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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.22.2006.tde-26112006-210940
Documento
Autor
Nome completo
Damares Tomasin Biazin
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2006
Orientador
Banca examinadora
Rodrigues, Rosalina Aparecida Partezani (Presidente)
Diogo, Maria Jose D Elboux
Ferriolli, Eduardo
Haas, Vanderlei José
Santos, Suhaila Mahmoud Smaili
Título em português
Avaliação da capacidade funcional pós-trauma em idosos
Palavras-chave em português
capacidade funcional.
idoso
trauma
Resumo em português
O estudo teve por objetivo avaliar a capacidade funcional de idosos de 60 a 74 anos, antes do trauma e após 6 meses da alta hospitalar. A pesquisa foi conduzida na linha quantitativa através de um estudo observacional, transversal, realizado de julho a dezembro de 2004. Participaram do estudo 121 idosos, residentes na cidade de Londrina, Pr e Região Metropolitana, que sofreram trauma e foram internados em três hospitais gerais, terciários de Londrina. Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, os dados foram coletados, no domicílio, por meio de entrevistas, previamente agendadas, com idosos e seus cuidadores, utilizando-se um instrumento de Avaliação do Perfil Social, Estilo de Vida e Problema de Saúde e a Medida de Independência Funcional (MIF) para avaliação da capacidade funcional, e a análise utilizada foi a estatística descritiva. Os resultados evidenciaram que 59,5% dos idosos eram do sexo masculino e 40,5%, do feminino, com uma média de idade de 67,7 anos, sendo 62,0% casados e 19,8% viúvos. Quanto à escolaridade, 49,6% dos idosos referiram ter o primário. A maioria (76,8%) deles tem renda proveniente de aposentadoria, pensão e/ou aluguel e 78,5% têm casa própria. Os traumas sofridos apresentaram a seguinte distribuição: 62,0% quedas, 25,6% acidentes de transporte e 3,3% agressões e violências. Como conseqüência ao trauma, tiveram uma a três lesões, sendo que a maioria dos homens apresentou traumatismos nos membros inferiores, seguidos por outros nos membros superiores; nas mulheres houve predominância de luxações, entorses e distensões. Após o trauma, 31,4% necessitaram de cuidadores, sendo a maioria mulher, filha do idoso, casada, com idade entre 61 a 70 anos, sem remuneração pelo trabalho, sem outra atividade e com moradia junto ao idoso. Dos 121, a maior parte (51,2%) referiu não ter comorbidade, porém houve a presença de 1, 2 ou 3 e as principais foram: doença do sistema nervoso, doenças osteomusculares e tecido conjuntivo e doenças do aparelho geniturinário. Quanto às questionadas, as principais foram: hipertensão arterial, problemas de visão, tontura, depressão, esquecimento, colesterol elevado, diabetes mellitus, osteoporose, problemas de audição, artrose, incontinência urinária, obesidade, doenças do coração, perda de peso, derrame e artrite. A maioria (82,6%) dos idosos referiu fazer uso de medicamentos de 1 até 9, sendo os tipos mais utilizados: anti-hipertensivos (incluindo os diuréticos), hipoglicemiantes, analgésicos e antiinflamatórios, cardioterápicos e anticonvulsivantes. O trauma foi fatal para 11 idosos (9,1%), os quais eram totalmente independentes antes do mesmo. Dos 110, que sobreviveram, a aplicação da MIF mostrou que o trauma causou maior impacto no domínio motor, com diminuição da capacidade funcional, principalmente nas atividades de autocuidado e locomoção. Quanto ao nível de dependência dos idosos, foi mais evidente na necessidade de até 25% de assistência (dependência mínima). No autocuidado, as atividades que passaram a ter maior dependência, após o trauma, foram no banho e na habilidade de vestir-se abaixo da cintura; na locomoção, o maior impacto foi sentido na marcha e na capacidade para subir e descer escadas. Esses dados mostram que os idosos mais jovens, quando sofrem um trauma, podem ter sua capacidade funcional comprometida, mesmo 6 meses após a ocorrência do evento.
Título em inglês
Valuation of functional capacity pos trauma in elderly
Palavras-chave em inglês
elderly
functional capacity.
trauma
Resumo em inglês
The research aimed to evaluate the functional capacity of younger elderly (60 to 74 years old), before trauma and six months after hospital discharge. The research was conducted in a qualitative line through an observatory and cross-sectional study, realized during the period of June to December of 2004.121 elderlies participated on the study, all residents of the city of Londrina, Pr and the metropolitan area, who had suffered traumas and had been admitted in three general tertiary hospitals, in Londrina. After the approval of the Committee of Ethics in Research, the data was collected in domicile through interviews, previously booked, with elderlies and their caregivers, using an instrument of Valuation of the Social Profile, Life Stile and Health Problem and the Functional Independence Measure (FIM) to the functional capacity valuation, and the analysis used was the descriptive statistical. The results evinced that 59.5% of the elderlies were men and 40.5% were women, with an age average of 67.7 years old, with 62.0% being married and 19.8% widows. Relating to the scholar degree, 49.6% of the elderlies said they had finished the elementary school. Most of the elderlies (76.8%) have an income proceeding from retirement, pension and/or renting and 78.5% have their own house. The traumas suffered by the elderlies present the following distribution: 62.0% a fall, 25.6% transportation accidents, 3.3% aggressions and violence. As a consequence of the trauma, the elderlies had one to three lesions, most of the men had inferior members? injuries, followed by superior members? injuries, and the women had a prevalence of dislocations, sprains and distensions. After the trauma, 31.4% of the elderlies needed caregivers. Most of the caregivers were women, the elderly?s daughter, married, between 61 to 70 years old, did not receive for the work, did not have another activity and lived with the elderly. From the 121 elderlies, most of them (51.2%) reported that they did not have comorbidities, however, there were a presence of 1, 2 or 3 comorbidities reported and the main ones were: nervous system disease, musculoskeletal and connective tissue disease and genitourinary tract diseases. Related to the comorbidities questioned the main ones were: arterial hypertension, vision problems, dizziness, depression, forgetfulness, high cholesterol, diabetes mellitus, osteoporosis, hearing problems, arthrosis, urinary incontinence, obesity, heart diseases, lost of weight, stroke and arthritis. Most of the elderlies (82.6%) reported about using medicines and they consume from 1 to 9 medicines, and the most used ones: antihypertensives (including the diuretics), hypoglycemiants, analgesics and anti-inflammatory drugs, cardiac drugs and anticonvulsants. The trauma was fatal to 11 elderlies (9.1%) who were totally independent before the trauma. From the 110 elderlies who survived from the trauma, the application of the FIM showed that the trauma caused more impact on the motor domain, with a reduction of the functional capacity, mainly on the activities of self-care and locomotion. Related to the level of elderlies? dependence, it was more evinced on the necessity of till 25% of attendance (minimun dependence). On the self-care, the activities that the elderlies started to have more dependence, after the trauma, were the shower and the capacity of getting dressed beneath the waist; on the locomotion, the biggest impact sensed was the pace and the capacity of climb and step down the stairs. This data showed that when the younger elderlies suffer a trauma they may have their functional capacity compromised, even six months after the occurrence of the event.
 
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Data de Publicação
2007-01-11
 
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