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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.23.2005.tde-06062005-153047
Documento
Autor
Nome completo
Ana Cláudia Durante Ramires-Romito
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2005
Orientador
Banca examinadora
Grande, Rosa Helena Miranda (Presidente)
Chavez, Victor Elias Arana
Goes, Mario Fernando de
Myaki, Silvio Issáo
Silva, Alessandra Reis
Título em português
"Resistência de união, ao ensaio de microtração, de selante e sistemas adesivos aplicados em superfícies oclusais de molares decíduos"
Palavras-chave em português
Esmalte decíduo
Microtração
Selante
Sistemas adesivos
Resumo em português
O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência de união, ao ensaio de microtração, de selante (Clinpro, 3M) e sistemas adesivos (OptiBond FL, Kerr; OptiBond Solo, Kerr; OptiBond Solo Self-Etch Adhesive System (SE), Kerr) aplicados em superfícies oclusais de molares decíduos (n=32). Os produtos avaliados foram testados após serem aplicados de acordo com as recomendações dos fabricantes e após contaminação da superfície oclusal com saliva. Após armazenagem em água por 24h a 37ºC, cada dente foi secionado no plano mésio-distal e perpendicularmente à interface de união para obtenção de corpos-de-prova em forma de palito com seção transversal retangular e área aproximada de 0,6 mm 2 . Cada corpo-de-prova foi submetido ao teste de tração em máquina de ensaio universal a uma velocidade de 0,5 mm/min e os fragmentos armazenados para análise posterior do padrão de fratura em microscopia eletrônica de varredura. As fraturas foram classificadas em: adesiva mista, tipo 1 (fratura tanto de material restaurador, isto é associação de adesivo/resina composta, como do esmalte e o substrato predominante foi esmalte); adesiva mista, tipo 2 (fratura tanto de material restaurador como do esmalte e o substrato predominante foi o material restaurador); adesiva mista, tipo 3 (fratura tanto de material restaurador como do esmalte e houve distribuição homogênea de ambos); mista tipo 4 (fratura apenas de material restaurador, isto é, adesivo associado à resina composta) e; coesiva tipo 5 (fratura coesiva exclusivamente de um do substratos sendo esmalte ou resina composta). A análise estatística dos dados obtidos, relativos à resistência de união, usou como unidade experimental o dente. Os palitos perdidos em cada grupo foram incluídos no cálculo de resistência de cada dente. A contaminação salivar não influe nciou a perda de palitos. Não houve associação entre o padrão de fratura e os valores de resistência de união. As fraturas foram predominantemente mistas, não foi observada fratura coesiva exclusivamente de esmalte ou resina composta. Para os sistemas adesivos testados, nenhuma diferença significante foi observada entre os grupos com contaminação salivar ou não. OptiBond FL (34,5 ± 2,2 MPa) e Clinpro (45,1 ± 3,2 MPa) apresentaram valores de resistência de união similares e significativamente maiores do que o OptiBond Solo Plus (19,1 ± 2,3 MPa) e OptiBond Solo SE (9,8 ± 2,3 MPa) que foram equivalentes entre eles (p > 0,05).
Título em inglês
Micro-tensile bond strength of sealant and adhesive systems applied on occlusal surfaces of primary molars.
Palavras-chave em inglês
Adhesive systems
Micro-tensile bond strength
Primary enamel
Sealant
Resumo em inglês
The aim of this study was to evaluate the micro-tensile bond strength (mTBS) of a conventional sealant (Clinpro, 3M) and adhesive systems (OptiBond FL, Kerr; OptiBond Solo, Kerr; OptiBond Solo Self-Etch Adhesive System (SE), Kerr) on occlusal surface of primary molars (n=32). Sealant and adhesives were tested under manufacturers’ specifications and after contamination of the bonding site with saliva. After storage in distilled water at 37 º C for 24 h, the specimens were longitudinally sectioned perpendicular to the adhesive interface. Stick shape samples with cross-sectional areas of about 0.6 mm 2 were obtained and subjected to a tensile force in a universal testing machine at a crosshead speed of 0.5 mm/min. The bond failure modes were evaluated at scanning electron microscope and classified as following: mixed, type 1 (with cohesive failure of the neighboring substrates, wherein enamel was predominant); mixed, type 2 (with cohesive failure of the neighboring substrates, wherein adhesive/resin composite was predominant); mixed, type 3 (with cohesive failure of the neighboring substrates, wherein enamel and adhesive/resin composite was equally distributed); mixed, type 4 (with cohesive failure of the neighboring substrates, where there was only adhesive and resin composite, with none enamel fracture); cohesive, type 5 (failure exclusive within enamel or resin composite). The mean value of bond strength was calculated for each of the four teeth used per group, meaning that the experimental unit was the tooth. These were averaged to express the mean bond strength for every material at each group. The specimens lost due to pre-testing failure were included in the calculus of the mTBS of each tooth. Moisture did not influence sticks loss. There was not any association between failure mode and values of mTBS. The majority of fractures were mixed, none cohesive failure of enamel or composite resin was observed. For the tested adhesive systems no significant difference was observed between the groups under either saliva contamination or not. OptiBond FL (34.5 ± 2.2 MPa) and Clinpro (45.1 ± 3.2 MPa) showed similar values of mTBS and significantly higher than OptiBond Solo Plus (19.1 ± 2.3 MPa) and OptiBond Solo SE (9.8 ± 2.3 MPa) that were equivalent to each other (p>0.05).
 
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TeseToda.pdf (3.68 Mbytes)
Data de Publicação
2005-07-15
 
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