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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.25.2010.tde-01062011-095409
Documento
Autor
Nome completo
Janaína Maniezo de Sousa
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2010
Orientador
Banca examinadora
Lima, Jose Eduardo de Oliveira (Presidente)
Gomide, Marcia Ribeiro
Rios, Daniela
Título em português
Avaliação da maturação pós-eruptiva do esmalte de dentes humanos hígidos e sua resposta frente a um desafio cariogênico in vitro por meio da microdureza longitudinal
Palavras-chave em português
Cárie dentária
Dureza
Erupção dentária
Esmalte dentário
Resumo em português
Sabe-se que dentes recém-irrompidos são mais susceptíveis a lesões cariosas comparados aos dentes mais velhos. O risco elevado à desmineralização tem sido também comprovado por experimentos in vitro. No entanto, a maioria dos trabalhos é realizada com amostras polidas provenientes de diferentes tipos de dentes. Adicionalmente, não há dados comparativos entre a mesma amostra hígida e desmineralizada. Portanto, este estudo teve como objetivo avaliar o impacto da maturação pós-eruptiva do esmalte humano hígido sobre a desmineralização in vitro por meio da microdureza longitudinal. Cada grupo de dentes foi composto por 12 espécimes de esmalte de terceiros molares: não irrompidos, com 1 a 6 meses de erupção e com 2 a 3 anos de erupção. As amostras foram protegidas em 2/3 da superfície e submetidas à formação de lesão cariosa artificial (gel de metilcelulose com ácido lático, pH 4,6, 14 dias). A microdureza longitudinal foi realizada na superfície hígida e desmineralizada nas distâncias de 10 a 220µm. Os dados foram analisados por ANOVA/Tukey ou Kruskall-Wallis/Dunn (p<0,05). As médias de dureza da superfície hígida (KHN), o KHN (superfície cariada) e a profundidade da lesão (m) para os grupos submetidos ao desafio cariogênico foram, respectivamente: incluso (333,2/13.567/81,67), 1-6m (355,9/13.332/78,33) e 2-3a (382,9/14.019/73,33). Concluiu-se que dentes com diferentes idades pós-eruptivas apresentam diferenças em relação à microdureza longitudinal do esmalte hígido que podem não refletir em maior susceptibilidade à desmineralização quando um gel acidificado é utilizado para provocar lesão de cárie artificial.
Título em inglês
Assessment of maturity post-eruptive enamel of healthy enamel human teeth and its response against a in vitro cariogenic challenge through longitudinal microhardness
Palavras-chave em inglês
Dental caries
Dental enamel
Hardness
Tooth eruption
Resumo em inglês
It is known that newly erupted teeth are more susceptible to carious lesions compared to older teeth. The high risk of demineralization has also been proven by in vitro experiments. However, most work is performed with polished samples from different types of teeth. Additionally, there is no comparative data between sound and demineralized enamel from the same tooth. Therefore, this in vitro study evaluated enamel maturation at different depths in sound and demineralized human teeth at different posteruptive ages by cross-sectional hardness (CSH). Each group was composed by 12 enamel samples from 3rd molars: unerupted, with 1-6 months and 2-3 years. The samples had two thirds of the surface protected and were subjected to demineralization (methylcellulose gel/lactic acid, pH 4.6, 14 days). Cross-sectional hardness was performed on sound and demineralized enamel on distances from 10 to 220µm. Data were analyzed by ANOVA/Tukey or Kruskall-Wallis/Dunn (p<0.05). Means of sound enamel hardness (KHN), KHN (demineralized surface) and lesion depth (m) for the groups submitted to acid gel were: unerupted (333.2/13,567/81.67), 1-6 m (355.9/13,332/78.33) and 2-3y (382.9/14,019/73.33). It was concluded that teeth with different post-eruptive ages differ regarding to the cross-sectional hardness of sound enamel, which in turn may not reflect a higher susceptibility to demineralization when an acidified gel is used to provoke artificial carious lesion.
 
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Data de Publicação
2011-06-02
 
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