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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.17.2018.tde-24042018-171611
Documento
Autor
Nome completo
Mariana Adami Leite
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2017
Orientador
Banca examinadora
Gallo Junior, Lourenco (Presidente)
Terra Filho, João
Catai, Aparecida Maria
Júnior, Rubens Fazan
Mikahil, Mara Patrícia Traina Chacon
Título em português
Caracterização da modulação autonômica cardiovascular nas posições supina e vertical, usando-se a manobra postural passiva, em pacientes com história clínica de síncope neurocardiogênica e indivíduos saudáveis
Palavras-chave em português
Modulação autonômica cardíaca
Síncope neurocardiogênica
Síncope vasovagal
Tilt-test
Resumo em português
A síncope neurocardiogênica (SINC) é causada por redução global e aguda do fluxo sanguíneo cerebral, subsequente à hipotensão arterial, com perda transitória da consciência e do tônus postural. Entretanto, existem divergências, quanto às repostas das variáveis cardiovasculares que antecedem o início da SINC, provocada pelo seu principal teste diagnóstico, a manobra postural passiva (MPP) ou Tilt-test. Recentemente, a possibilidade de analisar as variáveis cardiovasculares, com métodos computacionais não-invasivos, lineares (ML) e não lineares (MNL) tem permitido o estudo das entropias, da variabilidade da frequência cardíaca (VFC), da pressão arterial sistólica (VPAS) e da sensibilidade barorreflexa (SBR); estudos preliminares sugerem que a SINC poderia estar relacionada ao desequilíbrio da modulação autonômica dessas variáveis. Objetivo: usar métodos computacionais, ML e MNL, na análise da VFC, e ML na análise da VPAS e da SBR, em pacientes com história clínica de SINC, com resposta positiva ou negativa à MPP, e em indivíduos saudáveis. Métodos: Foram estudados 51 indivíduos, divididos em 3 grupos, sendo 16 positivos, 18 negativos e 17 saudáveis. Os ML usam algoritmos nos domínios do tempo (DT) e da frequência (DF) (Transformada rápida de Fourier), e os MNL usam alogarítmos da entropia amostral (SampEn) m=2 e r= 20%. Foram analisados 2 momentos: Pré-Tilt (posição supina; trechos com 1000-1500 pontos) e Tilt pré-síncope (70º de inclinação; trechos com 1000-1500 pontos; anteriores à síncope), sendo estudados os mesmos momentos para o grupo controle. Resultados: Não foram encontradas diferenças estatísticas entre os grupos TTP, TTN e Controle para os parâmetros: Idade (anos), Peso (kg), Altura (m) e IMC (kg/m2), pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial diastólica (PAD), frequência cardíaca (FC) e frequência respiratória. Na análise VFC por meio de ML no DT e DF, no momento Pré-Tilt e Tilt pré-síncope, não foi encontrada diferenças estatísticas 8 entre os grupos TTP, TTN e Controle para os parâmetros Mean-iRR(ms), SDiRR(ms), RMSSD(ms), LF(un) (ms2), HF(un) (ms2) e LF/HF. Comparando-se os momentos Pré-Tilt vs Tilt nos grupos TTP, TTN e Controle (análise intra-grupo) observamos diferenças significantes para as variáveis: Mean-iRR(ms), SD-iRR(ms), RMSSD(ms), LF(un), HF(un) (ms2) e LF/HF. Houve na análise da VFC por MNL (SampEn) no grupo Controle, redução significativa dos valores entre as fases Pré-Tilt vs Tilt (2,19 ± 0,40 vs 1,68 ± 0,50, p = 0,001). Houve em ambos os grupos (TTP, TTN e Controle) aumento significativo do LF-PAS, quando comparamos as fases Pré-Tilt vs Tilt (TTP: 6,72 ± 5,67 vs 13,03 ± 10,759 mmHg2, p = 0,001; TTN: 7,25 ± 4,22 vs 13,42 ± 8,62 mmHg2, p = 0,013; Controle: 5,99 ± 2,20 vs 23,07 ± 6,26 mmHg2, p < 0,0001). Além disso, evidenciaram-se maiores valores, estatisticamente significantes, quando comparamos os grupos Controle vs TTP no momento Tilt (23,07 ± 6,26 vs 13,03 ± 10,59 mmHg2, p < 0,001) e Controle vs TTN no momento Tilt (23,07 ± 6,26 vs 13,42 ± 8,62 mmHg2, p < 0,001). Houve em todos os grupos redução significativa da SBR, quando comparamos as fases Pré-Tilt vs Tilt (TTP: 30,22 ± 15,67 vs 13,16 ± 6,08 ms/mmHg, p < 0,0001; TTN: 22,98 ± 11,23 vs 11,55 ± 3,34 ms/mmHg, p < 0,0001; e Controle: 26,75 ± 6,94 vs 12,25 ± 3,88 ms/mmHg, p < 0,0001). Além disso, no grupo TTP e Controle, houve redução significativa dos valores do índice de efetividade barorreflexa (BEI) entre as fases Pré-Tilt vs Tilt (0,50 ± 0,15 vs 0,40 ± 0,13, p = 0,033) e (0,54 ± 0,07 vs 0,46 ± 0,16, p =0, 030) respectivamente. Conclusões: os achados do presente estudo permitiram as seguintes conclusões: 1- a VFC, com métodos lineares (domínios do tempo e frequência) e não lineares (Entropia Amostral), bem como a VPAS (domínios do tempo e da frequência) e a SBR não documentaram nas fases Pré-Tilt e Tilt pré- síncope (fase de estabilidade das variáveis, após a mudança postural até momento anterior ao aparecimento dos pródromos ou da síncope), diferenças estatísticas entre os 2 grupos de pacientes adultos e com história altamente sugestiva de SINC, como doença isolada, com Tilt-test positivo e negativo; 2- o grupo Controle saudável somente foi diferente dos grupos TTP e TTN no parâmetro LF da VPAS; a importância fisiológica desse achado é de difícil explicação, porque não existem na 9 literatura, para esse parâmetro, valores normais da média e dos intervalos de confiança.
