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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.23.2005.tde-27092005-154650
Documento
Autor
Nome completo
Márcia Daronch
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2005
Orientador
Banca examinadora
Goes, Mario Fernando de (Presidente)
Giudici, Reinaldo
Rueggeberg, Frederick Allen
Sinhoreti, Mário Alexandre Coelho
Zaniquelli, Maria Elisabete Darbello
Título em português
"Avaliação in vitro e in vivo da resina composta pré-aquecida em relação à cinética de polimerização
Palavras-chave em português
cinética de polimerização
fotopolimerização
grau de conversão
materiais dentários
resina composta
temperatura
temperatura intrapulpar
Resumo em português
O objetivo do trabalho foi investigar múltiplos aspectos relacionados ao pré-aquecimento da resina composta anterior à fotoativação: o grau de conversão e a cinética da polimerização em função da temperatura de polimerização, tempo de fotoativação e profundidade; o desempenho da fonte aquecedora (temperatura máxima, estabilidade térmica do aparelho e variações de temperatura ao pré-aquecer compules) e aspectos clínicos (o efeito de ciclos de pré-aquecimento repetidos e prolongados sobre o grau de conversão, a variação da temperatura intrapulpar in vitro e a variação da temperatura in vivo ao usar resina composta pré-aquecida ou a temperatura ambiente. A conversão de monômeros e os parâmetros de cinética foram determinados através de FTIR-ATR. Os espécimes foram fotoativados por 5, 10, 20 ou 40s entre 3 o e 60 o C. Foram calculados o grau de conversão em tempo real, a taxa máxima de conversão, o tempo em que ocorreu a taxa máxima, e a conversão na taxa máxima. Os dados foram tratados por análise de variância, teste-t e análise de regressão (p ≤0,05). O desempenho do dispositivo aquecedor foi medido monitorando-se a mudança de temperatura em tempo real com o auxílio de um termopar tipo-k conectado a um conversor analógico-digital. Os termopares foram colocados no aquecedor e dentro de compules de compósito. Os dados foram analisados com teste t (p ≤0,05). Compules (n=5) foram submetidos a um dos ciclos térmicos: Pré-aquecimento repetido (da temperatura ambiente a 60 o C, por 10 vezes) ou Prolongado (24h a 60 o C). O grau de conversão foi medido 24h após os ciclos, com o compósito à temperatura ambiente, seguindo o protocolo descrito acima. Os dados foram tratados por análise de variância e teste de Tukey (p≤0,05). O aumento da temperatura intrapulpar foi medido por um termopar colocado na câmara pulpar de um prémolar contendo uma cavidade de Classe V (com 1mm de espessura de dentina remanescente). O preparo foi preenchido com compósito à temperatura ambiente ou pré-aquecido enquanto a temperatura intrapulpar era continuamente monitorada (n=5). Os dados foram comparados por análise de variância e teste de Tukey (p ≤0,05). Para a medida da variação de temperatura in vivo, foram feitos preparos cavitários de 2mm de profundidade em dentes posteriores de um indivíduo (n=3). Uma sonda que mensurava a temperatura foi introduzida no dente preparado em cada procedimento restaurador e durante a inserção da resina composta à temperatura ambiente ou pré-aquecida a 60°C. Os dados foram comparados com análise de variância e teste de Tukey (p ≤0,05). Os resultados indicaram que: 1) o pré-aquecimento da resina composta anterior à fotoativação aumenta o grau de conversão, reduz o tempo de fotoativação e resulta em maior taxa de conversão, sem alterar o tempo em que a taxa máxima ocorre; 2) tanto o dispositivo aquecedor quanto os compules atingiram temperaturas inferiores das determinadas pelo fabricante; ao remover o compósito do aquecedor a perda de calor é acentuada ; 3) o grau de conversão não foi afetado por ciclos repetidos e prolongados de pré-aquecimento da resina composta; 4) não houve aumento da temperatura intrapulpar ao serem comparadas as resinas composta à temperatura ambiente e pré-aquecida; 5) a medida da temperatura in vivo revelou que o compósito pré-aquecido a 60 o C fica somente 8 o C acima da temperatura intrabucal; a técnica de pré-aquecimento deve ser usada com cautela.
Título em inglês
In vitro and in vivo appraisal of pre-heated resin composite with relation to polymerization kinetics
Palavras-chave em inglês
dental materials
intrapulpal temperature
monomer conversion
photopolymerization
polymerization kinetics
resin composite
temperature
Resumo em inglês
This work examined multiple aspects of pre-heating dental resin composite prior to light-curing: the monomer conversion and polymerization kinetics as a function of cure temperature, light-exposure duration and depth; the performance of the heating device (maximum temperature, thermal stability of device and temperature change when pre-heating compules); and clinically relevant issues (the effect of repeated and extended pre-heating cycles on conversion; in vitro intrapulpal temperature change and in vivo temperature change when using either room-temperature or pre-heated composite). Monomer conversion and kinetic parameters were determined using FTIR-ATR. Specimens were cured for 5, 10, 20 or 40s between 3 o and 60 o C. Real-time monomer conversion, maximum conversion rate, time into exposure when maximum rate occurred, and conversion at maximum rate were calculated. Data were analyzed using regression analysis, Student's t-tests, and ANOVA with appropriate post-hoc tests (alpha = 0.05). Performance of the heating device was measured by monitoring the real-time temperature change with a K-type thermocouple connected to an analog-to-digital converter. Thermocouples were placed both in the heater and inside composite compules. Data were analyzed using Student t-test (alpha = 0.05). Compules (n=5) were submitted to one of the temperatures cycles: Repeated (from room temperature to 60 o C, 10 times) or Extended pre-heating (24h at 60 o C). Monomer conversion was measured 24h after cycling, with composite at room temperature, following the protocol described above. Data were analyzed using ANOVA and the Tukey-Kramer post-hoc test (alpha = 0.05). Intrapulpal temperature rise was measured by placing a K-type thermocouple in the pulp chamber of a extracted, human premolar, which had a Class V preparation (1mm remaining dentin thickness). The preparation was filled using composite either at room-temperature, or pre-heated while continuously monitoring intrapulpal temperature (n=5). Data were compared using ANOVA and the Tukey-Kramer post-hoc test (α =0.05). For measurement of temperature change in vivo, 2mm deep preparations were made on posterior teeth of a live human subject (n=3). Temperature values were recorded by placing a custom-made probe on the tooth preparation after each restorative procedure and during insertion of resin-composite at room temperature or pre-heated to 60°C. Data were compared using a 2-way ANOVA, and Tukey-Kramer post-hoc test (α =0.05). Results indicated that: 1) pre-warming composite prior to polymerization results in greater conversion, requires shorter exposure duration, and enhances maximal rate of conversion without changing the time into the exposure when the maximum rate occurs; 2) either the heating device or the compules achieved lower temperatures than those stated by the manufacturer; composite temperature loss upon removal from the heater was dramatic; 3) neither repeated nor extended pre-heating of composites significantly affected monomer conversion values; 4) no increase in intrapulpal temperature values was observed when comparing room temperature and pre-heated composite; 5) temperature measurement in vivo revealed that composite pre-heated to 60°C attains only 8 o C above intraoral temperature upon delivery; thus, the composite pre-heating technique should be used with caution.
 
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TeseMarciaDaronch.pdf (2.41 Mbytes)
Data de Publicação
2005-10-14
 
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