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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.22.2008.tde-06102008-144024
Documento
Autor
Nome completo
Ana Carolina Sartorato Beleza
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2008
Orientador
Banca examinadora
Nakano, Ana Marcia Spano (Presidente)
Ferreira, Cristine Homsi Jorge
Gomes, Flávia Azevedo
Santos, Claudia Benedita dos
Ymayo, Marcos Roberto
Título em português
A dor perineal no pós-parto normal com episiotomia: mensuração, caracterização e efeitos da crioterapia
Palavras-chave em português
crioterapia
dor
episiotomia
fisioterapia.
puerpério
Resumo em português
A dor perineal no pós-parto é uma das morbidades mais comuns que acometem as mulheres no período puerperal. Recursos farmacológicos e não farmacológicos têm sido investigados para aliviar tal sintoma. A crioterapia é uma técnica frequentemente utilizada na clínicaobstétrica, porém existem poucos estudos que fundamentam tal terapêutica. Diante disso, este estudo teve como objetivo geral avaliar o efeito da crioterapia no alívio da dor da região perineal em primíparas submetidas ao parto normal com episiotomia. Os objetivos específicos foram: mensurar a dor perineal em primíparas submetidas ao parto normal com episiotomia por meio instrumento unidimensional de dor, caracterizar a dor perineal por meio de instrumento de avaliação multidimensional de dor, verificar quais atividades realizadas pelas puérperas dentro da maternidade estavam limitadas pela presença da dor, verificar o efeito da crioterapia no alívio da dor imediatamente após a aplicação e uma hora pós-tratamento, verificar a temperatura da região perineal antes, durante e depois da crioterapia e a correlação com a intensidade da dor, verificar possíveis efeitos adversos provocados pela crioterapia e verificar a opinião das puérperas sobre o tratamento. Trata-se de um estudo do tipo ensaio clínico aleatório e controlado realizado em uma maternidade localizada no interior do estado de São Paulo. Foram selecionadas aleatoriamente 50 mulheres primíparas que apresentavam dor perineal após o parto vaginal com episiotomia, divididas em 26 mulheres no grupo controle e 24 no grupo experimental. Foi utilizado um formulário para a coleta de dados sócio-demográficos, sobre a assistência ao parto e os dados do recém-nascido; para avaliar a dor foi utilizada a escala numérica compartimentada em 11 pontos e os descritores do questionário McGill; também foi utilizado um formulário sobre as atividades funcionais desempenhadas pelas puérperas que estavam limitadas pela dor; por fim, foi aplicado um questionário sobre a opinião das mulheres sobre a terapêutica. A técnica de crioterapia utilizada consistiu de bolsa plástica no formato de um absorvente, contendo gelo triturado, aplicada durante 20 minutos. Foram realizadas três avaliações em ambos os grupos: avaliação inicial onde era questionada a intensidade da dor pela escala numérica e a aplicação do questionário McGill; avaliação dois: realizada após 20 minutos da primeira avaliação, sendo que no grupo experimental foi realizada após a crioterapia; avaliação três: realizada após uma hora da segunda avaliação. Este trabalho foi aprovado pelo Comitê de Ética da EERP/USP. Verificou-se alívio da dor para o grupo experimental comparado ao controle na segunda avaliação e na terceira avaliação (p=0,000). As puérperas de ambos os grupos apresentavam limitadas as funções de sentar, deitar e deambular. A dor perineal foi caracterizada pelas puérperas como latejante, que repuxa, que esquenta, ardida, dolorida, chata, incômoda, que prende e que deixa tenso. A média da temperatura perineal antes da crioterapia foi a 34,5o C, baixando para 23,4ºC após a técnica. Uma hora após o tratamento a média passou para 33,7ºC. Foi encontrada correlação positiva entre a intensidade da dor e as modificações da temperatura perineal. Sobre a satisfação das mulheres com a crioterapia 87,5% referiram estar satisfeitas com o recurso e 12,5% referiram estar muito satisfeitas. A crioterapia mostrou-se eficaz no alívio da dor perineal, entretanto, são necessários demais estudos que possam elucidar questões tais como tempo de alívio do sintoma, intervalo entre as aplicações e os efeitos sobre demais sinais e sintomas do processo inflamatório.
Título em inglês
Perineal pain after natural childbirth with episiotomy: the measurement, characterization and effects of cryotherapy.
Palavras-chave em inglês
cryotherapy
episiotomy
pain
physical therapy.
puerperium
Resumo em inglês
Postpartum perineal pain is among the most common morbidities affecting women in the puerperal period. Studies have been conducted to assess the effectiveness of pharmacological and non-pharmacological resources to relief this symptom. Cryotherapy is a frequently used clinical-obstetric technique, but few studies have provided the foundations of this therapeutics. In this view, this study had the purpose to: assess the effect of cryotherapy in providing pain relief of the perinal region of primiparae submitted to natural childbirth with episiotomy using a one-dimensional pain instrument; characterize perineal pain using a multidimensional pain assessment tool, verify what activities performed by the puerperae in the maternity were limited due to the presence of pain; verify the effect of cryotherapy in relieving pain immediately after it application, and one hour later; verify the temperature of the perineal region before, during, and after cryotherapy, and the correlation with the intensity of pain, verify the possible adverse effects caused by cryotherapy; and verify the puerperaes opinion about the treatment. This is a controlled and random clinical trial carried out in a maternity in the interior of Sao Paulo state, and it was approved by the EERP/USP Research Ethics Committee. Fifty primiparae with perineal pain after vaginal delivery with episiotomy were randomly selected and 26 were assigned to the control group and 24 to the experimental group. A form was used to collect socio-demographic data, as well as information about care during the delivery and regarding the newborn; an 11-point numerical scale and descriptors from the McGill questionnaire were used to assess the pain. In addition, a form was used to assess the functional activities performed by the puerperae that were limited due to the pain. Finally, a questionnaire was applied to obtain the womens opinion about the therapy. The cryotherapy technique used consisted of a plastic bag in the shape of an absorbent pad, containing ground ice, which was applied for 20 minutes. Three assessments were performed in both groups: an initial assessment, in which the women were asked about the intensity of the pain using the numerical scale and by administering the McGill questionnaire. The second assessment was performed 20 minutes after the first, and in the experimental group it was performed after the cryotherapy. The third assessment was performed one hour after the second. This study was approved by the EERP/USP Ethics Committee. It was verified there was pain relief in the experimental group compared to control in the second and third assessment (p=0.000). On the other hand, the women reported feeling pain again in the third assessment. The puerperae from both groups had limited functions when sitting, laying down, and walking. The puerperae characterized the perineal pain as pulsing, pulling, hot, stinging, hurting, annoying, troublesome, tight and tense. The average perineal temperature before cryotherapy was 34.5 o C, dropping to 23.4 o C after the technique. One hour after the treatment, the average lowered to 33.7 o C. There was a positive correlation between the intensity of pain and the changes in perineal temperature. As for the womens satisfaction toward the cryotherapy, 87.5% reported being satisfied with the resource and 12.5% reported being much satisfied. Cryotherapy was effective in relieving perineal pain, however further studies are needed in order to elucidate issues like time of symptom relief, interval time between applications, and the effects over other signs and symptoms of the inflammatory process.
 
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Data de Publicação
2008-10-08
 
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