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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.10.2015.tde-04092015-153233
Documento
Autor
Nome completo
Angelo Dias Brito Ribeiro
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Pirassununga, 2015
Orientador
Banca examinadora
Pires, Alexandre Vaz (Presidente)
Ferreira, Evandro Maia
Rodrigues, Paulo Henrique Mazza
Título em português
Uso de óleo essencial de tomilho (Thymus vulgaris) na dieta de ovinos
Palavras-chave em português
AGCC
Manipulação ruminal
Óleo essencial
Ovinos
Resumo em português
Três experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar o efeito do óleo essencial de tomilho nos parâmetros ruminais, metabolismo e desempenho. O experimento I teve por objetivo avaliar se o óleo essencial de tomilho exerce efeito sofre a fermentação ruminal e consequentemente no metabolismo de ovinos confinados, bem como avaliar o consumo e digestibilidade aparente dos nutrientes em dietas com 90% concentrado e 10% de volumoso. Foram utilizados 20 ovinos ½ Dorper x ½ Santa Inês, machos castrados e canulados no rúmen. O experimento teve duração de 23 dias, dos quais 18 foram para adaptação as dietas. A ração base foi composta por feno de "coastcross", milho moído, farelo de soja, calcário calcítico, cloreto de amônia e mistura mineral. As dietas experimentais foram: 1) ração base + 25 mg de monensina por kg/MS, 2) ração base + 1,25 mL, 3) ração base + 2,50 mL e 4) 3,75 mL de óleo essencial de tomilho por kg/MS. O consumo de MS, MO, FDN e PB foram similares entre os tratamentos. Apresentando o mesmo comportamento para as variáveis de digestibilidade da MS, MO, FDN e PB. As concentrações de AGCC para as dietas com óleo essencial foram semelhantes à dieta com monensina. A inclusão de óleo essencial de tomilho nas dietas indica que este é uma potencial alternativa à monensina. O objetivo do experimento II foi avaliar se o óleo essencial de tomilho exerce efeito sofre a fermentação ruminal e consequentemente no metabolismo de ovinos confinados, bem como avaliar o consumo e digestibilidade aparente dos nutrientes em dietas com 80% volumoso e 20% concentrado. Foram utilizados 20 ovinos ½ Dorper x ½ Santa Inês, machos castrados e canulados no rúmen. O experimento teve duração de 28 dias, dos quais 23 foram para adaptação as dietas experimentais. A dieta base foi composta por pré secado de "tifton", milho moído, farelo de soja, calcário calcítico e mistura mineral. As dietas experimentais foram: 1) ração base + 25 mg de monensina por kg/MS, 2) ração base+ 1,25 mL, 3) ração base + 2,50 mL e 4) 3,75 mL de óleo essencial de tomilho por kg/MS. As dietas experimentais com óleos essencial apresentaram valores de consumo e digestibilidade da MS, MO, FDN e PB similares à dieta com monensina. A menor inclusão do óleo essencial apresentou valor de propionato e relação acetato:propionato similares à monensina. Houve interação dieta x dia de colheita para isobutirato, butirato, isovalerato e total de AGCC. A dieta com 1,25 mL de óleo apresentou o maior valor de pH. O óleo essencial de tomilho pode ser uma alternativa em substituição ao uso da Monensina. O objetivo do experimento III foi avaliar o óleo essencial de tomilho (Thymus vulgaris) sobre o ganho de peso e eficiência alimentar de borregas confinadas com dietas com alta inclusão de volumoso. Cinquenta borregas ½ Dorper x ½ Santa Inês, foram alojadas individualmente em baias cobertas. O período experimental foi de 84 dias, divididos em três sub-períodos de 28 dias. A dieta base foi composta por pré-secado de "tifton", milho moído, farelo de soja, calcário calcítico, mistura mineral. As dietas experimentais foram: 1) ração base (sem adição de óleo essencial ou monensina); 2) ração base + 25 mg de monensina por kg/MS; 3) ração base + 1,25 mL; 4) ração base + 2,5 mL; 5) ração base + 3,75 mL de óleo essencial por kg/MS. Não houve diferença de GMD entre os tratamentos no período total. O segundo período apresentou o melhor desempenho dos animais. A infestação por coccidiose foi menor na dieta com Monensina. Os teores dos aditivos utilizados não apresentam melhora no desempenho de borregas alimentadas com alto teor de volumoso. No entanto, monensina foi capaz de controlar a coccidiose.
