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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2018.tde-01082018-184750
Documento
Autor
Nome completo
Thiago Sérgio de Andrade
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2018
Orientador
Banca examinadora
Lanna, Dante Pazzanese Duarte (Presidente)
Bittar, Carla Maris Machado
Medeiros, Sérgio Raposo de
Albertini, Tiago Zanett
Título em português
Levantamento das características do manejo e da comercialização por confinadores brasileiros
Palavras-chave em português
Arroba
Dias em confinamento
Gestores
Indústria frigorífica
Tomada de decisão
Resumo em português
Entrevistas envolvendo técnicos ligados à área de confinamento são frequentemente utilizadas com o intuito de descrever as práticas nutricionais e de manejo em diversos países. Desta forma foi elaborado e aplicado um questionário com 78 questões pela ferramenta SurveyMonkey®. Este questionário foi dividido em seis seções: (i) informações sobre o entrevistado (n = 2); (ii) critérios de abate (n = 35); (iii) informações sobre preço (n = 9); (iv) opções de manejo dos animais (n = 21); (v) distribuição dos animais nas baias (n = 5); e (vi) formulação de dietas (n = 6). Os entrevistados constituíram três grupos, sendo nutricionistas consultores (NC; n = 23), proprietários de confinamento (PC; n = 21) e gerentes de confinamento pertencentes a frigoríficos (GF; n = 8). A maioria dos entrevistados possuíam ensino superior, de acordo com 86% dos respondentes, e no total, eram responsáveis por 1.104.990 cabeças confinadas em 2015. Cerca de 58% dos entrevistados realizavam dois ciclos de confinamento por ano, cada ciclo com um período entre 80 e 100 dias de acordo com 44% dos entrevistados. Mais de 80% dos animais confinados pelos entrevistados eram machos, de acordo com 65% dos respondentes. Estes machos eram inteiros para 73% dos entrevistados, predominantemente da raça Nelore (75%). Os animais confinados possuíam idade média de 24,7 ± 0,84 meses e entraram com 378,1 ± 8,9 kg, saíram com 511,4 ± 10,7 em 107,6 ± 11,1 dias de confinamento. Na formação inicial dos lotes, o peso foi a característica mais usada (75%), entretanto, aproximadamente 71% dos entrevistados utilizaram uma combinação de critérios, como por exemplo, o sexo, a raça e o peso. Ferramentas computacionais foram utilizadas para gerenciamento do confinamento (71%) e na formulação das dietas (69%). Entretanto, 61% dos entrevistados não usaram nenhum software específico para caracterizar os animais na entrada do confinamento. O principal custo operacional (retirando os alimentos e o boi magro) foi a mão de obra (69%). As consultas sobre preços de itens alimentares e não alimentares foram realizadas diretamente com fornecedores finais por 59% dos entrevistados. Altos custos dos alimentos (52%) e os baixos preços do boi gordo (42%) eram motivadores da redução do número de animais ou da não realização do confinamento. Critérios econômicos mostraram-se determinantes na definição do período de confinamento, como a espera por melhores preços do boi gordo (36%) ou por bonificação em razão de melhor acabamento (29%). Os confinadores verificam o preço de mercado do boi terminado principalmente através da internet (61%). O destino dos animais era o mercado interno para 69% dos entrevistados e 60% dos respondentes também vendiam para o mercado externo por meio dos frigoríficos. O momento do abate foi definido, majoritariamente (71%), pelos gerentes do confinamento. Os resultados demonstraram que 65% dos entrevistados utilizaram o peso e o acabamento, ambos estimados visualmente, para indicar o momento do abate. Um feedback sobre a carcaça foi repassado ao responsável por essa decisão (71%) e 61% dos entrevistados ressaltaram a importância desta informação na melhoria da decisão. Dificuldades na identificação do momento ideal para o abate foram desafios descritos pelos entrevistados e 84,6% dos respondentes reconheceram que o método atual pode ser melhorado. Apenas um terço dos entrevistados (33%) vendia animais utilizando contratos futuros. O rendimento de carcaça (38%) e o preço da arroba (25%) foram os principais fatores na utilizados pelos entrevistados para escolha do frigorifico para abate. Os principais critérios mencionados como bonificação na carcaça foram: idade e sexo, adequação para exportação, rastreabilidade e características da carcaça (como gordura subcutânea, peso, área de olho de lombo e gordura) e raça. Em contraposição, segundo os entrevistados, as principais penalidades nos valores da carcaça ocorrem por condenação pelo serviço de inspeção federal, características da carcaça, lesões por vacinas, contusões, idade, sexo e resíduos de medicamentos. Verificou-se que parâmetro de qualidade da carne (e.g. maciez, marmoreio) não foi critério relevante nem para bonificação (5%) nem para penalização (3%). Os resultados deste trabalho descreveram vários parâmetros do manejo e da comercialização dos confinamentos nacionais. Os entrevistados fazem pouco uso das ferramentas de hedge, bem como utilizam poucas ferramentas computacionais para otimizar a atividade. A determinação do ponto de abate é feita com grande subjetividade, baseando-se quase que exclusivamente em avaliações visuais tanto para peso quanto para acabamento.
