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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.22.2007.tde-15052007-091813
Documento
Autor
Nome completo
Glória Lúcia Alves Figueiredo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2007
Orientador
Banca examinadora
Mello, Débora Falleiros de (Presidente)
Ayres, Jose Ricardo de Carvalho Mesquita
Lima, Regina Aparecida Garcia de
Pinto, Ione Carvalho
Tonete, Vera Lucia Pamplona
Título em português
Experiências de famílias sobre a vacinação de crianças menores de dois anos: subsídios para o cuidado de enfermagem.
Palavras-chave em português
Cuidado do lactente
Enfermagem
Programas de vacinação
Resumo em português
Este estudo tem por objetivo compreender as experiências de famílias com a vacinação de crianças menores de dois anos, fundamentado no cuidado em saúde, buscando subsídios para o cuidado de enfermagem. O reconhecimento da relação entre cuidado em saúde e a prática de vacinação permite enriquecer nossas intervenções. As bases conceituais estão centradas nos estudos sobre o cuidado e a reconstrução das práticas de saúde de J.R. Ayres. O substrato empírico consiste de entrevistas gravadas nos domicílios de 19 famílias moradoras na área de abrangência de duas unidades básicas de saúde do município de Franca-SP. A partir de abordagem qualitativa, na perspectiva hermenêutica, os dados foram analisados e agrupados ao redor de quatro temas: o cotidiano do cuidar da criança; conhecimentos práticos e científicos sobre vacinação de crianças; responsabilidade e obrigatoriedade da vacinação de crianças; e ampliação das práticas de vacinação de crianças. De modo geral, espontaneamente, a vacinação não é lembrada entre os cuidados familiares dispensados às crianças. As práticas em vacinação se estabeleceram numa relação de obrigatoriedades e, nessa construção, vários aspectos influenciaram as relações nas salas de vacina entre famílias e trabalhadores de saúde, particularmente de enfermagem. A prática de vacinação aparece descolada dos cuidados cotidianos da criança. A análise permitiu identificar elementos potenciadores da não vacinação: a inexperiência e dependência no empenho dos pais, estado civil solteira, excesso de tarefas, recusa de aplicações simultâneas de vacinação e a relação com os serviços de saúde (assistência fragmentada, ausência de diálogos, discriminação, falsas contra-indicações e relação embasada na obrigatoriedade) e elementos potenciadores da vacinação: ter experiência e realização pessoal no papel de ser pai/mãe, temor ao adoecimento, reconhecer como um bom cuidado, possuir conhecimento prático e científico de vacina e de manejo com eventos adversos e a relação com os serviços de saúde (acesso assegurado, flexibilidade do horário, vínculo, divulgação, gratuidade, posse do cartão de vacinas, campanhas de vacinação, disponibilização de vacinas e profissionais). As famílias entrevistadas sugerem as seguintes estratégias de aproximação às crianças/famílias que faltam à vacinação: informações pelos meios de comunicação, cartazes, seguimento de crianças, visita domiciliar e envolvimento de profissionais e serviços de outras áreas. O modo como as famílias cuidam da vacinação das crianças pode estar ligado ao modo de ser daquelas pessoas e ao modo como as práticas estão organizadas, demonstrando a necessidade de integração entre prática de vacinação e cuidado à saúde da criança nos serviços de atenção primária à saúde. Nesse sentido, é preciso reconstruir a prática de enfermagem em salas de vacinação, com vistas a articular saberes técnicos e saberes práticos.
Título em inglês
Family experiences of vaccination in children under two years old: support for nursing care.
Palavras-chave em inglês
Infant Care
Nursing
Vaccination programs
Resumo em inglês
This study aims to understand families experiences in vaccinating children under two years old, from a health care perspective, with a view to supporting nursing care. The acknowledgement of the relation between health care and vaccination practice makes it possible to enrich our interventions. The conceptual bases are centered on studies about care and the reconstruction of health practices by J.R. Ayres. The empirical substrate consists of interviews recorded at the homes of 19 families who lived in the area covered by two basic health units in Franca-SP, Brazil. Based on a qualitative approach, within a hermeneutical perspective, data were analyzed and grouped around four themes: daily care for the child; practical and scientific knowledge on vaccination for children; responsibility and obligation of vaccination for children; and broadening the vaccination practices for children. In general, spontaneously, vaccination is not remembered as a part of family care for children. Vaccination practices were established in a relation marked by obligations and, in this construction, various aspects influenced the relations between families and health professionals, particularly nursing staff, in the vaccination rooms. Vaccination appears to be separated from daily care for the child. The analysis allowed us to identify elements that enhance non-vaccination: inexperience and dependence in the parents? efforts, single civil status, excess tasks, refusal to receive simultaneous vaccination application and the relation with health services (fragmented care, absence of dialogues, discrimination, false contraindications and relation based on obligation) and elements enhancing vaccination: possessing experience and personal realization in the role of being a father/mother, fear of disease, acknowledging vaccination as good care, having practical and scientific knowledge about vaccination and coping with adverse events and the relation with health services (guaranteed access, flexible times, bonding, dissemination, no cost, possession of vaccination card, vaccination campaigns, availability of vaccines and professionals). The interviewed families suggest the following strategies to approach children/families who do not attend vaccination: information through communication means, posters, follow-up of children, home visits and involvement by professionals and services from other areas. The way families take care of the children s vaccination can be related to their way of being and to the way health practices are organized, demonstrating the need for integration between vaccination practice and child health care in primary care services. In this sense, nursing practices in vaccination rooms need to be reconstructed, with a view to articulating technical and practical knowledge.
 
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GloriaLAFigueiredo.pdf (975.68 Kbytes)
Data de Publicação
2007-05-17
 
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