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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.17.2018.tde-23042018-140649
Documento
Autor
Nome completo
Lucas de Paula Oliveira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2017
Orientador
Banca examinadora
Puggina, Enrico Fuini (Presidente)
Gomes, Matheus Machado
Santiago, Paulo Roberto Pereira
Silva, Renato Barroso da
Título em português
Efeitos agudos de diferentes métodos de alongamento sobre a performance da força máxima, potência e parâmetros neuromusculares em jovens jogadores de futebol
Palavras-chave em português
Eletromiografia
Esporte coletivo
Flexibilidade
Testes motores
Twitch interpoltation
Resumo em português
O objetivo da presente dissertação foi comparar os efeitos agudos de diferentes métodos de alongamento sobre a performance em testes motores e parâmetros neuromusculares. Para tanto, foram realizados dois estudos. Participaram do estudo 1, doze jogadores de futebol treinados, sendo submetidos a 5 condições experimentais: alongamento ativo (AT), balístico (BA), passivo (PA), facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP) ou condição controle (CO), em ordem randomizada e com intervalo mínimo de 48 h entre cada condição. Foram avaliados a altura de salto (H), potência pico (PP) e potência relativa (PR) no squat jump (SJ) e countermovent jump (CMJ), amplitude de movimento (ADM), tempo (s) nos 10-20-30 m durante o sprint e percepção subjetiva de esforço (PSE). Os métodos de alongamento AT e BA não promoveram alterações agudas na performance nos 10, 20 e 30 m, e na H, PP e PR em ambas as técnicas CMJ e SJ. Por outro lado, os métodos PA e FNP promoveram efeitos negativos (p<0.05) na performance na H, PP e PR no CMJ e SJ. Além disso, escores significativamente superiores de PSE foram relatados após as sessões de alongamento PA e FNP em comparação a AT e BA. Foram encontrados aumentos significativos em ADM após todos os métodos de alongamento. Portanto, os métodos AT e BA podem ser utilizados previamente a atividades de salto vertical e sprint, com o objetido de aumento de flexibilidade. Já os métodos PA e FNP devem ser evitados, em função das maiores intensidades alcançadas nestas condições e pela extensa possibilidade de efeitos negativos posteriores na performance do salto vertical. Para o estudo 2, os jogadores de futebol foram submetidos as mesmas condições experimentais (CO, AT, BA, PA e FNP). Porem, foram avaliados a força máxima por meio do teste de uma repetição máxima (1 RM) para o exercício agachamento completo, e parâmetros neuromusculares através da técnica do twitch interpolation. Foram monitorados as variáveis força pico, taxa de desenvolvimento de força, amplitude da twitch superimposed e twitch potentiated, e percentual de ativação voluntária referentes ao sinal de força, e a root mean square, M-Wave e razão RMS/M-Wave referentes ao sinal eletromigráfico (EMG) (músculos: vasto lateral e reto femoral), durante contrações voluntária isométrica máxima (CVM) de extensão de joelho. Não foram encontradas alterações significativas na performance do teste de 1 RM e CVM após as condições CO, AT, BA, PA e FNP. Além disso, também não foram encontradas alterações significativas nas variáveis relativas ao sinal EMG. Dessa forma, sessões de alongamento semelhantes a do estudo [3 séries x 30 s de alongamento à 100% do point of discomfort (POD)], independente do método de alongamento, parecem não promover efeitos negativos posteriores na performance da força máxima e em parâmetros neuromusculares em atletas treinados.
Título em inglês
Acute effects of different stretching methods on maximal strength and power performance, and on neuromuscular parameters in young soccer players
Palavras-chave em inglês
Electromyography
Flexibility
Motor test
Team sport
Twitch interpoltation
Resumo em inglês
The aim of this dissertation was to compare the acute effects of different stretching methods on motor tests performance and neuromuscular parameters. For this, two studies were conducted. Participated in the study 1, twelve trained soccer players, being submitted to 5 experimental conditions: active stretching (AC), ballistic (BA), passive (PA), proprioceptive neuromuscular facilitation (PNF) or control condition (CO), in random order and with a minimum interval of 48 h between each condition. It was evaluated the jump height (H), peak power (PP) and relative power (PR) in squat jump (SJ) and countermovent jump (CMJ), range of motion (ROM), 10-20-30 m sprint time and rating of perception exertion (RPE). The AC and BA stretching methods did not promote acute changes in performance at 10-20-30 m sprint time, and in H, PP and PR in both CMJ and SJ techniques. On the other hand, PA and PNF methods promoted negative effects (p <0.05) on H, PP and PR performance in CMJ and SJ. In addition, significantly higher RPE scores were reported after the PA and PNF stretching sessions compared to AC and BA. Significant increases were found in ROM after all stretching methods. Therefore, AC and BA methods can be used prior to vertical jump and sprint activities, with the aim of increasing flexibility. On the other hand, the PA and PNF methods should be avoided, due to the higher intensities reached in these methods and the extensive possibility of subsequent negative effects on vertical jump performance. For study 2, soccer players underwent the same experimental conditions (CO, AC, BA, PA and PNF). However, maximum strength was assessed by a maximal repetition test (1 RM) for the full squat exercise, and neuromuscular parameters using the twitch interpolation technique. The variables peak force, rate of force development, amplitude of superimposed twitch and potentiated twitch, and percentage of voluntary activation referring to the force signal, and root mean square, M-Wave and RMS/M-Wave ratio referring to the Electromyographic (EMG) signal (muscles: vastus lateralis and rectus femoris), during maximal isometric voluntary contractions (MVC) of knee extension. No significant changes were found in the 1 RM and CVM performance after CO, AC, BA, PA and PNF conditions. In addition, no significant changes were found in the variables related to the EMG signal. Thus, stretching sessions similar to the study [3 series x 30 s of 100% point of discomfort (POD) stretching], independent of the stretching method, do not seem to promote posterior negative effects on maximum strength performance and on neuromuscular parameters in trained athletes.
 
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Data de Publicação
2018-07-20
 
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