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Master's Dissertation
DOI
10.11606/D.23.2018.tde-25062018-122402
Document
Author
Full name
Maria Fernanda Bartholo Silva
E-mail
Institute/School/College
Knowledge Area
Date of Defense
Published
São Paulo, 2018
Supervisor
Committee
Gallottini, Marina Helena Cury (President)
Oliveira, Marcio Augusto de
Ortega, Karem Lopez
Rezende, Nathalie Pepe Medeiros de
Title in Portuguese
Manifestações clínicas e orofaciais de pacientes vivendo com HIV na era pós-HAART
Keywords in Portuguese
HAART
HIV
Manifestações orais
Abstract in Portuguese
Com a introdução da terapia antirretroviral altamente ativa na década de 90, assistimos ao aumento da longevidade das pessoas vivendo com HIV/AIDS que passaram a apresentar uma incidência cada vez menor de doenças oportunistas, e aumento de outros agravos à saúde relacionados ao uso prolongado da terapia e à própria longevidade. Este estudo observacional transversal buscou determinar a prevalência de comorbidades que podem afetar o manejo clínico odontológico desta população, bem como conhecer as alterações orofaciais mais prevalentes nos pacientes HIV positivos atendidos no Centro de Atendimento a Pacientes Especiais da FOUSP. Adicionalmente, comparamos os dados obtidos nesse estudo, com estudo semelhante desenvolvido no mesmo centro, há uma década, e também avaliamos o impacto da condição bucal na qualidade de vida destes indivíduos. Foram incluídos 101 pacientes HIV positivos, examinados sempre pela mesma pesquisadora. Todos estavam sob HAART. Foram aplicados questionários aos participantes a respeito da história médica e odontológica pregressa e atual, aplicação do OHIP-14 e avaliação de exames hematológicos. Em todos os participantes foi realizado exame orofacial em cadeira odontológica, índice CPOD e ICP, e em 95 deles também a quantificação do fluxo salivar estimulado. Do total, 42,5% apresentaram ao menos uma manifestação orofacial, sendo a lipoatrofia facial de maior incidência (32,7%), seguida pela xerostomia (29,7%), aumento de glândulas salivares (11,9%) e aumento de linfonodos cervicais (4,9%). Ao menos uma comorbidade, excluindo-se alergia para a contagem, acometeu 88,1% (89/101) dos participantes e as mais prevalentes foram lipodistrofia (49,5%) e desordens psiquiátricas (37,6%). As alterações do hemograma foram observadas em 7,3% dos participantes para leucócitos, 4,9% neutrófilos e 10,9% em hemoglobina, sendo os valores críticos raramente evidenciados. Foi verificado impacto negativo moderado quanto à autopercepção de qualidade de vida relacionada à condição oral. A comparação com os dados obtidos há uma década revelaram aumento na incidência de lipodistrofia e distúrbios psiquiátricos como depressão e ansiedade. A incidência de manifestações bucais manteve-se semelhante, à exceção de xerostomia, que apresentou aumento, e a pigmentação da mucosa bucal, que apresentou diminuição nestes dez anos. Além disso, a média obtida entre os valores de CD4 foi significativamente maior no presente estudo, assim como a média etária dos pacientes (p<0,05). Concluímos que, de modo geral, as alterações sistêmicas encontradas não limitaram o atendimento odontológico ambulatorial, e que embora raras, as alterações hematológicas encontradas demonstram a importância da solicitação do hemograma previamente ao tratamento. O dentista deve estar atento às manifestações orofaciais, principalmente as oportunistas, que podem denunciar falta de adesão ou falha da TARV. Foi evidenciado um impacto negativo moderado quanto à qualidade de vida relacionada à condição bucal, que deve ser investigado em estudos futuros. Decorrida uma década, nota-se maior longevidade dos pacientes, associada à qualidade de vida, que pode ser demonstrada através da maior média de linfócitos T CD4 encontrada.
Title in English
Clinical and orofacial manifestations in pacients living with HIV in the pos-HAART era
Keywords in English
HAART
HIV
Oral manifestations
Abstract in English
With the introduction of highly active antiretroviral therapy in the 1990s, we have seen an increase in the longevity of people living with HIV/AIDS, which has had a decreasing incidence of opportunistic diseases and an increase in other health problems related to long-term use of HIV. therapy and longevity itself. This cross-sectional observational study aimed to determine the prevalence of comorbidities that may affect the dental management of this population, as well as to know the most prevalent orofacial alterations in HIV positive patients seen at the FOUSP Special Patient Care Center. In addition, we compared the data obtained in this study, with a similar study developed in the same center a decade ago, and also evaluated the impact of the oral condition on the quality of life of these individuals. We included 101 HIV positive patients, always examined by the same researcher. Everyone was under HAART. Questionnaires were applied to participants regarding previous and current medical and dental history, OHIP-14 application, and evaluation of hematological exams. In all the participants, dental examinations were carried out in a dental chair, CPOD index and PCI, and in 95 of them the quantification of stimulated salivary flow. From the total, 42.5% had at least one orofacial manifestation, with facial lipoatrophy with a higher incidence (32.7%), followed by xerostomia (29.7%), salivary glands (11.9%) and increased of cervical lymph nodes (4.9%). At least one comorbidity, excluding allergy for counting, affected 88.1% (89/101) of the participants and the most prevalent were lipodystrophy (49.5%) and psychiatric disorders (37.6%). Changes in blood counts were observed in 7.3% of the participants for leukocytes, 4.9% neutrophils and 10.9% in hemoglobin, and the critical values were rarely evidenced. Moderate negative impact on self - perceived quality of life related to the oral condition was verified. The comparison with data obtained a decade ago revealed an increase in the incidence of lipodystrophy and psychiatric disorders such as depression and anxiety. The incidence of oral manifestations remained similar, with the exception of xerostomia, which presented an increase, and the pigmentation of the buccal mucosa, which presented a decrease in these ten years. In addition, the average value obtained between CD4 values was significantly higher in the present study, as was the average age of the patients (p<0.05). We concluded that, in general, the systemic alterations found did not limit outpatient dental care, and although rare, the hematological alterations found demonstrate the importance of requesting the blood count prior to treatment. The dentist should be aware of orofacial manifestations, especially opportunists, who may report lack of compliance or failure of ART. A moderate negative impact on the quality of life related to the oral condition was evidenced, which should be investigated in future studies. After a decade, there is a greater longevity of the patients, associated to the quality of life, which can be demonstrated through the higher CD4 T lymphocyte count found.
 
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Publishing Date
2018-07-20
 
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