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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2007.tde-13112007-153951
Documento
Autor
Nome completo
Fernanda de Paula Rossini
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2007
Orientador
Banca examinadora
Ferraz, Clarice Aparecida (Presidente)
Anselmi, Maria Luiza
Hayashida, Miyeko
Título em português
A influência do perfil demográfico e epidemiológico das internações de urgência na gestão hospitalar
Palavras-chave em português
Avaliação de Serviços de Saúde
Demografia
Epidemiologia
Gestão Hospitalar
Resumo em português
As temáticas da qualidade, avaliação e gestão hospitalar, na atualidade, têm pautado as transições demográficas e epidemiológicas como elementos fundamentais de análise organizacional tendo em vista reorientar a gestão da qualidade hospitalar. Tal perspectiva é importante para os gestores que devem buscar desenvolver uma visão que inclua em suas análises administrativas as características da clientela atendida, uma vez que trazem implicações para a gestão do espaço físico, dos recursos materiais, equipamentos médicos, dos recursos humanos, entre outros. Desse modo, nosso estudo tem como objetivo caracterizar o perfil demográfico e epidemiológico das internações e identificar os eventos adversos relativos a infecção hospitalar segundo as topografias do trato urinário, do aparelho respiratório e da corrente sangüínea, na especialidade de clínica médica de um hospital de urgência e emergência de alta complexidade. Trata-se de estudo exploratório, retrospectivo com foco em análise de dados secundários, do tipo individual, o que possibilitou realizar associações das características das internações estudadas. A população de estudo constituiu-se de todas as internações de pacientes adultos, na especialidade de clínica médica no período de 1999 a 2005. As variáveis de interesse para o estudo foram as variáveis demográficas, as epidemiológicas e as relativas a eventos adversos de infecção hospitalar. Os dados foram coletados do Sistema de Informação Gerencial Hospitalar - SIGH e dos arquivos da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar - CCIH. Os resultados revelaram que com a implantação da Central Única de Regulação Médica houve uma reorganização do atendimento no hospital de estudo, priorizando-se o acesso a pacientes que demandam atenção de nível terciário, assim ocorreu diminuição de 32,6% das internações do ano de 1999 para 2000. Os dados demográficos revelaram que as internações de 60 anos ou mais, nos anos de 1999-2003, obtiveram percentual superior a 40%. Em relação ao estado civil o maior percentual por ano foi da categoria casados com variação no período de 33,2% a 46,8%, houve predomínio da raça branca com média de 76,5% e o grau de instrução preponderante foi o 1º grau com média de 76,4%. Quanto aos dados epidemiológicos, as doenças do aparelho circulatório participaram do quantitativo de internações com o maior percentual, com uma média de 26,1%, seguida das doenças do aparelho respiratório com média de 12,2% e doenças infecciosas e parasitárias com 11,9%. Nota-se no decorrer dos anos aumento no percentual de pacientes com diagnósticos de neoplasias, doenças do sangue, dos órgãos hematopoéticos e transtornos imunitários e, dos casos de lesões, envenenamento e outras causas externas. Cabe destacar que a maioria, média de 77,6% das internações no período retratam co-morbidades com associação de 2 a 7 diagnósticos médicos. Em relação ao evento adverso infecção hospitalar a pneumonia mantêm padrão em elevação atingindo 57,1% em 2002, sendo a ocorrência mais freqüente das infecções ao longo do período. As infecções da corrente sangüínea nos dois últimos anos apresentam elevação significativa de 8,3% em 2003 para 36,4 em 2005 e as infecções urinárias demonstram uma trajetória de alternância de ocorrências, atingindo o patamar máximo de 41,6% em 2003 declinando para 18,2% em 2005. Acreditamos que o estudo do perfil demográfico de uma clientela internada, também contribui para o delineamento de planos de ações de saúde e de enfermagem, cabendo destacar que as co-morbidades, a faixa etária de 60 anos ou mais, o rebaixamento do grau de instrução implicam em um maior número de fatores de risco à saúde exigindo direcionalidade na atuação dos gestores e profissionais de saúde. A análise dos resultados conforma o contexto de atuação do enfermeiro no que refere a gerência de cuidados à pacientes de alta complexidade, cabendo destacar o foco prioritário da gerência clínica, inicialmente no que concerne à dimensão biológica uma vez que as situações de urgência colocam em risco a vida do paciente, para então, ir ampliando a fim de acolher as necessidades integrais da pessoa hospitalizada.
