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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.11.2009.tde-23062009-092823
Documento
Autor
Nome completo
Faustino Facchin
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Piracicaba, 2009
Orientador
Banca examinadora
Christoffoleti, Pedro Jacob (Presidente)
Manfron, Paulo Augusto
Monquero, Patrícia Andréa
Título em português
Seletividade do herbicida nicosulfuron para as culturas de milho e arroz
Palavras-chave em português
Arroz
Controle químico
Herbicidas
Milho
Plantas daninhas.
Resumo em português
A tolerância da cultura de milho aos herbicidas do grupo das sulfoniluréias, aplicados em condições de pós-emergência é variável em função do híbrido cultivado. Da mesma forma, tem sido observada tolerância diferencial ao nicosulfuron entre as cultivares de arroz melhoradas para tolerar os herbicidas imazethapyr + imazapic (AHAS-tolerante). Desta forma, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar: a seletividade do herbicida nicosulfuron, aplicado em condições de pós-emergência, a híbridos de milho e cultivares de arroz AHAS-tolerante. No experimento com a cultura do milho, foram estudados dez híbridos designados comercialmente por DKB 370, DKB 990, AG 6020, AG 9040, AS 1551, AS 1572, SWB 585, BX 1149, BM 620 e BM 128, sendo o delineamento experimental adotado em blocos casualizados, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos utilizados em g i.a. ha-1 foram: nicosulfuron + atrazina a 20 + 1500; nicosulfuron + atrazina a 40 + 3000; nicosulfuron a 50; nicosulfuron a 60, bem como a testemunha capinada, aplicados no estádio fenológico de quatros folhas expandidas (V4). Os híbridos que foram tolerantes a todos os tratamentos, não apresentando reduções de produção, foram DKB 370, AG 9040, AS 1551 e BM 620. Os tratamentos de nicosulfuron em mistura com atrazina nas doses de 20 + 1500 e 40 + 3000 g ha-1 de i.a. foram seletivos para todos os híbridos testados. As doses de nicosulfuron a 50 e 60 g i a ha-1 foram as mais fitotóxicas do experimento, os híbridos DKB 990, AG 6020, AS 1572, SWB 585, BX 1149 e BM 128 apresentaram redução de produção para ambas as dose. Para os híbridos AG 6020 e SWB 585 ocorreu diferenças de producão entre os tratamentos de nicosulfuron a 50 e 60 g i a ha- 1, o que indica suscetibilidade ao nicosulfuron. A tolerância ao nicosulfuron das duas cultivares de arroz AHAS-tolerante IRGA 422 CL e Puitá CL INTA foi testada em um outro experimento. Os tratamentos resultaram de esquema do tipo fatorial 2 x 8, em que duas foram as cultivares de arroz e oito foram as doses de nicosulfuron (0; 6,25; 12,5; 25; 50; 100; 200 e 400 g i.a.ha-1). Foram realizadas avaliações visuais de sintomas de fitotoxicidade aos 15 e 20 dias após a aplicação (DAA) e aos 20 DAA avaliou-se o comprimento de raiz, comprimento da parte aérea das plantas e massa seca de cada cultivar separadamente. Os dados foram submetidos à aplicação do teste F na análise da variância posteriormente a aplicação de regressões não lineares do tipo log-logístico. A cultivar IRGA 422 CL tolerou maiores doses de nicosulfuron quando comparada com a cultivar Puitá CL INTA.
Título em inglês
Selectivity of the herbicide nicosulfuron to the crops corn and rice
Palavras-chave em inglês
Oryza sativa.
Post-emergence
Sulfonylurea
Tolerance
Zea mayz
Resumo em inglês
The tolerance of the crop corn to the sulfonylurea herbicides, sprayed in post emergence conditions, is variable according to the hybrids that is cultivated. Likewise, it has been observed differential tolerance to nicosulfuron among rice cultivars bred to tolerate the herbicides imazethapyr + imazapic (AHAS-tolerant). Therefore, this research was developed in order to evaluate the selectivity of the herbicide nicosulfuron, sprayed in post emergence conditions, to corn hybrids and AHAS-tolerant rice cultivars. In the experiment with the crop corn, it was studied ten hybrids commercially designated as DKB 370, DKB 990, AG 6020, AG 9040, AS 1551, AS 1572, SWB 585, BX 1149, BM 620 e BM 128, being the experimental design adopted romdomized completely blocks, with five treatments and four replications. The treatments used in g a.i. ha-1 were: nicosulfuron + atrazine at 20 + 1,500; nicosulfuron + atrazine at 40 + 3,000; nicosulfuron at 50; nicosulfuron at 60, as well as a check weed free, sprayed in the phenological stage of four expanded leaves (V4). The hybrids that were tolerant to all treatments, with no yield reduction, were DKB 370, AG 9040, AS 1551 e BM 620. The treatments of nicosulfuron in mixture with atrazine at the rates of 20 + 1,500 e 40 + 3,000 g ha-1 of i.a. were selective to all hybrids tested. The rates of nicosulfuron at 50 and 60 g a.i. ha-1 were the least selective of the experiment, the hybrids DKB 990, AG 6020, AS 1572, SWB 585, BX 1149 and BM 128 showed yield reduction. For the hybrids AG 6020 and SWB 585 there were diferences in the yield among treatments of nicosulfuron 50 and 60 g a.i. ha-1, indicating low tolerance to nicosulfuron. The tolerance to nicosulfuron of the AHAS-tolerant rice cultivars IRGA 422 CL and Puita CL INTA was tested in another experiment. The treatments were obtained from a factorial design 2 x 8, with two rice cultivars and eight rates of nicosulfuron (0, 6.25, 12.5, 25, 50, 100, 200 and 400 g a.i.ha- 1). Visual observations of phytotoxicity symptoms were evaluated at 15 and 20 days after treatments (DAA) and at 20 DAA it was evaluated the root and shoot length and dry biomass of each cultivar separately. The data were submitted to F test in the analysis of variance followed by the application of non linear regressions log-logistic type. The cultivar IRGA 422 CL tolerated higher rates of nicosulfuron when compared to the cultivar Puita CL Inta.
 
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Faustino_Facchin.pdf (546.63 Kbytes)
Data de Publicação
2009-07-07
 
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