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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2008.tde-19032008-162214
Documento
Autor
Nome completo
Geovana Magalhães Ferecini
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2008
Orientador
Banca examinadora
Scochi, Carmen Gracinda Silvan (Presidente)
Fonseca, Luciana Mara Monti
Leite, Adriana Moraes
Título em português
Aprendendo e ensinando sobre os cuidados com o filho prematuro: a vivência de mães em um programa de educação em saúde
Palavras-chave em português
Educação em saúde
Enfermagem neonatal
Mães
Prematuro
Recém-nascido
Resumo em português
As práticas educativas dirigidas às mães de prematuros ainda ocorrem, em alguns hospitais, de maneira tradicional, ministradas por profissionais sem a participação ativa da clientela nesse processo. Num esforço para o preparo mais adequado de mães para a alta hospitalar de bebês prematuros, vislumbrando a possibilidade de construir com mães conhecimentos acerca dos cuidados com o filho, motivou-se realizar o presente estudo tendo como objetivos específicos: descrever o processo de desenvolvimento de um Programa de Educação em Saúde mediado pelo uso de uma cartilha educativa dirigida às mães de prematuros, utilizando a metodologia participativa; analisar a percepção destas mães sobre a vivência no Programa e avaliar a aquisição de conhecimentos cognitivos destas sobre os cuidados com seus filhos, proporcionados pela participação no Programa. Trata-se de pesquisa de intervenção educacional fundamentado no referencial da problematização de Paulo Freire e que utiliza as abordagens quantitativa e qualitativa. Participaram do estudo 38 mães de prematuros internados na unidade de cuidados intermediários neonatal de um hospital público universitário de Ribeirão Preto - SP. O Programa de Educação em Saúde consistiu em atividades educativas grupais mediadas pelo uso da cartilha educativa "Cuidados com o bebê prematuro: orientações para a família". As participantes receberam a cartilha educativa para leitura e, posteriormente, participaram de grupos educativos coordenados pela pesquisadora, utilizando o método da problematização. A atividade grupal era iniciada com uma apresentação, seguida por uma técnica de relaxamento e, posteriormente, eram trabalhados participativamente os conteúdos abordados na cartilha e outros levantados pelas participantes relacionados ao cuidado do filho prematuro visando à alta hospitalar. As participantes também foram estimuladas a expressarem suas percepções acerca da vivência no Pprograma. Os grupos educativos foram filmados e as falas e os comportamentos não-verbais foram transcritos na íntegra a partir das filmagens. Outra técnica de coleta de dados foi a entrevista estruturada, pré e pós intervenção, orientada por um roteiro contendo 46 afirmações sobre os cuidados com o bebê prematuro. O conhecimento de cada participante foi classificado em insuficiente, regular, bom e ótimo ao apresentar quantidade total de respostas corretas nos seguintes intervalos: até 11, de 12 a 23, 24 a 35, 36 a 46 questões, respectivamente. Na análise qualitativa das falas das mães foi utilizada a análise temática. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética do hospital. Cada mãe participou de uma a duas reuniões educativas, com duração média de 1h a 2h, desenvolvidas utilizando a metodologia participativa auxiliada por técnicas da comunicação terapêutica como a permanência em silêncio, a escuta reflexiva, a verbalização de interesse e aceitação e a devolução de perguntas, promovendo assim o diálogo e a troca de experiências. A cartilha, apesar de não ter sido amplamente lida pelas participantes do estudo, mostrou ser um instrumento de grande importância para posterior consulta após a alta do prematuro além de auxiliar na aquisição de conhecimentos de familiares. Com relação à percepção acerca da vivência no Programa, verificou-se que todas as participantes consideraram-no importante, apreendendo-se quatro núcleos temáticos: o aprendizado proporcionado pelo Programa de Educação em Saúde; a criação de possibilidades de socializar o conhecimento com a família; o Programa de Educação em Saúde como espaço para descontração e escuta e desenvolvendo o vínculo afetivo com outras mães e enfermeira. Verificouse, no pré-teste, que 5 mães (13,2%) apresentaram conhecimento regular, 29 (76,3%) bom e 4 (10,5%) ótimo, enquanto que, no pós-teste, todas (100%) passaram a apresentar conhecimento ótimo, o que demonstra o impacto positivo da intervenção educativa. Obteve-se ganho relativo estatisticamente significante na comparação do pré com o pós-teste, entre as mães de menor escolaridade, do lar e que participaram de grupos educativos com menor duração e menor número de participantes. A questão com menor número de acertos refere-se à vestimenta adequada do prematuro. Concluiu-se que a participação destas mães nas atividades educativas utilizando a metodologia participativa, mediada por uma cartilha educativa, possibilitou a aquisição de conhecimentos cognitivos além de tornar os momentos de educação em saúde prazerosos e possibilitar a troca de experiências e o estabelecimento de vínculos afetivos. Destaca-se a importância de propostas de Educação em Saúde dirigida a essa clientela a fim de contribuir com a construção de uma assistência integral mais criativa, inovadora e participativa.
