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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.22.2005.tde-06052005-213359
Documento
Autor
Nome completo
Eliene Simões Cezar
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2005
Orientador
Banca examinadora
Marziale, Maria Helena Palucci (Presidente)
Monteiro, Maria Inês
Robazzi, Maria Lucia do Carmo Cruz
Título em português
"Problemas de violência ocupacional em um serviço de urgência hospitalar da cidade de Londrina-Paraná"
Palavras-chave em português
Enfermagem
Hospital
Saúde Ocupacional
Trabalho
Violência
Resumo em português
A violência no trabalho tem se apresentado como um fator preocupante em muitos hospitais de todo o mundo. Este estudo teve como bjetivo caracterizar os problemas de violência ocupacional, detectados pelos trabalhadores das equipes de enfermagem e médica do Serviço de Urgência Hospitalar. Trata-se de um estudo descritivo e transversal, com abordagem quantitativa dos dados. Foi realizado no Serviço de Urgência (SU) de um hospital geral da cidade de Londrina - Paraná. A população foi constituída de 47 trabalhadores, sendo 33 trabalhadores da equipe de enfermagem e 14 médicos. Os dados foram coletados por meio de entrevistas com os trabalhadores das equipes médica e de enfermagem utilizando-se um roteiro contendo perguntas abertas e fechadas; entrevistas com os gerentes dos serviços médicos e de enfermagem, por meio de aplicação do wokplace violence checklist adaptado à realidade estudada e de consulta documental aos registros de violência contra os trabalhadores do hospital nos últimos setes anos e prontuários dos trabalhadores vitimados. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva. Dentre os trabalhadores da equipe de enfermagem 100% dos enfermeiros, 88,9% dos técnicos e 88,2% dos auxiliares de enfermagem referiram ter sido vítimas de atos de violência no trabalho, assim como 85,7% dos médicos, embora essas agressões não constem dos registros do hospital. As violências sofridas pelos trabalhadores do SU foram 95,2% na forma de agressão verbal, 33,3% por assédio moral e sexual. As violências sofridas pelos trabalhadores causaram sentimentos de tristeza, raiva, irritação, ansiedade e estresse. Os principais fatores de risco de violência ocupacional, evidenciados foram: desequilíbrio emocional dos pacientes (70,2%), falta de pessoal treinado para lidar com situações de violência (48,9%), sobrecarga de demanda de pacientes atendidos (46,8%). Em relação à segurança do ambiente de trabalho, os gerentes dos serviços médicos e de enfermagem consideraram que o SU oferece moderada segurança aos trabalhadores, constataram a ausência de alarmes e detectores de metais, e de vigias/guardas para manter segurança. Os resultados evidenciaram que apenas oito registros de violência ocupacional foram documentados em sete anos e que em 50% dos registros, os trabalhadores de saúde foram os acometidos por atos de violência, principalmente os auxiliares de enfermagem, que foram agredidos fisicamente por pacientes. Medidas preventivas para a violência ocupacional e educação permanente para todos os trabalhadores devem ser implementadas no serviço estudado visando à segurança no trabalho e à qualidade da assistência prestada.
Título em inglês
Occupational violence complications in a hospital urgency service en Londrina - Paraná.
Palavras-chave em inglês
Hospital
Nursing
Occupational health
Violence
Work
Resumo em inglês
Violence at the workplace has presented itselt as a worrying factor amongst many hospitals around the world. The aim of this study was to characterize occupational violence complications noticed by medical and nursing teams workers in a hospital urgency service. It is a descriptive and transversal study with a quantitative data approach set at the urgency ward of a general hospital in Londrina-PR. The population was configured by 47 workers, 33 were from the nursing team and 14 were medical doctors. The data were gathered through interviews with the medical and nursing teams using a form with open and closed questions, interviwes with the medical and nursing staff managers by the application of a workplace violence checklist adapted to this specific reality and review of violence registry suffered by the hospital staff in the last 7 years and their medical records. The information was analysed through descriptive statistic. Among the nursing team 100% of nurses, 88.9% of technicians and 88.2% of auxiliary nurses said that they had been victims of violence at the workplace. Likewise 85.7% of doctors said the same thing although not documented. The violence afflicted on these workers were 95.2% due to verbal assault and 33,3% due to moral and sexual. The violence suffered by the workers caused them sadness, anger, irritation, anxiety and stress. The main risk factors to occupational violence were: patients’ emmotional unbalance (70,2%), lack of staff prepared to deal with violent situations (48.9%) and patient overload (46.8%). Concerning safety at workplace, the manager of medical and nursing teams consider that the urgency service provides medium safety to workers and point to absence of alarms devices and metal detectors as well as security guards to keep safety. Results showed that only 8 occupational violence registries were documented throughout 7 years and 50% involved health workers that suffered violence, mainly auxiliary nurses that were physically injured by patients. Preventive measures to occupational violence and permanet education to all workers should be applied at the studied service in order to improve safety at the workplace and quality to the assistance given.
 
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Cezar_ES.pdf (385.39 Kbytes)
Data de Publicação
2005-05-12
 
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