Título em inglês
Characterization of autonomic cardiovascular modulation in the supine and vertical positions, using the passive postural maneuver, in patients with a history of neurocardiogenic syncope and healthy individuals
Palavras-chave em inglês
Cardiac autonomic modulation
Neurocardiogenic syncope
Tilt-test
Vasovagal syncope
Resumo em inglês
Neurocardiogenic syncope (SYN) is caused by a global and acute reduction of cerebral blood flow, subsequent to hypotension, with transient loss of consciousness and postural tone. However, there are differences in the responses of the cardiovascular variables that precede the beginning of the SYN, caused by its main diagnostic test, the passive postural maneuver (PPM) or Tilt-test. Recently, the possibility of analyzing cardiovascular variables using non-invasive, linear (ML) and non-linear (MNL) computational methods has allowed the study of entropies, heart rate variability (HRV), systolic blood pressure variability (VPAS) and baroreflex sensitivity (SBR). Preliminary studies suggest that the SYN could be related to the imbalance of the autonomic modulation of these variables. Objective: To use computer methods, ML and MNL, in the analysis of HRV, and ML in the analysis of VPAS and SBR, in patients with a clinical history of SYN, with positive or negative response to PPM, and in healthy individuals. Methods: Fifty-one individuals were studied, divided into three groups: 16 positive, 18 negative and 17 healthy. MLs use algorithms in the time (DT) and frequency (DF) (Fast Fourier Transform) algorithms, and MNLs use sample entropy m (2) and r = 20%. Two moments were analyzed: Pre-Tilt (supine position, recording 1000-1500 points) and pre-syncope Tilt (70º inclination, recording 1000-1500 points, prior to syncope), being studied the same moments for the control group. Results: There were no statistical differences between the TTP, TTN and Control groups for the parameters: Age (years), Weight (kg), Height (m) and BMI (kg / m2), systolic blood pressure Diastolic (DBP), heart rate (HR) and respiratory rate. No statistical differences were found between the TTP, TTN and Control groups (in the Pre-Tilt and Tilt) for the Mean-iRR (ms), SD-iRR (ms), RMSSD (ms), LF (un) (ms2), HF (un) (ms2) and LF / HF. Comparing the Pre-Tilt vs Tilt moments in the TTP, TTN and Control groups (intra-group analysis) we observed significant differences for the variables: Mean-iRR (ms), SD-iRR (ms), RMSSD (ms), 11 LF (Un), HF (un) (ms2) and LF / HF. There was a significant reduction in the values between the Pre-Tilt vs Tilt phases (2.19 ± 0.40 vs 1.68 ± 0.50, p = 0.001) in the analysis of HRV by MNL (SampEn) in the Control group. There was a significant increase in LF-PAS in both groups (TTP, TTN and Control) when we compared the Pre-Tilt vs Tilt phases (TTP: 6.72 ± 5.67 vs 13.03 ± 10.759 mmHg2, p = 0.001; TTN: 7.25 ± 4.22 vs 13.42 ± 8.62 mmHg2, p = 0.013; Control: 5.99 ± 2.20 vs. 23.07 ± 6.26 mmHg2, p <0.0001). In addition, statistically significant higher values were found when we compared the Control vs TTP groups at the time of Tilt (23.07 ± 6.26 vs 13.03 ± 10.59 mmHg2, p <0.001) and Control vs. TTN at the time of Tilt (23.07 ± 6.26 vs 13.42 ± 8.62 mmHg2, p <0.001). There was a significant reduction of SBR in all groups when comparing the Pre-Tilt vs Tilt phases (TTP: 30.22 ± 15.67 vs. 13.16 ± 6.08 ms / mmHg, p <0.0001; P <0.0001, and control: 26.75 ± 6.94 vs 12.25 ± 3.88 ms / mmHg, p <0, 0001). In addition, in the TTP and Control group, there was a significant reduction in baroreflex effectiveness index (EIB) between the Pre-Tilt vs. Tilt phases (0.50 ± 0.15 vs. 0.40 ± 0.13, p = 0.033) and (0.54 ± 0.07 vs 0.46 ± 0.16, p = 0.030) respectively. Conclusions: The findings of the present study allowed the following conclusions: 1 - HRV, with linear methods (time and frequency domains) and nonlinear (Entropy Amostral), as well as VPAS (time domain and frequency domain) and SBR did not document Pre-Tilt and Tilt phases pre-syncope (Stability of variables, after postural change until the time before prodrome or syncope appeared), statistical differences between the 2 groups of adult patients and with a highly suggestive history of SYN, As isolated disease, with positive and negative Tilt-test; 2- the Healthy control group was only different from the TTP and TTN groups in the LF parameter of the VPAS; The physiological importance of this finding is difficult to explain because there are no normal values of the mean and confidence intervals in the literature for this parameter.
 
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Data de Publicação
2018-07-18
 
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