Título em inglês
The influence of demographic and epidemiological profile over emergency hospitalizations in the hospital management
Palavras-chave em inglês
Demography
Epidemiology
Health Services Evaluation
Hospital management
Resumo em inglês
Hospital quality, assessment, and management are themes that have currently affirmed demographic and epidemiologic transitions as fundamental elements for organizational analyses, with a view to redirect hospital quality management. This perspective is important for administrators who should search to develop a view that includes clients' characteristics in the administrative analyses, since they bring implications when administrating the physical area, material resources, medical equipment, human resources, and others. Hence, the purpose of this study is to characterize demographic and epidemiological profiles of hospitalizations and identify the adverse events regarding hospital infection according to topographies of the urinary tract, respiratory system, and bloodstream, in the internal medicine ward of a highcomplexity emergency hospital. This is an exploratory, retrospective study, focused on individual secondary data analysis, which permitted to make associations between the studied hospitalization characteristics. The study population consisted of all adult patient hospitalizations in the internal medicine ward, from 1999 to 2005. The variables of interest in this study were the demographic variables, as well as epidemiological variables and those regarding adverse hospital infection events. Data were collected from the Hospital Management Information System (HMIS) and from the Commission for Hospital Infection Control (CCIH) files. Results showed that, by implementing the Single Medical Regulation Central, a reorganization of the studied hospital care took place, giving priority to patients who required tertiary care. Hence, there was a 32.6% reduction in hospitalizations from 1999 to 2000. Demographic data revealed that hospitalizations of patients aged 60 years or more from 1999 to 2003 was above 40%. Regarding marital status, the highest percentage was for married patients, with a rate ranging from 33.2% to 46.8% in the studied period. As to ethnicity, most patients were white, with an average of 76.5%. Regarding education, primary level prevailed, with an average of 76.4%. As to epidemiological data, circulatory system diseases were the most frequent among hospitalizations, with an average of 26.1%, followed by respiratory system diseases with an average of 12.2%, and infectious and parasitic diseases with 11.9%. It is observed that, over the years, there was an increase in the percentage of patients with diagnosis for neoplasms, blood diseases, hematopoietic organ diseases, and immunity disorders, as well as cases of injuries, poisoning, and other external causes. It is worth highlighting that most hospitalizations (77.6% in average) in the studied period represent co-morbidities with associations between 2 to 7 medical diagnoses. Regarding the adverse hospital infection event, pneumonia maintains a growing standard, reaching 57.1% in 2002. Moreover, pneumonia is the most frequent infection occurrence throughout the period. Bloodstream infections presented a significant increase over the two last years, from 8.3% in 2003 to 36.4 in 2005. Urinary infections demonstrated a path of occurrence exchange, reaching a maximum level of 41.6% in 2003 and dropping to 18.2% in 2005. The authors believe that studies about the demographic profile of a hospitalized population also contribute to outlining health and nursing action plans. It is worth emphasizing that co-morbidities, the age group of 60 years or more, and low education levels imply a greater amount of health risk factors, and, thus, demand directionality from administrators and health professionals. The result analysis confirms the context in which nurses work regarding managing highcomplexity patient care, and it is worth emphasizing the primary focus of clinical management, initially concerning the biological dimension since emergency situations put patients' lives at risk, to then broaden the focus with a view to approach the hospitalized individual's integral needs.
 
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Data de Publicação
2007-11-26
 
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