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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.10.2005.tde-19092006-171959
Documento
Autor
Nome completo
Rui Machado
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2005
Orientador
Banca examinadora
Binelli, Mario (Presidente)
Alencar, Mauricio Mello de
Barbosa, Rogerio Taveira
Baruselli, Pietro Sampaio
Madureira, Ed Hoffmann
Título em português
A remoção do folículo dominante como estratégia anti-luteolítica em bovinos
Palavras-chave em português
Bovinos
Estro animal
Estrógenos
Gonadotropinas
Mortalidade embrionária animal
Resumo em português
O estradiol secretado pelo folículo dominante (DOM) desempenha importante papel na luteólise da vaca. Em adição, o reconhecimento materno da prenhez (MRP) requer um ambiente uterino otimizado, o qual por sua vez depende da função luteínica e de adequadas concentrações de progesterona circulante. Os objetivos do presente estudo foi testar diferentes estratégias para otimizar a função luteínica e prevenir a influência de um DOM durante o período crítico (CP) para o MRP (de D13 a D20 após o estro o estro). Diferentes abordagens foram testadas. No exp.1, 23 vacas Nelore foram tratadas com o protocolo ovsynch para induzir um cio sincronizado (D0). As vacas receberam: Gc (n=7) - nada mais; ThCG (n=5) - 3000 IU de hCG no D5; TE2 (n=6) - 5mg de 17b-estradiol (E2) no D12; ThCG/E2 (n=5) - hCG/D5 + E2/D12. Ultra-sonografias e dosagens de progesterona plasmática durante o ciclo estral permitiram determinar que o E2 reprogramou o ciclo ovariano ao prevenir a presença (P⁢0,05) de um DOM durante quase todo CP (0,6±0,7 dias entre D15 e D20), porém o E2 induziu a luteólise. As vacas que receberam a hCG desenvolveram corpo lúteo acessório e tiveram [P4] mais alta até o D13 (P⁢0,05). Portanto, a fase luteínica não foi prolongada No exp.2, os mesmos tratamentos foram impostos a 220 vacas Nelore (55 por grupo) após uma inseminação artificial em tempo fixo (TAI). As taxas de prenhez (PR) à TAI ou às inseminais de repasse durante uma estação com 64 dias de duração foram diminuídas (P⁢0,05) quando o E2 foi usado e a hCG não foi capaz de aumentar aquelas PR. No exp.3, vacas Red Angus no pós-parto tiveram seu estro sincronizado (D0) e receberam: nada mais (GCT, n=5) ou 200mg de gonadorrelina no D5 mais 3000 IU hCG no D13 (GRF, n=5); ou ablação de todos folículos ³7mm através de aspiração folicular em D14, D17 e D20 (GRM, n=5). GRF teve luteólise retardada (18,2±1,0b dias, 23,6±1,0a dias e 18,7±1,2b dias para GCT, GRF e GRM, respectivamente) e maior [P4] que os outros grupos. Folículos maiores que 7mm foram observados quando das aspirações. Foi possível concluir que: a) E2 permitiu consistentemente reprogramar o desenvolvimento folicular, porém causou luteólise e o seu uso trouxe efeitos negativos sobre as PR; b) a hCG melhorou a função luteínica mas não aumentou as PR; c) a ablação dos folículos ³7mm não preveniu a presença do DOM no CP para o MRP e d) a associação GnRH/hCG otimizou a função luteínica, retardou a luteólise e prolongou a fase luteínica de modo que todo o CP esteve sob influência da progesterona
Título em inglês
The removal of the dominant follicle as antiluteolytic strategy in cattle
Palavras-chave em inglês
Animal embryonic mortality
Animal estrus
Cattle
Estrogens
Gonadotropins
Resumo em inglês
Estradiol secreted from the dominant follicle (DOM) plays a key role in triggering luteolysis in the cow. In addition, maternal recognition of pregnancy (MRP) requires an optimum uterine environment, which directly depends on luteal function and adequate levels of circulating progesterone. The aim of this study was to test different strategies to optimize luteal function and prevent the influence of a DOM throughout the critical period (CP) for MRP (from D13 to D20 after estrus). Different approaches were tested. In exp.1, 23 Nelore cows were treated with the ovsync protocol to induce a synchronized estrus (D0). Cows received: Gc (n=7) - nothing else; ThCG (n=5) - 3000 IU of hCG five days (D5) after estrus; TE2 (n=6) - 5mg of 17b-estradiol (E2) on D12; ThCG/E2 (n=5) - hCG/D5 + E2/D12. Ultrasound evaluation and plasmatic progesterone concentration ([P4]) throughout estrous cycle allowed to conclude: E2 reprogrammed ovarian cycle by preventing the presence (P⁢.05) of a DOM during almost all CP (0.6±.7 days within the D15 to D20 interval) but induced luteolysis; cows receiving hCG developed accessory corpus luteum and had higher [P4] up to D13 (P⁢.05). Therefore, luteolysis was not delayed and luteal phase was not prolonged. In exp.2, same treatments were imposed to 220 Nelore cows (55 per group) after a timed artificial insemination (TAI). Pregnancy rates (PR) at TAI or at AIs thereafter over a 64-day period were reduced (P⁢0.05) by using E2 and hCG was not capable to improve those PR. In exp.3, postpartum Red Angus cows were estrus synchronized (D0) and received: nothing else (GCT, n=5) or 200mg of gonadorrelin on D5 plus 3000 IU hCG on D13 (GRF, n=5); or ablation of all follicles ³7mm through follicular aspiration on D14, D17 and D20 (GRM, n=5). GRF had delayed luteolysis (18.2±1.0b days, 23.6±1.0a days, 18.7±1.2b days for GCT, GRF, GRM, respectively) and higher [P4] than other groups. Follicles larger than 7mm were observed in all occasions of aspiration. In could be concluded that: a) E2 allowed to consistently reschedule follicular development but caused luteolysis and its use was detrimental to PR; b) hCG improved luteal function but did not increase PR; c) ablation of 7mm follicles did not prevent a DOM throughout CP for MRP and d) GnRH/hCG association optimized luteal function, delayed luteolysis and prolonged luteal phase in such a way that all CP was under progesterone influence
 
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RuiMachado.pdf (1,007.41 Kbytes)
Data de Publicação
2006-10-24
 
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