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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.17.2018.tde-27082018-111855
Documento
Autor
Nome completo
Valeria Dias Sampaio da Cunha
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2018
Orientador
Banca examinadora
Bettiol, Heloisa (Presidente)
Cardoso, Viviane Cunha
Goldani, Marcelo Zubaran
Saraiva, Maria da Conceicao Pereira
Título em português
Fatores associados ao perímetro craniano ao nascer: comparação entre duas coortes de nascimento em Ribeirão Preto, SP, com intervalo de 30 anos
Palavras-chave em português
Fatores sociodemográficos; Perímetro cefálico; Tabagismo materno
Resumo em português
Introdução: O perímetro cefálico (PC) é definido como o tamanho da cabeça da criança em sua maior área. O crescimento da caixa craniana está relacionado ao crescimento e volume cerebral e, por isso, deve ser rotineiramente medido e utilizado para seguimento individual, pois é um forte preditor do neurodesenvolvimento. Sabe-se que o PC é relacionado a condições ambientais e de saúde materna, e sua avaliação adquiriu grande importância após a recente epidemia de infecção pelo vírus Zika no Brasil e em outras partes do mundo, que se associou ao aumento da incidência de microcefalia. Objetivo: Avaliar a associação do perímetro cefálico de recém-nascidos com características sociodemográficas e hábitos maternos durante a gestação em duas coortes de nascimentos de Ribeirão Preto, SP, em 1978/79 e 2010. Método: foram analisados dados referentes a dois estudos de coortes de nascimento realizados em Ribeirão Preto, SP, um em 1978/79 e o outro em 2010. Foram incluídos recém-nascidos vivos de parto único hospitalar que tiveram a informação do PC ao nascer. Os dados foram coletados de forma semelhante nos dois momentos, utilizando questionário criado para o estudo e dados coletados nos prontuários. As variáveis utilizadas nas análises foram sexo do RN, restrição do crescimento intrauterino (RCIU), idade gestacional, idade e escolaridade maternas, tabagismo durante a gestação, situação conjugal, paridade, tipo de parto e tipo de hospital. Foram realizadas análises de regressão linear simples e múltipla para testar a associação da variável resposta "perímetro cefálico" com as variáveis independentes em cada ano, utilizando o pacote estatístico SAS 9.3. Resultados: Na coorte de 1978/79 participaram 2941 recém-nascidos e em 2010 participaram 7353. A média geral do PC em 1978/79 foi de 34,10 cm, um pouco menor do que a de 2010, de 34,29 cm. Nasceram mais meninos em 1978/79 e mais meninas em 2010. Excetuando a RCIU, as demais variáveis apresentaram mudanças na frequência nesse intervalo de tempo. A escolaridade materna aumentou, a proporção de mães adolescentes ficou estável, em torno de 12% e a de mães >=35 anos aumentou de 8,3% para 12,5%. Tabagismo materno na gestação se reduziu de 28,3% para 11,8% e a taxa de cesáreas mais que dobrou, de 27,5% para 58,6%. Todas as variáveis estudadas se associaram com o PC na análise não ajustada, exceto paridade em 1978/79. Nos dois momentos, as variáveis que foram mais fortes preditoras de maiores valores de PC foram sexo masculino e parto cesárea, e de menores valores de PC o tabagismo materno na gestação e RCIU. A RCIU foi o fator que mais impactou, sendo que essas crianças tiveram medida de PC reduzida em 1,30cm (IC95% -1,43; -1,18) em 1978/79 e em 1,74cm (IC95% - 1,87; -1,61) em 2010, quando comparadas com as nascidas sem restrição. Conclusão: Características maternas durante a gestação, apesar de terem melhorado com o passar dos anos, ainda precisam de atenção. Muitas mulheres ainda carecem de informações e de cuidados pré-natais. Esforços devem ser realizados para detecção precoce e intervenção visando a redução das taxas e dos efeitos da RCIU
Título em inglês
Factors associated with head circumference at birth: a comparison between two birth cohorts in Ribeirão Preto, SP, born 30 years apart
Palavras-chave em inglês
Head circumference; Maternal tobacco use; Socio-demographic factors
Resumo em inglês
Introduction: The head circumference (HC) is defined as the size of the child's head in its larger area. Cranial case growth is related to brain growth and volume and therefore should be routinely measured and used for individual follow-up as it is a strong predictor of neurodevelopment. It is known that HC is related to environmental and maternal health conditions, and its evaluation has acquired great importance after the recent epidemic of Zika virus infection in Brazil and in other parts of the world, which was associated with the increase in the incidence of microcephaly. Objective: To evaluate the association of the HC of newborns with sociodemographic characteristics and maternal habits during gestation period in two birth cohorts of Ribeirão Preto, State of São Paulo, Brazil, in 1978/79 and 2010. Method: Data were analyzed for two cohort studies of birth in Ribeirão Preto, SP, one in 1978/79 and the other in 2010. We included live births of single hospital delivery that had the information of the HC at birth. The data were collected in a similar way in both moments, using a questionnaire created for the study and data collected in the medical records. The variables used in the analysis were gender of the newborn, intrauterine growth restriction (IUGR), gestational age, maternal age and schooling, smoking during pregnancy, marital status, parity, type of delivery and type of hospital. Simple and multiple linear regression analyzes were performed to test the association of the response variable "head circumference" with the independent variables in each year, using the statistical package SAS 9.3. Results: In the 1978/79 cohort, 2941 newborns participated and 7353 participated in 2010. The general average of the HC in 1978/79 was 34.10 cm, slightly lower than that of 2010, 34.29 cm. More boys were born in 1978/79 and more girls in 2010. Except for IUGR, the other variables showed changes in the frequency in that time interval. Maternal education increased, the proportion of adolescent mothers remained stable at around 12% and that of mothers >=35 years increased from 8.3% to 12.5%. Maternal smoking in pregnancy decreased from 28.3% to 11.8% and the cesarean rate more than doubled, from 27.5% to 58.6%. All variables studied were associated with HC in the unadjusted analysis, except for parity in 1978/79. At the two moments, the variables that were the strongest predictors of higher HC values were male sex and cesarean delivery, and lower values of HC were maternal smoking in pregnancy and IUGR. The IUGR was the factor that most impacted, and these children had a HC reduced by 1.30 cm (95% CI -1.43; -1.18) in 1978/79 and 1.74 cm (CI 95% -1.87; -1.61) in 2010 when compared to those born without restriction. Conclusion: Maternal characteristics during gestation, although they have improved over the years, still need attention. Many women still lack information and prenatal care. Efforts should be made for early detection and intervention to reduce the rates and effects of IUGR.
 
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Data de Publicação
2018-09-18
 
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