Título em inglês
Survey of management and commercialization characteristics by Brazilian feeders
Palavras-chave em inglês
Carcass price
Days in feedlot
Decision making
Managers
Meatpacking industry
Resumo em inglês
Interviews with feedlot managers are used to describe nutritional and management practices in several countries. In this way, a questionnaire containing 78 questions was structured and applied through the SurveyMonkey® web tool. The questionnaire was divided into six sections: (i) general information (n = 2); (ii) slaughter criteria (n = 35); (iii) pricing information (n = 9); (iv) animal handling options (n = 21); (v) animal's allotment in feedlot pens (n = 5); and (vi) diet formulation (n = 6). Three groups comprised the interviewees: consultant nutritionists (NC; n = 23), feedlot owners (FO; n = 21) and packers feedlot managers (FP; n = 8). Most respondents had a bachelor degree (86% of the respondents) and were responsible for feeding approximately 1,104,990 animals in 2015. About 58% of the interviewees worked with two cycles of animals per year. The most usual feeding period was between 80 and 100 days (44% of respondents). More than 80% of the animals were males, 65% with 73% of the respondents feeding intact males. Most of the cattle were of Nellore breed (75% of respondents). The feeder animals had an average age of 24.7 ± 0.84 and 378.1 ± 8.9 kg, with final weight of 511.4 ± 10.7 kg and 107.6 ± 11.1 days respectively. Among the criteria used for pen formation, weight was the most used (75%), however, approximately 71% of respondents used a combination of different criteria primarily weight, gender and breed. The use of computational tools for feedlot management (71%) and diet formulation (69%) were common among respondents, however, interviewees (61%) did not use any software to characterize animals at the feedlot entry. According to the interviewees, the main cost of the feedlot, (excluded feeder and feed cost), was labor (69%). Products used were acquired directly with the final suppliers (59%). High feed costs (52%) and low finished cattle prices (42%) made interviewees reduce the number of animals fed shutting down the feedlot for that particular year. Economic criteria defined the feedlot period, with respondents waiting for an increase in finished cattle prices (36%) or for greater fat deposition (29%). Finished cattle prices were obtained through the internet (61%) and 69% of respondents sold to the domestic market. About 60% of respondents sold cattle for the international market through the meatpackers. The feedlot manager was responsible in most cases for the slaughter decision (71%). The results showed that 65% of the interviewees used weight and fat cover, both visually estimated, to decide the time of slaughter. The person making the decision to slaughter received feedback information from the packers about carcass traits in 71% of the cases. This information improved the decision to slaughter according to 61% of respondents. They considered identifying the optimal time for slaughter a great challenge and 85% of the respondents recognized that their current slaughter endpoint identification method could be improved. Only one third of all respondents (33%) sell cattle using futures contracts for finished cattle. Carcass dressing (38%) and price (25%) were the main reasons to elect a meatpacker to slaughter their animals. Criteria most frequently mentioned to reward the beef producer were: age and gender, suitability for export, traceability and carcass characteristics (including subcutaneous fat, weight, ribeye area and carcass fat) and breed. In contrast, according to the interviewees, criteria quoted for penalties were Federal Inspection Service condemnations, carcass characteristics, vaccination injuries, bruises, age and gender, and drug residues. Meat quality parameters (e.g. tenderness, marbling) were not relevant criteria for the Brazilian meatpackers, neither for bonus (5%) neither for penalty (3%). The interviewees make little use of hedge options, and use almost no computational tools to optimize their activity. The determination of the time of slaughter is made with great subjectivity, relying almost exclusively on visual evaluations for both weight and degree of finish.
 
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Data de Publicação
2018-08-28
 
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