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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.23.2006.tde-28082006-183233
Documento
Autor
Nome completo
Luciana Cardoso Fonseca
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2006
Orientador
Banca examinadora
Cavalcanti, Marcelo de Gusmao Paraiso (Presidente)
Haetinger, Rainer Guilherme
Haiter Neto, Francisco
Panella, Jurandyr
Santos, Denise Takehana dos
Título em português
"Displasia fibrosa do complexo craniofacial: avaliação por meio de tomografia computadorizada e proposta de uma nova sistematização"
Palavras-chave em português
Craniofacial
Displasia Fibrosa
Monostótica
Tomografia Computadorizada
Resumo em português
O objetivo deste trabalho foi avaliar diferentes aspectos da displasia fibrosa por meio da tomografia computadorizada (sítio ósseo da lesão, padrões de imagem, expansão e/ou destruição óssea) e correlacioná-los com a classificação da lesão (displasia fibrosa monostótica e craniofacial) e o sexo dos pacientes, além de sugerir uma padronização da classificação destas imagens. Foram avaliados 52 pacientes com displasia fibrosa monostótica e craniofacial por meio de cortes axiais e coronais de tomografia computadorizada. Os padrões de imagem na tomografia computadorizada foram divididos em três aspectos: hiperdenso e homogêneo (“vidro despolido”); pagetóide (hipo e hiperdenso); hiperdenso e esclerótico e hipodenso (Apesar de não ter encontrado na minha tese, este foi um padrão citado). Quando comparados os sexos, observou-se maior proporção de imagens padrão pagetóide e esclerótico no sexo feminino e padrão de imagem “vidro despolido” no sexo masculino. O padrão de imagem “vidro despolido” predominou entre as displasias fibrosas monostóticas; entre as displasias fibrosas craniofaciais, as imagens padrão “vidro despolido” e pagetóide apresentaram igual freqüência. As imagens escleróticas apresentaram proporção semelhante nos dois casos. Nos sítios ósseos com displasia fibrosa monostótica, o padrão “vidro despolido” foi predominante no esfenóide e na maxila. Além disso, foi o único padrão observado nos ossos frontal e temporal. O padrão pagetóide foi predominante na mandíbula e foi o único padrão encontrado no occipital. O padrão esclerótico só foi encontrado no temporal. Nos sítios ósseos com displasia fibrosa craniofacial, foram observados todos os três padrões de imagem no esfenóide, zigomático, maxila, etmóide, frontal e osso temporal. O padrão pagetóide foi encontrado em todos os sítios ósseos com displasia fibrosa craniofacial. O teste de Fisher mostrou não haver nenhuma associação estatística entre padrões de imagem e classificação da lesão para cada sítio ósseo (p > 0,05). Independentemente do padrão de imagem, todas as lesões apresentaram expansão da cortical. No entanto, somente as lesões com padrão pagetóide apresentaram destruição da cortical. A tomografia computadorizada é essencial na avaliação da extensão e do padrão de imagem da lesão. Uma nova padronização da classificação das imagens foi sugerida para um melhor entendimento e tratamento da doença quando correlacionada com o sítio ósseo.
Título em inglês
Fibrosa Displasia of the craniofacial complex: evaluation by means of computerized cat scan and proposal of a new systematization
Palavras-chave em inglês
Computed Tomography
Craniofacial
Fibrous Dysplasia
Monostotic
Resumo em inglês
The aim of this study was to determine the different computed tomography aspects (site of involvement of the lesion per bone, pattern of imaging and behavior (expansive and/or destructive) of patients with monostotic fibrous dysplasia and craniofacial fibrous dysplasia considering sex and the bone locations and to suggest a standard imaging classification. 52 patients with monostotic fibrous dysplasia or craniofacial fibrous dysplasia were studied through CT (axial and coronal slices). The images were categorized in four patterns: 1) “ground glass”, 2) pagetoid, 3) sclerotic and 4) hypodense. When the two sexes were compared, a greater proportion of pagetoid and esclerotic patterns was observed in the female while “ground-glass” in the male. The “ground-glass” pattern was predominant in the cases of monostotic fibrous dysplasia . In addition, the ground-glass” and pagetoid patterns showed equal frequency. The sclerotic images showed similar proportion in both cases. In the bone locations with monostotic fibrous dysplasia, the “ground-glass” pattern was predominant in the sphenoid and maxilla. In addition, it was the only pattern observed in the frontal and parietal bones. The pagetoid pattern was predominant in the mandible and it was the only pattern observed in the occipital. The sclerotic pattern was only found in the temporal bone. In the bone locations with craniofacial fibrous dysplasia, all patterns of imaging in sphenoid, zygoma, maxilla, ethmoid, frontal and temporal bones were observed. Furthermore, all the bone locations with craniofacial fibrous dysplasia showed the pagetoid pattern. When the Fisher test was used, statistically significant association between imaging pattern and lesion classification considering bone location was not observed (p>0.05). All lesions showed expansion of the cortical and only the lesions with the pagetoid pattern showed destruction of the cortical. Computed tomography determined the extension and imaging patterns of the bone affected with monostotic fibrous dysplasia and craniofacial fibrous dysplasia. A standard imaging classification could be established in order to clarify the diagnosis and treatment of these lesions.
 
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LucianaFonseca.pdf (1.01 Mbytes)
Data de Publicação
2006-09-26
 
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