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Disertación de Maestría
DOI
https://doi.org/10.11606/D.100.2016.tde-06122013-091624
Documento
Autor
Nombre completo
Ana Rita dos Santos Ferreira
Dirección Electrónica
Instituto/Escuela/Facultad
Área de Conocimiento
Fecha de Defensa
Publicación
São Paulo, 2013
Director
Tribunal
Viude, Andrea (Presidente)
Araújo, José Renato de Campos
Saunders, Tanya
Título en portugués
Mulher negra e saúde pública: o discurso feminino nos movimentos negros
Palabras clave en portugués
Acesso
Movimento negro
Mulher negra
Participação política
Saúde pública
Resumen en portugués
Os movimentos negros brasileiros aparecem como principais protagonistas intelectuais e militantes do antirracismo no Brasil e por intermédio das múltiplas modalidades de protesto mobilizam a implantação de políticas públicas para a população negra. O não acesso aos bens comuns da sociedade e aos direitos fundamentais, como no caso da saúde, demanda a criação de medidas para superação das dificuldades de acesso a estes serviços por grande parte da população brasileira. Entre os determinantes sociais encontra-se o racismo e o machismo que expõe as mulheres negras a fatores de risco em saúde e determina suas condições de vida, saúde e adoecimento. O presente estudo traz uma reflexão sobre os sentidos atribuídos ao acesso da mulher negra à saúde pública por mulheres negras militantes em movimentos negros da cidade de São Paulo. Tratam-se de movimentos importantes na luta pela inclusão da mulher negra e atenção as suas especificidades em saúde, bem como na elaboração, implantação e implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. As ações políticas dos movimentos negros foram abordadas também em sua dimensão simbólica cujo campo discursivo se move em contraposição à naturalização das desigualdades raciais, mas em favor do acesso aos direitos, denunciando as injustiças sociais intensificadas para a população negra pelo racismo. Abordamos também seu movimento no sentido de dar à negras e negros o direito de contarem sua própria história , a construir uma memória e identidade coletivas que se contrapunha à imagem marginalizada e inferiorizada instituída historicamente no imaginário social brasileiro
Título en inglés
Black women and public health system: The feminine discourse in the black movements
Palabras clave en inglés
Access
Black movement
Black women
Political participation
Public heath system
Resumen en inglés
The Brazilian black movements have emerged as the principle intellectual and activist protagonist against racism in Brazil. Through multiple points of protests they have been initiating the implementation of public polices for the black population. The inaccessibility to the common goods of society and the limited access to fundamental rights, as in the case of health, has requires the creation of polices to overcome the difficulties that a huge part of the Brazilian population has in accessing health services. Among other social determinants, racism and sexism significantly impacts the quality of life, health and illnesses facing black women. This study is an analysis of what black militants from black movements in São Paulo City believe limits black women's access to the public health system. This is important as central to black movements struggles for the inclusion of black women into Brazilian society is their focus on black women's health, as well as, the elaborations and implementation of the Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (National Policy of the Black Population's Integrated Health). The black movement's political actions are also analyzed on its symbolic dimension in which the discursive field moves against the naturalization of racial inequalities and in favor of accessing rights, and denouncing the social injustice which is intensified for black population by racism. These women also focus on the right to tell their history in order to build a memory and collective identity in contrast to the marginalizes one historically constituted in the Brazilian social imaginary
 
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AnaRitaCorrigida.pdf (1.12 Mbytes)
Fecha de Publicación
2016-05-03
 
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