Título em inglês
Use of essential oil of thyme (thymus vulgaris) in sheep diets
Palavras-chave em inglês
Essential oil
Rumen manipulation
SCFA
Sheep
Resumo em inglês
Three experiments were conducted with the objective of evaluate the effect of thyme essential oil on ruminal fermentation, metabolism and performance. The experiment I was conducted to evaluate the thyme essential oil has an effect on ruminal fermentation and consequently the metabolism of feedlot sheep, as well as evaluate the intake and apparent digestibility of nutrients diets with 90% concentrate and 10% forage. They were used 20 sheep ½ Dorper x ½ Santa Inês, castrated males and fistulated in the rumen. The experiment lasted 23 days, of which 18 were for adaptation diets. The basal ration consisted of hay coast cross, ground corn, soybean meal, limestone, of ammonia chloride and mineral mixture. The experimental diets were: 1) basal ration + 25 mg of monensin per kg/DM, 2) basal ration + 1.25 mL, 3) basal ration + 2.50 mL and 4) basal ration + 3.75 mL of essential oil of thyme per kg/DM. The intake and digestibility of DM, OM, NDF and CP were similar between treatments. The SCFA concentrations for diets with essential oil were similar to the diet with monensina. The inclusion of thyme essential oil in diets that this is a potential alternative to monensina. The experiment II was conducted to evaluate the thyme essential oil has an effect on ruminal fermentation and consequently the metabolism of feedlot sheep, as well as evaluate the intake and apparent digestibility of nutrients diets with 80 % forage and 20% concentrate. They were used 20 sheep ½ Dorper x ½ Santa Inês, castrated males and fistulated in the rumen. The experiment lasted 28 days, of which 23 were for adaptation diets. The basal ration consisted of pre-dryng Tifton, ground corn, soybean meal, limestone and mineral mixture. The experimental diets were: 1) basal ration + 25 mg of monensin per kg/DM, 2) basal ration + 1.25 mL, 3) basal ration + 2.50 mL and 4) basal ration + 3.75 mL of essential oil of thyme per kg/DM. The intake and digestibility of DM, OM, NDF and CP were similar between treatments. The lower inclusion of essential oil showed a value propionate and acetate: propionate ratio similar monensin. There were diet x day interaction for isobutyrate, butyrate, isovalerate and the total SCFA. The diet with 1.25 mL of thyme showed the highest pH value. The thyme essential oil can be an alternative to replace the use of monensina. The experiment III was conducted to evaluate the thyme essential oil on weight gain and feed efficiency of feedlot lambs diets with 80% forage and 20% concentrate. Fifty lambs ½ Dorper x ½ Santa Inês were housed individually in covered bays. The experiment lasted 84 days, divided into three sub-periods of 28 days. The basal ration consisted of pre-dryng Tifton, ground corn, soybean meal, limestone and mineral mixture. The experimental diets were: 1) basal ration + 25 mg of monensin per kg/DM, 2) basal ration + 1.25 mL, 3) basal ration + 2.50 mL and 4) basal ration + 3.75 mL of essential oil of thyme per kg/DM. There was no gain difference in average daily gain between treatments in the total period. The second period had the best performance of the animals. Infestation by coccidiosis was lower in the diet with monensina. The levels of the additives used not showed improvement in performance lambs fed with high content of forage. However, monensin was able to control coccidiosis.
 
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Data de Publicação
2015-10-02
 
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