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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2005.tde-20062005-094650
Documento
Autor
Nome completo
Paula Cristina Nogueira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2005
Orientador
Banca examinadora
Caliri, Maria Helena Larcher (Presidente)
Faro, Ana Cristina Mancussi e
Haas, Vanderlei José
Título em português
"Ocorrência de úlcera de pressão em pacientes hospitalizados com lesão traumática da medula espinhal"
Palavras-chave em português
cuidados de enfermagem
traumatismos da medula espinhal
úlcera de pressão
Resumo em português
A lesão traumática da medula espinhal (LTME) é um grande problema de saúde ocasionado principalmente por acidentes automobilísticos, quedas, mergulho e a violência, como ferimentos por arma de fogo (FAF). Pacientes com LTME tem um elevado risco para desenvolver úlcera de pressão (UP) devido à perda da mobilidade e motricidade abaixo do nível medular acometido. É importante a realização de estudos de ocorrência da UP para que medidas de intervenção possam ser implementadas. Assim, este estudo foi realizado de forma retrospectiva em um hospital universitário do interior do estado de São Paulo. Após a aprovação do comitê de regulamentação e normas éticas da instituição, os prontuários foram revisados e 47 desses atenderam aos critérios de inclusão: ter diagnóstico de LTME, ter idade igual ou superior a 18 anos na época do trauma; ter informações referentes a primeira hospitalização após o trauma. A maior parte dos pacientes eram do sexo masculino (97,5%), brancos (68,1%), com idade entre 21 e 30 anos (36,2%). A causa mais freqüente da LTME foi FAF (44,7%) seguido por colisão/capotamento de veículo (23,4%). Quanto ao nível neurológico da lesão, houve predomínio no nível torácico (44,7%) seguido pelo nível cervical. O tempo médio de hospitalização foi de 21,47 dias (DP= 28,50). Em relação à procedência do paciente, 46,8% eram de Ribeirão Preto. Houve ocorrência de UP em 20 (42,5%) dos pacientes, com a média de 2,3 UP por paciente. Os locais de maior freqüência foram na região sacral (36,95%) e calcâneos (17,4%). Apenas 25% dos prontuários tinham o registro da dimensão da UP, 80% apresentavam o registro do aspecto e em 52,1% não havia o registro do estágio de classificação. Houve uma maior freqüência de uso de medidas preventivas nos pacientes com UP. Durante o período de internação, 44,7% dos pacientes tiveram outras complicações clínicas, como pneumonia (25,5%). Dos pacientes com alta hospitalar, 34% tiveram outras internações nos primeiros 6 meses após a LTME, sendo o principal motivo a infecção do sítio cirúrgico, seguido da UP e infecção do trato urinário. Com este estudo, verificamos que há a necessidade de melhorar o registro referente aos dados do paciente para que intervenções possam ser propostas. Programas de educação permanente podem contribuir para modificar esta situação. Outros estudos de investigação sobre o tema são necessários.
Título em inglês
Occurrence of pressure ulcers in patients hospitalized with traumatic spinal cord injury.
Palavras-chave em inglês
nursing care
pressure ulcer
spinal cord injuries
Resumo em inglês
Traumatic spinal cord injuries (TSCI) are a significant health issue which is mainly caused by automobil accidents, falls, diving, and violence, such as wounds by gun shot (GS). Patients with TSCI have an increased risk of developing pressure ulcers (PU) due to the loss of movement and motricity under the affected spinal level. Studies concerning PU occurrence are important so intervention measures can be implemented. Thus, this study was performed, in a retrospective way, at a university hospital of Upstate São Paulo. After the approval by the institution’s committee of regulamentation and ethical norms, patient records were reviewed and, from the total, 47 met the inclusion criteria: have a TSCI diagnosis, patient aged over 18 years at the time of injury; have information concerning the first hospitalization after the injury. Most patients were male (97.5%), white (68.1%), aged within 21 and 30 years (36.2%). The most common cause for TSCI was GS (44.7%) followed by vehicle crash/overturn (23.4%). Concerning the neurologic level of the lesion, there was a predominance of the toracic level (44.7%) followed by cervical level. The average time of hospitalization was,in days, 21.47 (SD= 28.50). In terms of patient’s residence, 46.8% were from Ribeirão Preto. Twenty patients (42.5%) presented PU, with an average of 2.3 PU per patient. The most frequent regions were the sacral (36.95%) and heels (17.4%). Only 25% of the patient record stated the PU’s dimensions, 80% stated the aspect, and 52.1% did not state the classification stage. There was a higher frequency of prevention measures with patients with PU. During the period of hospitalization, 44.7% of the patients presented other clinical issues, such as pneumonia (25.5%). From the patients discharged, 34% were hospitalized again within the first 6 months after the TSCI, and the main reason was surgical site infection, followed by PU, and infection of the urinary tract. With this study, it was verified that there is a need for improving the records of patient data so interventions could be proposed. Permanent education programs could contribute to modifying this situation. Other investigations about the subject are necessary.
 
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Nogueira_PC.pdf (264.54 Kbytes)
Data de Publicação
2005-06-27
 
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