes em circulação midiática, de interfaces dialógicas físicas e virtuais, bem como a oferta de palestras, minicursos, realização de entrevistas e dinâmicas, aplicação de questionários virtuais e presenciais perfazem uma combinação de técnicas (LOPES, 2005; PONTUSCHKA, 2011) cuja intenção foi recolher fluxos discursivos socioambientais de diferentes dimensões/direções, por meio dos quais verificamos aspectos medulares da comunicação socioambiental contemporânea. Entre os principais resultados, destacam-se: a) percepções díspares quanto à comunicação ambiental em rede, sugerindo que variáveis como faixa etária, interesses, velocidade de contato, tipo de páginas implicam (in)eficácia das interações digitais voltadas à temática ambiental; b) percepções uníssonas quanto ao papel da escola básica em favor do compartilhamento de conteúdos educomunicativos socioambientais na perspectiva do território; c) persistência da incomunicação cidadão-poder público (e vice-versa) no tangente a assuntos socioambientais urbanos; d) ratificação da percepção coletiva de que a comunicação ambiental a circular hoje nos espaços pesquisados está mais próxima de informação e não de comunicação propriamente dita (capaz de sensibilizar para engajamento concreto); e) confirmação de preferência majoritária entre os respondentes por atividades ecopedagógicas que envolvam deslocamento pelo bairro/pela cidade, acopladas ao emprego de meios para produção de tecnoimagens -- preferencialmente estáticas; f) observação de que circuitos colaborativos de informação, comunicação e ação socioambiental podem ser proficientes se conjugada reelaboração de conteúdos científicos (teóricos e práticos, incluindo resultados de campo) a aportes midiáticos para apresentação/discussão presencial dos trânsitos discursivos recolhidos e recombinados; g) observação de que o estudo do discurso coletivo socioambiental proporcionado pela verificação e análise de trânsitos discursivos multidimensionais evidenciou-se como fresta epistêmica e estratégia metodológica viável para: g1) incremento da ação socioambiental proativa entre habitantes de áreas urbanas ambientalmente prejudicadas e g2) planejamento multi-institucional dos processos pesquisa-ensino correlacionados ao binômio comunicação-educação ambiental em tempo de progressivo agravo ecológico. Nossa investigação aponta, entretanto, para a urgência em amplificar contato institucional da universidade com escolas de ensino básico (públicas e privadas), instituições religiosas, instâncias de governo e instituições outras, a fim de desenvolver projetos territorializados de comunicação e educação ambiental integrados ao ensino formal, não formal e informal. Tal movimento vem ao encontro da necessidade de identificar novos mecanismos discursivos, comportamentais, institucionais e epistêmicos aptos a reduzir a distância entre as políticas públicas e a participação dos cidadãos nos processos decisórios ligados à qualidade da vida citadina.
Título em inglês
-
Palavras-chave em inglês
communication
environmental education
multidimensional discursive transits
socio-environmental educommunication
urban environmental communication
Resumo em inglês
Analysis of multidimensional discursive transits (CITELLI, 2012) related to "ecocrisis", in search of practical and epistemic referrals to promote reflection and stimulation of citizen socio-environmental proactivity from the Communication-Education axis. Some of the specific objectives of the study, which involved 514 research subjects (distributed into 12 heterogeneous groups), are: studying possibilities of filling in communication gaps linked to the current scenario of multiple aggravating factors to the environment and involving different groups of civil society in academic research, verifying opportunities for contact and establishing participatory bridges between university and community. The established qualitative/ quantitative research method consists of the multireferential approach coupled with a set of varied tactics for field data collection. Thus, the observation and analysis of contributions in media circulation, of physical and virtual dialogic interfaces, as well as the offer of lectures, mini-courses, interviewing and dynamics, virtual and face-to-face questionnaires constitute a combination of techniques (LOPES, 2005; PONTUSCHKA, 2011) whose intention was to collect socio-environmental discursive flows from different dimensions/directions, through which we verify the core aspects of contemporary socio-environmental communication. Among the main findings: a) disparate views regarding environmental network communication, suggesting that variables such as age range, interests, speed of contact, type of pages influence in the (in)effectiveness of the digital interactions focused on the environmental theme; b) unified perceptions about the role of the middle and high school in favor of the sharing of socio-environmental educational contents in the perspective of the territory; c) persistence of the incommunication citizen-public power (and vice versa) when it comes to urban socio-environmental issues; d) ratification of the collective perception that the available environmental communication nowadays in the researched places is closer to information and not to communication itself (which is capable of raising awareness for concrete engagement); e) confirmation of majority preference among respondents for ecopedagogical activities involving walking around the neighborhood / city, together with the use of means to produce techno-images -- preferably static ones; f) observing that collaborative circuits of information, communication and socioenvironmental action can be proficient by combining re-elaboration of scientific contents (theoretical and practical, including field results) to media contributions used to face-to-face presentations/discussions of collected and recombined discursive transits; g) observing that the study of the socio-environmental collective discourse provided by the verification and analysis of multidimensional discursive transits was evidenced as an epistemic gap and viable methodological strategy for: g1) increasing of proactive socio-environmental action among inhabitants of environmentally impaired urban areas and g2) multi-institutional planning of the research-teaching processes correlated to the binomial communication-environmental education in a time of progressive ecological damage. Our research points, however, to the urgency of amplifying the university's institutional contact with public and private elementary, middle and high schools, religious institutions, government agencies and other institutions, in order to develop territorial communication and environmental education projects integrated into formal, non-formal and informal teaching. Such a movement meets the need to identify new discursive, behavioral, institutional and epistemic mechanisms capable of reducing the gap between public policies and citizen participation in decision-making processes linked to the quality of city life.
 
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Data de Publicação
2018-07-25
 
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