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Disertación de Maestría
DOI
10.11606/D.11.2009.tde-10022009-095926
Documento
Autor
Nombre completo
Fábio Cleisto Alda Dossi
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
Piracicaba, 2008
Director
Tribunal
Cônsoli, Fernando Luis (Presidente)
Kitajima, Elliot Watanabe
Santos, Daniela Carvalho dos
Título en portugués
Ultraestrutura do aparelho reprodutor feminino e mecanismos de transmissão transovariana de endossimbiontes de Diaphorina citri Kuwayama, 1908 (Hemiptera: Psyllidae)
Palabras clave en portugués
Bactérias
Greening (Doença de planta)
Insetos sugadores
Insetos vetores
Morfologia animal
Ovários - Ultra-estrutura.
Simbiose
Resumen en portugués
Diaphorina citri Kuwayama, 1908 (Hemiptera: Psyllidae) tornou-se um psilídeo de grande importância para a citricultura paulista após a constatação da bactéria Candidatus Liberibacter sp., causadora do Huanglongbing (greening). Sabe-se que esse inseto abriga microrganismos endossimbiontes, os quais desempenham papel fundamental em sua ecologia nutricional, sendo transmitidos verticalmente à progênie. Dessa forma, propomos caracterizar a morfologia do aparelho reprodutor feminino durante o seu desenvolvimento para embasar a identificação do processo de migração dos simbiontes do bacterioma aos tecidos reprodutivos. D. citri possui ovário do tipo telotrófico, com ovaríolos organizados em bouquet e características gerais semelhantes às observadas para outros Sternorrhyncha. Os trofócitos parecem ser desprovidos de delimitação por membrana no ovaríolo desenvolvido. Um único oócito se desenvolve por ciclo no vitelário, o qual mantém-se em contato com a câmara trófica por um prolongamento citoplasmático, denominado cordão trófico. As informações morfo-estruturais do aparelho reprodutor de D. citri obtidas indicam similaridades importantes a de outros membros de Sternorryncha. Nesse contexto, a migração de simbiontes do bacterioma para os oócitos em maturação de D. citri, ocorre de modo semelhante ao descrito para aleirodídeos, caracterizandose pela migração de bacteriócito intacto. Este último, atravessa o epitélio de revestimento do oócito, formado por células foliculares, e invade o oócito, liberando as bactérias nele contidas. Entretanto, os simbiontes associados ao sincício do bacterioma, são liberados na hemocele através de uma pequena abertura formada no epitélio de revestimento dessa estrutura, invadindo o oócito por um mecanismo distinto. Os simbiontes contidos no oócito, formam um agrupamento de aspecto arredondado (= symbiont ball) na região posterior do oócito, próximo ao pedicelo.
Título en inglés
Ultrastructure of the female reproductive system and mechanisms of transovarial transmission of endosymbionts of Diaphorina citri Kuwayama, 1908 (Hemiptera: Psyllidae)
Palabras clave en inglés
Citrus psyllid
Endosymbionts
Morphology
Oogenesis
Ovary
Ultrastructure.
Resumen en inglés
Diaphorina citri Kuwayama, 1908 (Hemiptera: Psyllidae) became a serious problem to the citrus industry in São Paulo State once the Huanglongbing disease (greening), which is caused by the bacteria Candidatus Liberibacter sp., was detected. Psyllids are known to harbor endosymbiont microorganisms, which are vertically transmitted to the progeny and play a key role in the nutritional ecology of their hosts. Therefore, we aimed to characterize the morphology of the reproductive system during D. citri development as a tool for further investigation on the symbiont migration from the bacteriome to the reproductive tissues. D. citri has telotrophic ovaries with ovarioles organized in a bouquet, sharing all other characteristics with the remaining Sternorrhyncha. In developed ovarioles, trophocytes seems to lack any membrane delimitation. Only one oocyte develops at a time in the vitellarium, remaining in communication with the trophic chamber by a citoplasmatic brigde, named trophic cord. The morphostructural information reported in here on the D. citri reproductive system shows important similarities with other Sternorryncha. Symbionts associated to the bacteriome of D. citrus migrate to the ovaries and invade the oocytes during ovary maturation, as previously reported for aleyrodids. In this case, symbionts will move within the bacteriocyte as it detaches from the bacteriome and moves through the oocyte follicular epithelium, releasing the contained bacteria into the oocyte. However, symbionts associated to the bacteriome syncitium are relased into the hemocoel through small openings on the bacteriome epithelium, invading the oocyte by a different mechanism. All symbionts that invaded or were discharged into the oocyte aggregate into a balllike symbiont structure at the posterior pole close to the egg pedicel.
 
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Fabio_Dossi.pdf (64.03 Mbytes)
Fecha de Publicación
2009-02-27
 
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