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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.100.2018.tde-12032018-205408
Documento
Autor
Nome completo
Mauricio Rodrigues Pinto
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Almeida, Marco Antonio Bettine de (Presidente)
Almeida, Heloisa Buarque de
Florenzano, Jose Paulo
Hollanda, Bernardo Borges Buarque de
Título em português
Pelo direito de torcer: das torcidas gays aos movimentos de torcedores contrários ao machismo e à homofobia no futebol
Palavras-chave em português
Facebook
Futebol
Homofobia
Machismo
Masculinidades
Torcidas Gays
Torcidas Livres
Resumo em português
Em um contexto caracterizado pela exacerbação da masculinidade, no qual a homofobia e a misoginia são reiteradas e, muitas vezes, naturalizadas, com o propósito também de demarcar seres abjetos por não se adequarem a essa norma, o presente trabalho estuda a trajetória de grupos e de movimentos de torcedores cujos discursos e performance vão na contramão da ideia de que o futebol brasileiro é um jogo pra machos, reduto de homens cisgêneros e heterossexuais. Tal exercício tem como propósito analisar as ações de grupos, que por meio de sua ação política em diferentes períodos históricos, reivindicaram o direito de torcer pelas pessoas LGBT e mulheres, desestabilizando, assim, a norma regulatória baseada em um modelo de masculinidade hegemônica. Para isso, serão estudadas as torcidas gays do final da década de 1970, como a Coligay (torcida do Grêmio Foot Ball Porto Alegrense) e a Fla-Gay (torcida do Clube de Regatas Flamengo), que surgem em meio ao regime militar brasileiro, e os movimentos de torcedorxs contemporâneos contrários à homofobia e à misoginia no futebol brasileiro, que constroem a sua visibilidade principalmente por meio do site de rede social Facebook: Galo Queer (formada por torcedorxs do Clube Atlético Mineiro), Bambi Tricolor (que reúne torcedorxs do São Paulo Futebol Clube), Palmeiras Livre (coletivo de torcedorxs da Sociedade Esportiva Palmeiras) e Movimento Toda Poderosa Corinthiana (coletivo de torcedoras do Sport Club Corinthians Paulista)
Título em inglês
For the right to support: from gay fans to the movements of fans against machismo and homophobia in football
Palavras-chave em inglês
Facebook
Football
Gay Football Supporters
Homophobia
Male chauvinism
Masculinities
Queer Football Supporters
Resumo em inglês
In a context characterized by the exacerbation of masculinity, in which homophobia and misogyny are reiterated and often naturalized, with the purpose of also demarcating abject beings for not conforming to this norm, the present work studies the trajectory of groups and of movements of fans whose discourse and performance go against the idea that Brazilian football is a game "for machos," a stronghold of cisgender, heterosexual men. The purpose of this paper is to analyze the actions of groups that, through their political action in different historical periods, have claimed the right to support for LGBT people and women, thus destabilizing the regulatory norm based on a model of hegemonic masculinity. To this end, I will study the gay fans of the late 1970s, such as Coligay (supporters of Grêmio Foot Ball Porto Alegrense) and Fla-Gay (supporters of the Clube de Regatas do Flamengo), as well as the movements of contemporary fans against homophobia and misogyny in Brazilian football, who construct their visibility mainly through the social network site Facebook: Galo Queer (formed by fans of Clube Atlético Mineiro), Bambi Tricolor (that unites supporters of the São Paulo Futebol Clube), Palmeiras Livre (a collective of fans from the Sociedade Esportiva Palmeiras) and Movimento Toda Poderosa Corinthiana (a collective of female supporters from Sport Club Corinthians Paulista)
 
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Data de Publicação
2018-03-20
 
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