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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2010.tde-10022011-144122
Documento
Autor
Nome completo
Keityane Boone Bergamaschi
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2010
Orientador
Banca examinadora
Alencar, Severino Matias de (Presidente)
Aguiar, Claudio Lima de
Bezerra, Rosângela Maria Neves
Título em português
Capacidade antioxidante e composição química de resíduos vegetais visando seu aproveitamento
Palavras-chave em português
Alimentos de origem vegetal
Antioxidantes
Composição química
Compostos fenólicos
Metabolismo secundário
Resíduos - Aproveitamento.
Resumo em português
Os recursos naturais são fontes importantes de substâncias com grande potencial bioativo, não só pela quantidade de espécies vegetais existentes, mas principalmente pela variedade de metabólitos primários e secundários por elas sintetizados. Na sua grande maioria os resíduos vegetais são considerados sem valor econômico. A presença de substâncias biologicamente ativas em vegetais são alvo de um grande número de pesquisas visando o desenvolvimento de produtos que possam contribuir com a melhoria na qualidade de saúde e estilo de vida da população. Visando um melhor aproveitamento dos resíduos vegetais, objetivou-se avaliar a atividade antioxidante por meio de métodos distintos, bem como a identificação dos compostos presentes nas amostras de dez resíduos vegetais. O extrato etanólico e aquoso dos dez resíduos vegetais foram utilizados na quantificação dos compostos fenólicos, avaliação da atividade antioxidante, medidas por meio dos métodos do radical livre (DPPH), EC50, ABTS+, da auto-oxidação do sistema beta-caroteno/ácido linoléico, FRAP e estabilidade oxidativa em Rancimat, e a identificação química por meio da técnica de cromatografia gasosa acoplada ao espectrômetro de massas (CG-EM). O teor de compostos fenólicos dos resíduos vegetais variou na faixa de 1,03 a 56,92 mg AG/mL de extrato. A película de amendoim e o talo de beterraba foram os que apresentaram as maiores quantidades destes compostos, enquanto que o resíduo de alcachofra apresentou o menor teor. Quanto à atividade antioxidante pelo método DPPH, os resíduos vegetais apresentaram potencial antioxidante tanto no extrato etanólico quanto no aquoso. A atividade antioxidante, pelo método ABTS, para os extratos etanólico e aquoso da película de amendoim foi de 990,79 e 262,12 µM Trolox/g, respectivamente. A atividade antioxidante dos dez resíduos vegetais, medida por meio do método da auto oxidação beta-caroteno/ácido linoléico, variou de 2,25 a 70, 83%, tanto para o extrato etanólico quanto para o extrato aquoso. No método FRAP os melhores valores foram para o extrato etanólico da película de amendoim e talo de beterraba (1,605 e 0,619 _mol/mg de extrato, respectivamente), e o extrato aquoso da película de amendoim 0,514 _mol/mg de extrato. Na análise de Rancimat os resíduos vegetais apresentaram fatores de proteção que variaram de 0,21 a 1,13. Os compostos fenólicos identificados nos extratos foram os ácidos ascórbico, sinápico, caféico e p-cumárico além dos flavonóides kaempferol e epicatequina. Este trabalho demonstra que resíduos vegetais possuem atividade antioxidante que lhes confere potencial de utilização como fontes de compostos bioativos naturais.
Título em inglês
Antioxidant capacity and chemical composition of vegetables residues for their use
Palavras-chave em inglês
Alimentos de origem vegetal
Antioxidantes
Composição química
Compostos fenólicos
Metabolismo secundário
Resíduos - Aproveitamento.
Resumo em inglês
Natural resources are important sources of bioactive substances with great potential not only by the number of plant species but mainly by the variety of primary and secondary metabolites synthesized by them. Mostly vegetables debris are considered without economic value. The presences of biologically active substances in plants are the target of a large number of research seeking to develop products that can contribute to improving the quality of health and lifestyle of the population. A better utilization of vegetables residues aimed to evaluate the antioxidant activity by different methods as well as the identification of compounds present in samples of ten vegetables residues. The ethanol extract and aqueous residues of the ten vegetables were used for the quantification of phenolic compounds and evaluation of antioxidant activity measured by the methods of free radical (DPPH); EC50; ABTS+ ; auto-oxidation system of beta-carotene/linoleic acid; FRAP and Rancimat oxidative stability and chemical identification by gas chromatography coupled with mass spectrometry (GC-MS). The phenolic content of vegetables residues varied in the range from 1,03 to 56,92 mg AG/mL extract. The film peanut and beet top showed the highest amounts of these compounds while the residue artichoke had the lowest content. The antioxidant activity by DPPH method the vegetables residues showed potential antioxidant in the aqueous ethanol extract as. The antioxidant activity by ABTS method for the ethanolic and aqueous film peanut was 990,79 and 262,12 _M Trolox/g, respectively. The antioxidant activity of ten vegetables residues, as measured by the method of self betacarotene/ linoleic acid oxidation ranged from 2,25 to 70, 83% for both the ethanol extract as for the aqueous extract. In the FRAP method was the best values for the ethanol extract of the film peanuts and beet top (1,605 and 0,619 _mol/mg extract, respectively) and aqueous film peanut 0,514 _mol/mg of extract. In the analysis of vegetables debris Rancimat showed protection factors ranging from 0,21 to 1,13. The phenolic compounds identified in the extracts were ascorbic acid, sinapic, caffeic and p-coumaric addition of the flavonoids epicatechin and kaempferol. This work demonstrates that plant residues have antioxidant activity that gives them potential for use as sources of bioactive compounds.
 
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Data de Publicação
2011-02-14
 
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