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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.10.2018.tde-15062018-160720
Documento
Autor
Nome completo
Marina Neves Ferreira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Gennari, Solange Maria (Presidente)
Chiebáo, Daniela Pontes
Nishi, Sandra Mayumi
Título em português
Determinação da virulência de isolados brasileiros de Toxoplasma gondii em camundongos
Palavras-chave em português
Brasil
Camundongos
Swiss Webster
Toxoplasmose
Virulência
Resumo em português
Os isolados de Toxoplasma gondii encontrados no Brasil apresentam grande variedade genética. No país, foram verificadas quatro linhagens clonais, denominadas tipo BrI, BrII, BrIII e BrIV. Dentre elas, a virulência para camundongos varia, sendo BrI virulenta, BrIII não virulenta e, as linhagens BrII e BrIV são consideradas de virulência intermediária. A definição da virulência desses isolados é feita, na maioria dos estudos, a partir do isolamento por bioensaio, com a determinação da mortalidade de camundongos infectados. No entanto, a dose de T. gondii inoculada nesses animais é desconhecida e, assim, trata-se de um método impreciso para caracterização da virulência. Dessa maneira, este estudo tem por objetivo avaliar a virulência, em camundongos, de 22 isolados brasileiros de T.gondii, utilizando inóculos padronizados. Para o teste de virulência, utilizou-se taquizoítas de cada um dos isolados, em três concentrações (10¹, 10² e 10³). Cada dose foi inoculada via intraperitoneal em grupos formados por quatro camundongos heterogênicos fêmeas, de oito semanas de idade, da linhagem Swiss Webster. A mortalidade dos animais foi observada por 30 dias e, baseando-se nesses dados, além do tempo decorrido pós-inoculação até a morte dos animais, determinou-se a virulência dos isolados. Dos 22 isolados brasileiros incluídos nesse estudo, sete (32%) foram definidos como de virulência intermediária, pois houve sobrevivência de animais infectados e a mortalidade foi dose-dependente. Além disso, 15 (68%) foram considerados virulentos, uma vez que causaram a morte de todos os camundongos independente da dose analisada. Comparando as classificações definidas pelo bioensaio e pelo teste de virulência, 83% dos isolados virulentos analisados se mantiveram como virulentos, em contrapartida os isolados não virulentos e de virulência intermediária pelo bioensaio mostraram um fenótipo de maior virulência no teste. Devido à predominância de isolados virulentos no Brasil, o uso de uma metodologia padronizada para determinação da virulência em camundongos é de pouca utilidade epidemiológica.
Título em inglês
Determination of the virulence of Brazilian isolates of Toxoplasma gondii in mice
Palavras-chave em inglês
Brazil
Mice
Swiss Webster
Toxoplasmosis
Virulence
Resumo em inglês
The isolates of Toxoplasma gondii found in Brazil present a great genetic variety. In the country, four clonal lineages, denominated type BrI, BrII, BrIII and BrIV were verified. Among them, virulence for mice varies, with virulent BrI and non-virulent BrIII, and the BrII and BrIV strains are considered as intermediate virulence. The determination of the virulence of these isolates is made, in the majority of the studies, from the isolation by bioassay, with the determination of the mortality of infected mice. However, the dose of T. gondii inoculated in these animals is unknown and thus is an imprecise method for characterization of virulence. Thus, this study aims to evaluate the virulence of 22 Brazilian isolates of T. gondii in mice using standardized inocula. For the virulence test, tachyzoites from each of the isolates were used in three concentrations (10¹, 10² and 10³). Each dose was inoculated intraperitoneally into groups consisting of four 8-week-old female heterogenic mice of the Swiss Webster strain. The mortality of the animals was observed for 30 days and, based on these data, in addition to the time elapsed post-inoculation until the death of the animals, the virulence of the isolates was determined. Of the 22 Brazilian isolates included in this study, seven (32%) were defined as intermediate virulence, since there was survival of infected animals and mortality was dose-dependent. In addition, 15 (68%) were considered virulent, since they caused the death of all mice regardless of the dose analyzed. Comparing the classifications defined by the bioassay and the virulence test, 83% of the virulent isolates analyzed remained virulent. In contrast, the non virulent isolates and intermediate virulence by the bioassay showed a phenotype of greater virulence in the test. Due to the predominance of virulent isolates in Brazil, the use of a standardized methodology for the determination of virulence in mice is of little epidemiological utility.
 
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Data de Publicação
2018-08-30
 
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