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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.22.2008.tde-25032008-163640
Documento
Autor
Nome completo
Lourdes Rosario Tirado Ochoa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2008
Orientador
Banca examinadora
Carvalho, Ana Maria Pimenta (Presidente)
Furtado, Erikson Felipe
Luis, Margarita Antonia Villar
Pillon, Sandra Cristina
Santos, Manoel Antonio dos
Título em português
Adolescentes e tabagismo: o que pensam sobre a família, a escola, os pares, e si mesmos
Palavras-chave em português
adolescente
enfermagem
tabagismo
Resumo em português
Trata-se de um estudo descritivo, transversal com comparações entre grupos, desenvolvido em duas etapas. Na primeira etapa buscou-se identificar: padrão de consumo de tabaco, características da família, escola e pares. Na segunda etapa, com apoio de conceitos da teoria da identidade social, buscou-se identificar as representações que adolescentes têm de pessoas fumantes e não fumantes e suas identificações com as qualificações atribuídas a esses dois conjuntos de indivíduos. Foram participantes 494 adolescentes, com idades entre 15 e 18 anos, estudantes de ensino médio de duas escolas da cidade de Hermosillo, Sonora, México (62,5% do sexo feminino). Na primeira etapa foram empregados os seguintes instrumentos para coleta de dados: Questionário Mundial sobre Tabagismo em Jovens ", Global Youth Tobacco Survey (GYTS), e Questionário de Tolerância de Fageström (QTF).Na segunda etapa, 26 adolescentes foram entrevistados individualmente com apoio de um roteiro previamene elaborado. Os principais resultados da primeira etapa mostram que 45,7% (n=226) experimentaram cigarros uma vez na vida; 88,7% não são fumantes atualmente e 11,3% são fumantes. A idade de início do tabagismo compreende o período de 13 a 15 anos; 89,3% apresentam muito baixo nível de dependência de nicotina. Os lugares preferidos para fumar são as reuniões sociais e a escola. Não foram encontradas diferenças entre os grupos de fumantes e não fumantes quanto ao uso de cigarros por seus pais. Com relação ao uso de cigarros por amigos identificaram-se diferenças entre os grupos (X² = 62,75; p< 0,001); 49,1% dos adolescentes fumantes disseram que seus melhores amigos são também fumantes e 11% dos não fumantes assim responderam. Encontrou-se diferença também quanto a aceitar a oferta de cigarro dos melhores amigos (X² = 251,81; p< 0,001), 71.2% dos não fumantes responderam que não aceitariam enquanto que 71,4% dos fumantes responderam que provavelmente aceitariam. Quanto à crença que deixar de fumar é difícil, as diferenças entre os grupos foi também significante (X² = 22,44; p< 0,001), 42,6% dos não fumantes respondeu que é difícil deixar de fumar e 41,8% fumantes responderam que não é difícil deixar de fumar. As representações que os adolescentes têm de mulheres e de homens que fumam são também diferentes (X² = 37, 13, p< 0,001; X² = 39, 84, p< 0,001 respectivamente). Em geral são atribuídas características negativas sendo que as mulheres são rotuladas negativamente em maior proporção. Quanto aos resultados da segunda etapa do estudo, obteve-se que quando adolescentes fumantes e não fumantes qualificam indivíduos não fumantes eles tendem a atribuir-lhes características positivas. O contrário ocorre quando se trata de qualificar indivíduos que fumam. Há, ainda, uma porcentagem de entrevistados para os quais não há características distintivas de indivíduos fumantes e não fumantes. Ao avaliarem a si mesmos quanto a apresentarem as características que atribuíram a indivíduos fumantes e não fumantes verifica-se que os fumantes tenderam a não se ver naquelas representações. Por seu turno, os não fumantes tenderam a ver-se com as características de indivíduos não fumantes. Tais resultados são relevantes para a compreensão do que pensam adolescentes sobre o comportamento de fumar. E de fatores relacionados a esse comportamento.
Título em inglês
Adolescents and smoking: what do they think about family, school, peers and themselves
Palavras-chave em inglês
adolescent
nursing
smoking
Resumo em inglês
A descriptive, cross-sectional study, with comparisons between groups, was performed in two steps. The first one approached the pattern of tobacco consumption, the characteristics of family, school and peers. In the second one, based on concepts of the social identity theory, was looked for identify the representations that the adolescents have about smokers and nonsmokers and their identifications with the qualifications attributed to those two groups of individuals. In this study participated, 494 students aged 15-18 studying at two high schools of the city of Hermosillo, Sonora, Mexico (62,5% females). In the first step the following instruments were used: Global Youth Tobacco Survey (GYTS) and the Questionnaire of Tolerance of Fagerstrom (QTF). In the second, 26 teenagers were interviewed individually with support of a guide previously made. The main results of the first stage show that 45, 7% (n = 226) smoke cigarettes once in life; 88.7% are nonsmokers at the moment and 11, 3% are smokers. The age of beginning of the tobacco consumption is between 13 and 15 years old; 89.3% show a very low level of nicotine dependency. The preferred places to smoke are social meetings and school. Differences between groups of smokers and nonsmokers were not found regarding parents' smoking. About the use of cigarettes by friends, differences between groups were identified (X² = 62, 75; p< 0,001); 49.1% of teenager smokers mentioned that their best friends are smokers too and 11% of the non smokers gave the same answer. We found a difference about accepting the supply of cigarettes provided by their best friends (X² = 251, 81; p< 0,001), 71.2% of the nonsmokers answered that they would not accept it and 71, 4% of the smokers answered that probably they would accept. Regarding the belief that quit smoking is difficult, the difference between the groups was significant (X² = 22, 44; p< 0,001), 42, 6% of the nonsmokers answered that it is difficult to quit smoking and 41, 8% of smokers mentioned that is not difficult. The representations that adolescents have of women and men who smoke, are also different (X² = 37, 13, p< 0,001; X² = 39, 84, p< 0,001 each). In general, negative characteristics are attributed more to the women, they are labeled negatively in greater proportion. The results of the second step of the study show that smoker and nonsmoker teenagers tend to attribute to the nonsmokers positive characteristics. The opposite occurs when they qualify smokers. A percentage of adolescents consider that there are not differences between smokers and non smokers. When evaluating themselves, regarding the characteristics that they attributed to smokers and nonsmokers, we verify that the smokers tend not to see themselves in those representations. Nonsmokers tend to see themselves with the characteristics of nonsmokers. Findings from this study have important implications for the understanding of what the adolescents think about smoking and factors related to that behavior.
 
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Data de Publicação
2008-03-31
 
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