Título em inglês
Learning and teaching about the care to your preterm baby: the experience of mothers in a health educational program
Palavras-chave em inglês
Health Education
Mothers.
Neonatal Nursing
Newborn
Preterm
Resumo em inglês
The educational practice directed to mothers of preterm babies in some hospitals still happens in a traditional way without any active participation of the clientele in the process. In an effort to better prepare mothers for the hospital leave of their preterm babies, visualizing the possibility of building with them knowledge concerning the care to their preterm children, we felt motivated to perform the present study having as specific objectives: describing the development process of a Health Educational Program mediated by the use of an educational booklet directed to the mothers of preterm babies using participative methodology ; analyzing the perception of these mothers on the experience lived in the program and evaluating their acquisition of cognitive knowledge about the care to their children by participating in the program. This project is an educational intervention research based on Paulo Freire's problematization referential and using quantitative and qualitative approaches.38 mothers of preterm babies staying in the Intermediate Care Neonatal Unit of a public university hospital in the city of Ribeirão Preto -SP participated in the study. The Health Educational Program consisted of group educational activities supported by the use of the booklet: "Care to the preterm baby: family orientation'. The participants received the educational booklet and after reading it joined the educational groups coordinated by the researcher using the problematization method. The group activity was initiated with a presentation followed by relaxation techniques and, later on, the contents of the booklet as well as the information received from these mothers in relation to the care to their preterm babies aiming at the hospital leave were compiled in a participative way. The participants were also stimulated to express their opinions about their experience in the program. The educational groups were filmed and the non verbal behaviors were transcripted in full from the film footage. Another data collection technique was a structured interview pre and post intervention oriented by a questionnaire with 46 questions about the care to the preterm. The knowledge of each participant was classified according to the number of correct answers to the questionnaire as follows: insufficient (up to 11), fair (12 to 23) good (24 to 35) and excellent (36 to 46). A thematic analysis was used in the qualitative analysis of the mothers` dialogs. The project has been approved by the Ethics Committee of the hospital. Each mother attended one or two educational meetings, with an average duration of one to two hours, developed through a participative methodology supported by techniques of therapeutic communication such as staying silent, reflexive listening, verbalizing of interests and acceptance and, asking questions thus promoting the dialog and exchange of experiences. The educational booklet in spite of not being thoroughly read by the participants in the study, proved to be an important tool for consultation after the preterm hospital discharge besides assisting the family in the acquisition of knowledge. In relation to the mothers perception of the experience lived in the Health Educational Group, we verified that all the participants considered it to be important in four thematic levels: the knowledge received from the Health Educational Program, the possibility of socializing the knowledge with the family members, the Health Educational Program as a space for relaxation and listening and the development of an affective link with other mothers and with the nurse. We verified in the pretest that 5 mothers (13, 2%) presented fair knowledge, 29 (76, 3%) good and 4 (10, 5%) excellent, and in the post test all of them (100%) presented excellent knowledge thus demonstrating the positive impact of the educational intervention. Comparing the results of the pre and post tests there was a statistically significant relative gain with the mothers with lower schooling level and who participated in Educational Groups with less duration and fewer participants. The questions with the highest number of wrong answers were related to clothing of the baby. The conclusion was that the participation of these mothers in educational activities using the participative methodology, with the use of the educational booklet, made the acquisition of cognitive knowledge and the exchange of experiences possible as well as making the moments of education in health more pleasant. What stands out is the importance of new proposals in Education in Health, in order to contribute to the construction of a thorough more creative, innovative and participative assistance.
 
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Data de Publicação
2008-03-31
 
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