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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2002.tde-05072002-101058
Documento
Autor
Nome completo
Liliane Suguisawa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2002
Orientador
Banca examinadora
Mattos, Wilson Roberto Soares (Presidente)
Haddad, Claudio Maluf
Silveira, Antonio Carlos
Título em português
Ultra-sonografia para predição das características e composição da carcaça de bovinos.
Palavras-chave em português
bovinos
carcaça (análise)
predição
ultrasonografia
Resumo em português
No presente trabalho foi avaliada a técnica de ultra-sonografia em tempo real como ferramenta para predição da área de olho-de-lombo (AOL) e espessura da camada de gordura subcutânea (ECG) a partir de imagens tomadas em animais vivos. Foram utilizados 115 bovinos jovens (30 ½ Angus x Nelore; 30 ½ Canchim x Nelore; 30 ½ Simental x Nelore e 25 Nelores), peso inicial médio de 329 kg, de dois tamanhos à maturidade (pequeno e grande) no sistema de produção do novilho superprecoce. As medidas de ultra-sonografia foram realizadas a cada 28 dias totalizando quatro medições até o final do confinamento. Os resultados obtidos demonstraram que a precisão da predição aumentou em função da proximidade com a data do abate, sendo máxima na quarta medida (R 2 de 0,68 para AOL e 0,82 para ECG com as mesmas medidas na carcaça). O efeito de grupo genético e as medidas ultra-sonográficas foram significativos (P<0,05) para ECG, enquanto que na carcaça ambas medidas foram significativas. A AOL da ultra-sonografia por 100 kilogramas (kg) de peso vivo (AOL4PKG) foi significativamente (P<0,05) influenciada pelo grupo genético, mas não pelo tamanho corporal. Em relação à AOL da carcaça por 100 kg de carcaça (AOLPCAR), todos os grupos genéticos alcançaram o valor ideal apontado pela literatura como indicativo de bom rendimento de cortes cárneos. Não foi observada diferença significativa (P<0,05) na composição entre os dois grupos de tamanho corporal provavelmente devido à pequena variação existente entre eles. Os mestiços Simental apresentaram a maior porcentagem de músculo na carcaça, e os animais Nelore o menor valor (P<0,05). Os animais Nelore, mestiços Canchim e Angus tenderam a acumular maior porcentagem de gordura na carcaça quando comparados aos mestiços Simental (P<0,05). A AOL por ultra-sonografia apresentou correlações positivas com a quantidade de músculo (0,49), de cortes cárneos (0,42) e porcentagem de tecido muscular estimada da carcaça (0,30). A ECG por ultra-som foi positivamente correlacionada com a porcentagem (0,49) e a quantidade de tecido adiposo estimada na carcaça (0,52), e negativamente correlacionada com a porcentagem de traseiro (-0,49). O rendimento de cortes cárneos só apresentou correlações significativas com a medida de AOLPCAR (0,26), o peso vivo dos animais (-0,45) e o peso da carcaça quente (-0,44). As medidas ultra-sonográficas nos animais vivos não mostraram alta precisão na predição da AOL na carcaça. Em geral os coeficientes de determinação das equações regressão para predição das características da composição da carcaça pelas medidas ultra-sonográficas são similares ou superiores àqueles obtidos nas equações que utilizaram as mesmas medidas após o abate. Este fato indica que o erro na predição da AOL não necessariamente se deve a uma falha na técnica de ultra-sonografia, mas também pode ser causada por diferenças naturais entre as medidas tomadas na carcaça e no animal vivo.
Título em inglês
Ultrasonography as a predicting tool for carcass traits and composition of steers.
Palavras-chave em inglês
bovine
carcass (analysis)
prediction
ultrasonography
Resumo em inglês
In the present study real time ultrasonography was used to predict the ribeye area (AOL) and the subcutaneous fat thickness (ECG) in live animals. A total of 115 yearling steers from four genetic groups (30 ½ Angus x Nelore; 30 ½ Canchim x Nelore; 30 ½ Simental x Nelore e 25 Nelores), with 329 kg initial average weight, and two different finishing frame sizes (small and large) were used. Animals were kept in a feedlot during the whole study. Four ultrasonographic measurements were taken every 28 days until slaughter. AOL and ECG were measured in the carcasses and compared to the measurements made in the live animals. Predictive accuracy of the ultrasonographic measurements increased as the animals approached slaughter date, reaching the maximum value at the last one (R 2 = 0.68 and 0.82 for AOL and ECG, respectively). Genetic group influenced (P<0.05) AOL and ECG measurements in the carcass but only the ECG was significant with the ultrasound (P<0.05). AOL ultrasonographic measurements showed a significant difference (P<0.05) among the genetic groups when body weight (per 100 Kg of carcass) was taken into account (AOL4PKG). AOL per 100 kg of carcass (AOLPCAR) for all genetic groups showed higher values than those suggested by the literature. Frame size did not influence AOL or ECG probably due to the small, but distinctive differences between the two groups. The Simental crossed animals had higher (P<0.05) carcass muscle percentage, and the Nelore steers had the lowest. The Nelore, Canchim and Angus crossed animals showed higher carcass fattissue percentage (P<0.05) as compared to the Simental crosses. The ultrasound AOL showed a positive correlation (0.49) with muscle weight, carcass cutability (0.42) and muscle carcass percentage (0.30). The ultrasound ECG was positively correlated with fattissue percentage (0.49) and carcass total fat tissue amount (0.52) and negatively correlated with the hind cut yield (-0.49). Carcass meat yield was correlated only with AOLPCAR (0,26), live weight (-0.45) and hot carcass weight (0.44). The ultrasound AOL had a low prediction accuracy for the carcass AOL. Overall, the accuracy of the carcass composition’s predictive equations by ultrasound were similar or greater than the one obtained by direct carcass measurements. This suggests that the difference in AOL measurements by ultrasonography and in the carcass does not necessarily mean a faulty ultrasonographic measurement for differences can be expected when measurements are made in the carcass or in the live animal.
 
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LilianeSuguisawa.pdf (218.67 Kbytes)
Data de Publicação
2002-07-11
 
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