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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.17.2018.tde-23042018-111352
Documento
Autor
Nome completo
Leonardo Henrique de Lima Medeiros
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2017
Orientador
Banca examinadora
Júnior, Carlos Roberto Bueno (Presidente)
Papoti, Marcelo
Forjaz, Cláudia Lúcia de Moraes
Schwartzmann, Pedro Vellosa
Título em português
Comparação entre modelos de periodização do treinamento físico combinado (aeróbico e resistido) em mulheres de 50 a 75 anos de idade: associação com variantes genéticas
Palavras-chave em português
Periodização ondulatória
Polimorfismos
Treinamento concorrente
Resumo em português
O envelhecimento é um processo inexorável, porém a redução gradativa da capacidade do organismo está bastante ligada com os hábitos do estilo de vida e a fatores genéticos. Polimorfismos nos genes que codificam a enzima conversora de angiotensina (ECA) e a proteína alfa-actinina 3 (ACTN3) podem resultar em mudanças na aptidão física. Já o treinamento físico tem sido utilizado como uma ferramenta não farmacológica na prevenção primária em saúde. Por fim, a periodização deste treinamento busca ser um meio sistemático de planejar e organizar o treinamento de modo a torná-lo mais eficiente. Não há na literatura estudos com a periodização ou com os genótipos da ECA e ACT3 associados ao treinamento combinado. Nesse contexto, o objetivo desse estudo foi avaliar diferentes modelos de periodização do treinamento no exercício físico combinado em variáveis de saúde e comparar a magnitude da resposta em indivíduos com diferentes características genéticas em relação aos genes ECA e ACTN3. Após três semanas de adaptação, 54 mulheres com idade entre 50-75 anos foram randomicamente divididas nos modelos de treinamento a) não periodizado (NP), b) periodização não linear (NL) ou c) periodização não linear flexível (NLF). Para os valores pré e pós 12 semanas de treinamento, aptidão aeróbia (consumo máximo de oxigênio [VO2 pico] e teste de caminhada de seis minutos) e força muscular (1 RM no supino e leg press) foram medidas. A genotipagem da ECA foi feita por PCR convencional e a ACTN3 por PCR em tempo real. Os resultados mostraram que a força máxima foi aumentada estatisticamente no supino (effect size [ES] de 1,18 em PNL e 1,22 em PNLF] e leg press (ES de 0,92 em PNL e 0,98 em PNLF) nos grupos PNL e PNLF. No teste de caminhada de seis minutos, a magnitude da aptidão aeróbica melhorou em todos os grupos (ES de 1,02 em NP, 1,33 em PNL e 0,54 em PNLF). Para o gene da ECA, houve uma diferença estatística entre os grupos do pré para o pós no supino (ID/DD: 18,6%; II: 8,3%). Para o gene da ACTN3, houve diferença estatística do pré para o pós dentro do grupo no supino (CC/CT: 17,4%; TT: 6,9%) e leg press (CC/CT: 12,3%; TT: 7,5%) apenas no grupo CC/CT. Em conclusão, o presente estudo mostrou que os modelos periodizados foram capazes de induzir melhorias significativas na força muscular em mulheres pós menopausa fisicamente ativas. Além disso, os genótipos ID/DD do gene da ECA e CC/CT do gene da ACTN3 melhor efeito na força muscular no treinamento combinado.
Título em inglês
Comparison among periodization models of combined aerobic and resistance training in women among 50 to 75 years: association with genetic variants
Palavras-chave em inglês
Concurrent training
Polymorphisms
Undulating periodization
Resumo em inglês
The aging is an inexorable process, but the gradual reduction of the capacity in the organism is related with lifestyle habits and genetic factors. Polymorphisms in genes encoding both angiotensin converting enzyme (ACE) and alpha-actinin 3 protein (ACTN3) may result in changes in physical fitness. Physical training has been used as a non-pharmacological tool in primary health prevention. Finally, the periodization training is a systematic means of planning and organizing training to do it more efficient. There are no studies in the literature with periodization or with ACT and ACT3 genotypes associated to combined training. In this context, the objective of this study was to evaluate different models of periodization training in combined exercise training in health variables and to compare the magnitude of the response in individuals with different genetic characteristics in relation to the ACE and ACTN3 genes. After three weeks of adaptation, 54 women aged 50-75 years were randomly assigned to a) nonperiodization (NP), b) non-linear periodization (NLP) or c) flexible non-linear periodization (FNLP). At baseline and after 12 weeks, aerobic fitness (peak oxygen uptake [VO2peak] and six-minute walk test) and maximal muscle strength (1 RM bench press and leg press) were measured. The ACE genotyping was performed trough conventional PCR and ACTN3 by real-time PCR. The results showed that the magnitude of the maximal strength statistically increased in the bench press [effect size (ES) of 1.18 in NLP and 1.22 in FNLP] and leg press (ES of 0.92 in NLP and 0.98 in FNLP) only in the periodized groups. In six-minute walk test, the magnitude of the aerobic fitness improved in all groups (ES of 1.02 in NP, 1.33 in UP and 0.54 in FNLP). In conclusion, the present study showed that periodized models could induce significant improvements on muscle strength in active postmenopausal women. In the ACE gene, there was a statistical difference between the groups from pre to post supine (ID / DD: 18.6%, II: 8.3%). For the ACTN3 gene, there was a statistical difference between the pre and post within the group in the bench press (CC/CT: 17,4%; TT: 6,9%) and leg press (CC/CT: 12,3%; TT: 7,5%) only in the CC/CT group. In conclusion, the present study showed that periodized models could induce significant improvements on muscle strength in active postmenopausal women. In addition, the genotypes ID / DD of the ECA and CC / CT gene of ACTN3 gene had a better effect to muscle strength.
 
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Data de Publicação
2018-07-19
 
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